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domingo, 14 de junho de 2015

Paraíba atinge meta da campanha de vacinação contra a gripe

Paraíba atinge meta da campanha de vacinação contra a gripe
O estado da Paraíba atingiu a meta da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe 2015. Até esta sexta-feira (12), foram aplicadas 669.303 doses, o que representa 81,82% de cobertura, ultrapassando inclusive a cobertura nacional, que está em 77,84%. Apenas dois grupos prioritários não atingiram a meta: crianças de seis meses a menores de cinco anos (79,83%), e a População Indígena (68,51%). Os demais grupos ultrapassaram a meta estipulada pelo Ministério da Saúde: Trabalhadores de Saúde (85,51%), gestantes (81,25%) e puérperas até 45 dias após o parto (104,85%).

De acordo com a chefe do Núcleo de Imunizações da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Isiane Queiroga, até o momento 66 municípios não atingiram a meta. “A campanha de vacinação contra a influenza, no estado, se encerra nesta sexta-feira, porém continuamos orientando os municípios que ainda não atingiram meta que continuem fazendo a busca ativa para que se consiga uma homogeneidade”, disse.

A gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega, destacou a importância do alcance da meta na Paraíba, “uma vez que esse trabalho de proteção específica dos grupos prioritários minimiza os riscos de adoecimento da população paraibana e, consequentemente, evita-se possíveis óbitos”.

Campanha – A campanha de vacinação contra a gripe teve início dia 4 de maio. A meta era vacinar 80% da população de 850.986 pessoas, entre crianças de seis meses a menores de cinco anos; gestantes (em qualquer período gestacional; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores de saúde; população indígena; idosos (a partir dos 60 anos); população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, a exemplo de hipertensão, diabetes, doenças cardíacas e respiratórias


Secom/pb agora

Professor promove agricultura orgânica no Sertão e colhe macaxeira de 7,2 kg na 1ª safra Cultivo foi pensado, a princípio, para servir para o consumo familiar, mas os resultados surpreenderam o idealizador, que pensa em expandir e profissionalizar a atividade no Sertão da Paraíba

Paulo Henrique está orgulhoso com a 1ª produção
Paulo Henrique está orgulhoso com a 1ª produção

Dono de uma pequena propriedade localizada na Zona Rural do município de Boa Ventura, no Sertão da Paraíba, a 371 km de João Pessoa, o professor de história Paulo Henrique, morador da cidade vizinha de Itaporanga, foi surpreendido logo na primeira colheita realizada no sítio dele. Uma macaxeira de 7,2 kg foi colhida e deverá ser comercializada em feira livre. A cultura no local, a princípio, seria para o consumo familiar, mas, com esse primeiro sinal positivo, a atividade poderá ser expandida, segundo o idealizador, que já pensa em colher raízes ainda maiores.


“Começamos a plantar há cerca de um ano, no fim do período de chuvas na região. Para a irrigação da plantação, que ocupa cerca de seis hectares, aproveitamos o resto da água do Rio Piancó, que passa por dentro da propriedade, mas não é perene, e a água retirada de um poço. Adubei tudo de maneira orgânica, usando apenas esterco bovino, sem a utilização de qualquer inseticida”, contou o professor.

Na área cultivada, Paulo Henrique também reservou espaço para a plantação de coentro, pimentão, feijão verde e milho que, assim como a macaxeira, também já estão em fase inicial de comercialização. Para manter o solo por inteiro sempre nas condições ideais, ele adquiriu um motor para bombear a água disponível e instalou aspersores que lançam o líquido em todas as direções.

“Também estou tentando plantar tomate, mas ainda está em fase de experiência”, revelou, acrescentando que também pensa em incluir o cultivo de inhame, já que o da macaxeira está dando certo.

Ele ainda não contabilizou quantos quilos já foram colhidos, mas disse que está animado para profissionalizar a atividade, que já julga lucrativa. Segundo informou, o quilo da macaxeira é vendido a R$ 2. 

De acordo com o engenheiro agrônomo da Emater-PB, José Marinho de Lima, a colheita de uma macaxeira de mais de sete quilos, apesar de ser um fato que já aconteceu em outras oportunidades, com o aparecimento de espécimes até maiores, é uma ocorrência “excepcional”, acontecendo apenas em áreas bem irrigadas e adubadas, o que pode indicar que o professor está no caminho certo.

“O peso normal máximo da macaxeira gira em torno de dois a três quilos. É uma cultura que ocorre mais entre a região do Brejo e o Litoral. O ciclo de plantio e colheita gira em torno de onze a doze meses”, explicou o engenheiro.

Conseguindo resultado satisfatório em uma região que não é, necessariamente, propícia àquela cultura, Paulo Henrique tem grande expectativa de que a transposição das águas do Rio São Francisco possa alimentar o leito do Rio Piancó para que a agricultura da região possa realmente prosperar. Ele evidencia o potencial do Sertão para diferentes cultivos e pede que as autoridades políticas voltem os olhares cada vez mais para a economia do semiárido.


portal correio

Relator quer vetar doação de empresas com contratos no governo Projeto regulamentará PEC da reforma política e impor limite a campanhas. Rodrigo Maia também pretende limitar gastos com propaganda na TV.

O relator da reforma política, deputado Rodrigo Maiax (DEM-RJ), afirmou ao G1 que vai propor vetar doação a partidos políticos de empresas que possuam contratos com o governo. Ele também pretende impor um teto de gasto para as campanhas, que será atualizado a cada eleição conforme a inflação.


  As propostas vão integrar um projeto de lei que será votado na primeira semana de julho, depois que o plenário da Câmara concluir a análise em dois turnos da proposta de emenda à Constituição que trata da reforma política. Relator da PEC, Rodrigo Maia também foi designado pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para formular o texto do projeto de lei, que irá diretamente para o plenário, sem passar por comissões.
“Quem tem contrato com governo não pode doar. Prestador de serviço tem uma relação muito direta com o governo. As empresas têm que doar porque acreditam em algum projeto. Hoje as empresas fazem doações por terem interesse direto nos contratos públicos”, disse Maia.
Com relação ao limite de gastos de campanha, o parlamentar afirma que deverá propor um valor fixo para cada tipo de campanha: presidencial, de governador, prefeito, deputado, vereador e senador. Esse número será calculado com base no volume gasto nas eleições passadas. “Minha proposta é fazer um teto para cada campanha, com base nas eleições anteriores, mas fazendo um corte significativo.”

Alinhado com o relator, o presidente da Câmara também defendeu um limite máximo para financiamento eleitoral. “Teto certamente terá que ter, porque até o texto constitucional fala que tem que ter teto por lei. Então, haverá teto, sim. E é uma condição precípua de admitir o financiamento. Qual será esse teto, qual será a forma desse teto, o relator vai produzir um texto que será levado ao plenário”, disse Eduardo Cunha.



Doação de empresas
Rodrigo Maia também avalia tornar mais rigoroso o limite do financiamento de campanhas por empresas. Atualmente, a pessoa jurídica pode doar até 2% do seu faturamento bruto. Maia afirmou que irá se reunir com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Dias Toffoli, para debater alternativas a essa regra. Nesta quinta (10), após reunião com o presidente da Câmara, o ministro defendeu a aprovação de um teto menor para as doações de empresas.

“Acho razoável limitar as doações de empresas privadas. A Friboi  doar R$ 300 milhões a uma campanha é uma coisa que impacta. Você pegar 2% do faturamento bruto de uma empresa pequena pode ser razoável, mas no caso de uma empresa grande, esse limite pode significar um valor muito acima do que é razoável”, afirmou Rodrigo Maia.
Assim como o relator, o presidente da Câmara também acha viável restringir as doações de pessoas jurídicas. “É possível, acho que é razoável. Aquilo que o entendimento que o Supremo está tendo do processo é mais ou menos semelhante ao entendimento que nós estamos tendo”, afirmou o peemedebista.

Propaganda de TV
O relator disse ainda que avalia diminuir o tempo de propaganda eleitoral gratuita em cadeia de rádio e televisão. Uma das propostas é reduzir em 15 dias o período em que as peças publicitárias começam a ser transmitidas no período eleitoral. Atualmente, a propaganda é veiculada nos 45 dias anteriores à antevéspera da eleição. No segundo turno, tem inicio 48 horas após a proclamação dos resultados do primeiro turno e dura até a antevéspera da eleição.

“Na eleição majoritária, queremos construir um consenso para restringir o volume de gasto nos programas de TV. Uma forma é restringir tempo de veiculação das propagandas, reduzir para 30 dias. Outra proposta é acabar com aquele bloco longo e manter apenas as inserções."
Outro tema que será debatido na votação do projeto de lei é fazer restrição a determinados materiais de campanha, como placas e cartazes. Para o presidente da Câmara, o texto poderá levar a um barateamento considerável das eleições.
“Vai ser discutido redução de tempo de campanha, mudança do programa eleitoral, talvez a mudança da participação da divisão do tempo eleitoral, restrições ao fundo partidário, materiais de campanha. Tudo o que a gente possa fazer para reduzir custo de campanha será levado ao plenário. Há muitas normas que poderão ser mudadas”, disse Cunha.

Fundo partidário
O projeto de lei também deverá limitar ainda mais o acesso de pequenos partidos ao fundo partidário e ao tempo de rádio e televisão. Na votação da PEC da reforma política, os deputados já estabeleceram uma cláusula de barreira, segundo a qual só terão acesso a verba pública e a propaganda gratuita em cadeia nacional os partidos que tiverem concorrido com pelo menos um candidato à Câmara dos Deputados e eleito ao menos um representante para a Câmara ou o Senado.

“Pode haver mais mudança na distribuição do fundo partidário e tempo de TV. O objetivo é ampliar as restrições aos pequenos partidos. Não dava para, numa canetada, tirar o direito dos pequenos partidos com representação no Congresso, mas a partir de agora podemos avaliar se mantemos a regra de distribuição igualitária de 5% do fundo a todas as siglas. Podemos reduzir o montante que é distribuído de forma igualitária”, declarou Rodrigo Maia.
O fundo partidário é formado por dinheiro de multas a partidos políticos, doações privadas feitas por depósito bancário diretamente à conta do fundo e verbas previstas no Orçamento anual.
Pela legislação atual, 5% do montante total são entregues, em partes iguais, a todos os partidos com estatutos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os outros 95% são distribuídos às siglas na proporção dos votos obtidos na última eleição para a Câmara.
Quanto à propaganda política na TV e no rádio, a legislação atual prevê a distribuição igualitária de um terço do total de tempo disponível a todos os partidos que tenham candidato próprio a cargo eletivo. O restante é repartido de forma proporcional ao número de representantes na Câmara dos Deputados filiados ao partido. No caso de haver coligação, é considerado o resultado da soma do número de representantes de todas as legendas que a integram.
A intenção ao instituir uma cláusula de barreira ou desempenho é evitar a proliferação de partidos que só tenham interesse em receber os recursos do fundo partidário ou negociar alianças em troca de tempo a mais de televisão.


Reforma política
A reforma política começou a ser votada na Câmara no final de maio, com a análise de uma proposta de emenda à Constituição. Em 15 dias de votação, foram aprovadas seis modificações na legislação atual:




- mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos;
- redução da idade mínima para candidatos a senador, deputado e governador;
- restrições de acesso de pequenos partidos ao fundo partidário;
- alteração na data da posse de presidente e governador;
- permissão de doações de empresas a partidos (veja mais detalhes abaixo).

Além dos itens aprovados, os parlamentares também rejeitaram algumas mudanças estruturais no modelo político brasileiro:

- instituir o voto facultativo nas eleições do país;
- alterar o atual sistema proporcional com lista aberta para escolha de deputados;
- proposta de eleições simultâneas para todos os cargos eletivos;
- proposta que previa o fim das coligações entre partidos nas eleições para a Câmara.



Na próxima terça-feira (16), a Câmara retomará a votação da PEC da reforma política, com a análise dos demais itens, entre os quais propostas de mudar a data de posse de prefeitos e de criar uma cota mínima para mulheres parlamentares no Congresso Nacional.

Por decisão dos líderes partidários, cada ponto da proposta de emenda à Constituição será votado individualmente, com necessidade de 308 votos para a aprovação de cada item.
Ao final, todo o teor da proposta de reforma política será votado em segundo turno. Se aprovada, a PEC seguirá para análise do Senado.

A intenção do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é finalizar o primeiro turno da votação até o final da próxima semana e concluir o segundo turno até o término da primeira semana de julho.

globo.com

Facebook muda para dar valor ao tempo que usuário passa em post

O tempo que cada usuário passa em uma postagem também será mensurado pelo Facebook e fará parte do algoritmo que decide o que cada um vai ver no seu Feed de Notícias, feito com base no seu comportamento na rede social


O conteúdo do seu Feed de Notícias do Facebook vai mudar novamente. Isso porque, a partir de agora, a rede social de Mark Zuckerberg vai incorporar uma nova métrica ao algoritmo que decide o que o Facebook mostra para cada usuário: o tempo que você passa em uma determinada postagem.
A decisão, segundo comunicado oficial no blog do Facebook, foi tomada depois que a empresa descobriu a partir de pesquisas com usuários que não interargir com um conteúdo não significa não gostar. Até então, o algoritmo do Facebook se baseava e muito nas ações dos usuários: curtir, compartilhar ou comentar algo.
"Há momentos, por exemplo, em que as pessoas querem ver informações sobre um evento atual e grave, mas não necessariamente querem curtir ou comentar sobre ele", escreveram Ansha Yu e Sami Tas, engenheiros autores do texto oficial. 
A postagem ainda explica que não é tão simples assim descobrir se o tempo gasto é sinônimo de interesse. Algumas pessoas podem passar dez segundos em uma história porque elas realmente estão gostando, enquanto outros podem passar dez segundos em um post porque possuem uma conexão de internet lenta.
Por outro lado, o Facebook entende que se as pessoas gastam muito mais tempo em um conteúdo em particular do que na maioria dos posts que compõem a sua linha do tempo naquele momento, este é um bom sinal de que o conteúdo é relevante.
O Facebook inclusive dá um exemplo de como vai analisar o comportamento do usuário. Imagine que você percorreu rapidamente seu Feed de Notícias, curtiu uma foto da formatura do seu amigo e em seguida compartilhou um post engraçado da sua irmã.
Sem rolar para cima ou para baixo, você começa a ler um texto de um primo sobre uma viagem que ele fez recentemente. Você passa um tempo lendo, mas não curte, nem comenta nem compartilha.
O fato de você não rolar a barra vai ajudar o Facebook a entender que naquele pedaço do Feed estavam conteúdos interessantes e que mais postagens do tipo serão bem-vindas.


 tribunadabahia.com

Fabrício Werdum atropela Velasquez, finaliza com guilhotina e unifica cinturão dos pesados 'Vai Cavalo' resistiu à pressão de Cain no primeiro round, massacrou no segundo e finalizou o norte-americano no terceiro, se tornando campeão linear da categoria


Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images 

O Brasil tem três cinturões lineares do UFC. Fabrício Werdum resistiu à pressão de Cain Velasquez no primeiro round, atropelou o norte-americano no segundo e finalizou o adversário aos 2m13s do terceiro assalto, com uma linda guilhotina, especialidade da casa. O ‘Vai Cavalo’ unificou o título e agora é o campeão absoluto da categoria dos pesados do UFC.

Werdum lutou contra a Arena Ciudad del México lotada. Quase todos na arquibancada torciam por Cain Velasquez, filho de mexicanos e com raízes no país. Mas isso não foi empecilho para o brasileiro, que trabalhou bem durante o combate e culminou sua fantástica apresentação com a conquista do cinturão.

Após a vitória arrasadora, Werdum comemorou muito, explicou toda a sua dedicação para a unificação do cinturão e pediu respeito ao adversário. “Vamos todos respeitar o Velásquez. Eu o respeito. Quero agradecer o Brasil, minha família, meus companheiros. Foi uma luta duríssima e, com certeza, teremos uma revanche. Treinei muito a guilhotina para defender essa queda. Tenho orgulho de ser brasileiro, represento o Brasil, esse cinturão é de vocês”, disse o brasileiro.

Velasquez se desculpou com os fãs mexicanos e disse que talvez não tenha se preparado tanto para lutar na altitude. “Perdão a todos vocês, que se esforçaram para estar aqui. Infelizmente não tem o que fazer: só treinar, seguir o caminho e voltar. Treinei durante duas semanas aqui e acho que não foi o suficiente (para a altitude)”, disse o agora ex-campeão.

Desde que retornou ao UFC, Werdum não perdeu. São agora seis vitórias em número igual de lutas. O brasileiro tem um cartel de 20 vitórias, cinco derrotas e um empate. Já Velasquez perdeu pela segunda vez na carreira (a outra foi para o também brasileiro Junior Cigano). Agora são 13 triunfos em 15 lutas realizadas.

Lutou como campeão

O lutador brasileiro tinha tudo para se amedrontar no início do combate. Velasquez começou o combate com tudo. Logo no primeiro golpe, aplicou um knockdown no rival, mas decidiu não lutar no chão. O norte-americano levou o gaúcho para a grade e desferiu um bom número de golpes no clinch. Werdum resistiu bem, passou a crescer no combate. Mesmo levando golpes de Cain, o ‘Vai Cavalo’ acertou bons jabs e diretos e incomodou o rival. Os dois terminaram o primeiro round com o rosto sangrando.

Veio o segundo round e Velasquez pareceu ter sentido o cansaço por causa da altitude. O norte-americano assistiu o crescimento de Werdum na luta. O brasileiro foi com tudo, achou a distância ideal e passou a acertar bons jabs e diretos. Mas foram as joelhadas que incomodaram bastante Cain, que quase foi ao chão ao ser acertado com o golpe no queixo.

Werdum sentiu que já tinha vencido Velasquez mentalmente. O norte-americano começou o terceiro round tentando derrubar o brasileiro, que logo laçou o seu pescoço. Cain passou a chutar o gaúcho no chão até que ele se levantasse. O ‘Vai Cavalo’ passou a golpear em sequência, alternando joelhadas, jabs, diretos e cruzados.

Para fugir, Velasquez usou sua única alternativa disponível. Mais uma vez ele partiu para a derrubada. Desta vez, Werdum estava mais esperto e laçou perfeitamente o pescoço de Cain. Quando caiu, o brasileiro já estava sorrindo e só esperou o norte-americano dar os tapinhas para confirmar a vitória e a unificação do cinturão.

Josh Hedges/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images