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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Dono da BBom recebeu R$ 11 milhões, segundo Ministério Público Federal Órgão relata haver relação entre a empresa e a Telexfree, outra suspeita de pirâmide


Divulgação
João Francisco de Paulo, proprietário da Embrasystem (BBom), suspeita de pirâmide financeira
Investigado por suspeita de ter criado uma pirâmide financeira, o dono da BBom, João Francisco de Paulo, recebeu em suas contas R$ 11 milhões. Em apenas dois meses (maio e junho), investiu R$ 4 milhões em fundos de previdência privada. O empresário também tinha em seu nome quatro dos 49 carros de luxo apreendidos no mês passado . As informações são do Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP).
O órgão também informou ter encontrado transações financeiras entre a BBom e a Telexfree, outra acusada de ser um esquema de pirâmide, como havia apontado em julho o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO). 
"O esquema BBom seria o sucessor do Telexfree, conforme demonstram transações financeiras realizadas entre as duas empresas e entre pessoas em comum", informou nota divulgada nesta segunda-feira (2). 
Procurado, o dono da BBom negou irregularidades e relações com a Telexfree.
"Minhas contas não recebem créditos desde 10/7/2013. Os valores recebidos anteriormente fazem parte de recebimento de lucratividade na franqueadora [ do grupo Embrasystem ] e lucratividade na própria BBom", disse João Francisco de Paulo à reportagem. "É dinheiro legal, contabilizado e declarado."
Os representantes da Telexfree não comentaram imediatamente a informação.
Bloqueios
A BBom foi lançada em fevereiro como o braço de marketing multinível do grupo Embrasystem, que atua no ramo de rastreadores. Até julho, quando as atividades do grupo foram bloqueadas por decisão judicial , o negócio atraiu cerca de 216 mil associados, que pagaram taxas de adesão de R$ 600 a R$ 3 mil com a promessa de altos lucros na revenda do serviço.
Para procuradores da República em São Paulo e em Goiás, o negócio de rastreadores é um disfarce para uma pirâmide financeira sustentada pelas taxas de adesão. Segundo o Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO), a Embrasystem vendeu 1,5 milhão de assinaturas de serviço de rastreamento – o que exigiria 1,5 milhão de rastreadores – mas adquiriu apenas 69 mil equipamentos de seu principal fornecedor.
Em julho, a pedido do MPF-GO, a  juiza substituta da 4ª Vara Federal em Goiás, Luciana Gheller,determinou o bloqueio de R$ 300 milhões das contas do grupo Embrasystem e de seus responsáveis – João Francisco de Paulo entre eles – bem como da transferência de quase uma centena de veículos.  
No dia 16 de agosto, o juiz Marcelo Costenaro Cavali, da 6.ª Vara Criminal Federal de São Paulo, determinou o sequestro de 49 dos carros – a decisão anterior só impedia a transferência e, por isso, permitia que eles ficassem à disposição dos proprietários. Dentre os veículos apreendidos estão 18 Mercedes Benz, quarto Lamborghinis, três Ferraris, uma Maserati e um Rolls Royce Ghost.
Cavali também ampliou o volume de recursos congelados de R$ 300 milhões para R$ 479 milhões para cada um dos três sócios da Embrasystem – ou seja, R$ 1,4 bilhão. Isso não significa, porém, que todo esse valor já tenha sido encontrado nas contas dos investigados ou mesmo da empresa.

Relação com a Telexfree 
A hipótese de que a Telexfree e a BBom possam ter relações já havia sido levantada por Helio Telho, procurador da República em Goiás, em julho. Segundo o procurador, foram identificados "negócios em comum" entre as empresas, mas não uma "conexão".
"Não identificamos conexão entre as empresas. A Telexfree e a BBom tiveram alguns negócios, uma mandou dinheiro para a outra. Mas, que tipo de ligação, por que [ se ] mandou dinheiro, se tem uma ligação mais forte, se é ocasional [ ainda é preciso investigar ]", disse Telho ao iG , em julho.
Procurado nesta segunda-feira (2), o procurador não estava imediatamente disponível para comentar.
Foco nos revendedores 
O MPF-SP não esclareceu o valor das transações entre Telexfree e BBom, nem quais são as pessoas em comum entre as empresas. O dado, porém, indica que os procuradores também podem estar atentos às pessoas que atraíram revendedores para ambos os negócios. 
O papel desses recrutadores já é alvo de investigações no caso Telexfree. O Ministério Público do Acre (MP-AC), que pediu o bloqueio das atividades da empresa em junho, tem instaurado um inquérito criminal em que ao menos cinco grandes divulgadores – comumente chamados de team builders  – foram ouvidos. 
A força tarefa que investiga 31 empresas suspeitas de serem pirâmdes financeiras também analisa a possibilidade de mover ações civis e criminais contra os grandes recrutadores . Entre os possíveis crimes cometidos estão estelionato e lavagem de dinheiro.
economia.ig

Procon apreende medicamentos vencidos em hospitais de Maceió Operação encontrou 597 artigos fora do prazo de validade em 12 unidades da capital


Foto: Divulgação
Durante o mês de agosto, o Procon/AL- órgão vinculado a Secretaria do Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos- realizou a “Operação Amor à Vida” em 12 hospitais de Maceió e apreendeu 597 medicamentos fora da validade.
De acordo com o superintendente do Procon/AL, Rodrigo Cunha, o intuito da operação foi verificar a validade dos remédios disponíveis para os pacientes e garantir a saúde deles. “Dos estabelecimentos inspecionados, constatamos que 4 deles estavam com medicamentos fora do prazo”, explica o superintendente.
Das quatro autuações realizadas pelos fiscais do Procon/AL, apenas dois hospitais apresentaram defesa alegando que antes de utilizar os medicamentos nos pacientes verificam o vencimento do produto.
Segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), os estabelecimentos irregulares podem receber multa de R$ 600,00 a R$ 6 milhões de reais.  Segue abaixo o relatório completo da “Operação Amor à Vida”.
RELATÓRIO
AÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DO PROCON/AL: OPERAÇÃO Amor à VIDA
Quantidade de locais visitados: 12 (doze).
Não autuados: 08 (oito).
Autuados: 04 (quatro).
Total de produtos apreendidos: 597 (quinhentos e noventa e sete).
LOCAL: Hospital Nossa Senhora da Guia– Poço – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: não encontrado.
LOCAL: Clínica Guri – Cambona – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: não encontrado.
LOCAL: Hospital Hapvida – Farol – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: não encontrado.
LOCAL: Hospital do Açúcar – Farol – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: não encontrado.
·         LOCAL: Hospital Memorial Arthur Ramos – Farol – Maceió/AL
               IRREGULARIDADE: não encontrado.
·         LOCAL: Hospital Unimed – Farol – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: não encontrado.
LOCAL: Santa Casa de Misericórdia de Maceió – Centro – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: não encontrado.
LOCAL: Hospital Vida – Ponta Verde – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: não encontrado.
LOCAL: Hospital Alerta Médico – Poço – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: SIM.
ITEM
QUANTIDADE
Xylestesin
5
Lidocaine
2
Solução Lugol
2
Glutaron
1
Pó ativador
1
Total
11
LOCAL: Hospital Santo Antônio – Bebedouro – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: SIM.
ITEM
QUANTIDADE
Vaselina
03
Tohamicina colírio
08
Cloreto de sódio 20%
25
Benormal
01
Tubo traqueal com cuff
04
Sonda uretral
27
Dispositivo de incontinência urinária
04
Sonda aspiração traqueal
07
Glutaron
01
Sonda siliconizada
13
Cateter intravenoso
200
Total
293
LOCAL: Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora de Fátima – Poço – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: SIM.
ITEM
QUANTIDADE
Paracetamol
56
Cloreto de sódio
10
Catgut simples
24
Agulha triangular
96
Compressa de gaze
4
Tubo endo traqueal
2
Total
192
LOCAL: Sanatório Hospital Geral – Farol – Maceió/AL
IRREGULARIDADE: SIM.
ITEM
QUANTIDADE
Sulfato de morfina
98 ampolas
Sonda traqueal
14 unidades
Total
112 
tribunahoje



Criança cai de roda gigante no Parque e morre


Criança cai de roda gigante no Parque  e morre
 Durante a noite de sábado (31/08), uma criança que brincava no parque de diversões que fica instalado na cidade de São Raimundo Nonato durante os festejos , morreu após cair de cima da roda gigante.

Segundo informações repassadas, a menina que caiu no buraco que fica o motor do brinquedo, quebrou o pescoço e as duas pernas.
 Em época de festividades é comum que parques de diversões fiquem instalados nos municípios. A criança que é de São Raimundo Nonato, procurava se divertir assim como as demais crianças que brincavam no parque.
180Graus /pb agora

Ariano Suassuna recebe alta da UTI, mas continua no hospital, sem receber visitas Segundo informações divulgadas pelo hospital, ele passou por uma 'embolização' para tratar o problema.


Reprodução/Internet
Ariano Suassuna
O escritor Ariano Suassuna, de 86 anos, recebeu alta no domingo (1º) da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Real Hospital Português, em Recife/PE. Agora ele está no apartamento, mas continua sem poder receber visitas.
De acordo com informações do boletim médico divulgado pelo hospital, “o paciente apresenta excelente recuperação após procedimento para tratar aneurisma cerebral”.
O comunicado divulga ainda que Ariano receberá alta hospitalar nos próximos dias. Ele foi hospitalizado no último dia 29 de agosto.
No dia 21 de agosto, Ariano sofreu um infarto e deu entrada no hospital “comprometimento cardíaco de pequenas proporções”, de acordo com informações dos. Ele foi acompanhado, submetido a exames e permaneceu na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) por um dia, mas depois voltou para o apartamento. Quando ele recebeu alta na quarta-feira (21), os médicos afirmaram que Ariano deveria “prosseguir com o tratamento em domicílio, onde deverá permanecer em repouso por mais 40 dias". 

portal correio

Construtoras são fonte de 55% das doações a partidos em 2012 G1 fez levantamento com base em prestação de contas das siglas ao TSE. Construtoras e incorporadoras doaram R$ 416 milhões no ano passado.

Construtoras, empresas de engenharia e incorporadoras foram responsáveis por mais da metade das doações a partidos políticos em 2012, segundo levantamento do G1 efetuado com base nas prestações de contas entregues pelas siglas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os dados começaram a ser disponibilizados em maio deste ano – desde então, o G1 contabiliza manualmente os valores de cada doação.
Dos R$ 751,8 milhões recebidos em 2012 (ano de eleições municipais) por 27 partidos para financiamento das atividades partidárias e das campanhas, 55,3% (R$ 416 milhões) vieram de empresas do segmento de construção. O país tem 30 partidos registrados, mas três declararam não ter recebido nenhuma doação no ano passado (PRTB, PSOL e PCO).
O G1 considerou no levantamento as prestações de contas entregues ao TSE, que são dados oficiais do dinheiro arrecadado pelos partidos. Em anos anteriores, porém, houve casos de doações não contabilizadas, apelidadas de “caixa dois”. Foi o que aconteceu com o PT, por exemplo, no caso do mensalão, em que o próprio partido admitiu ter movimentado dinheiro de campanha sem declarar. O PSDB também é investigado por caixa dois no caso conhecido como mensalão mineiro. Um inquérito no Supremo apura arrecadação ilegal para a campanha ao governo de Minas Gerais em 1998, mas o partido nega irregularidades.
O financiamento de campanhas é um dos temas em discussão do grupo de trabalho da Câmara encarregado de elaborar uma proposta de reforma política e um dos principais pontos de divergência entre os deputados do grupo. Na última quarta (28), um grupo de quatro partidos protocolou na Câmara uma proposta de plebiscito sobre a reforma política, em que um dos temas sugeridos para consulta aos eleitores é o financiamento de campanha.
Atualmente, as campanhas são bancadas com dinheiro público – do fundo partidário – e com doações de pessoas físicas e empresas. Com o somatório das verbas, os candidatos e partidos, pagam as despesas de propaganda e bancam comícios e viagens, por exemplo. Alguns partidos e parlamentares defendem o financiamento exclusivamento público, sob o argumento de essa seria uma maneira de combater a corrupção.
Metodologia
O levantamento do G1 utilizou dados das prestações de contas do exercício de 2012, entregues no fim de abril deste ano, e das declarações de doações recebidas pelos diretórios nacionais especificamente para campanhas eleitorais, enviadas ao TSE no fim do ano passado (a prestação de contas da campanha foi feita à parte; o tribunal não obrigava que fosse incluída na prestação de contas do ano).
  •  
GRUPOS DE EMPRESAS QUE MAIS DOARAM
Segmento empresarial
Valor
% do total
Construtora, incorporadora, engenharia e empreendimentos
R$ 416,09 milhões
55,3%
Agropecuária, agroindústria e fertilizantes
R$ 61,36 milhões
8,1%
Banco, investimentos, consórcio e seguros
R$ 51,28 milhões
6,8%
Administração, serviços e telemarketing
R$ 50,52 milhões
6,7%
Indústrias e tecnologia
R$ 42,23 milhões
5,6%
Saúde, saneamento e meio ambiente
R$ 24,93 milhões
3,3%
Alimentos e bebidas
R$ 20,51 milhões
2,7%
Partidos
R$ 20,29 milhões
2,6%
Energia, petróleo e gás
R$ 19,05 milhões
2,5%
Comércio
R$ 17,94 milhões
2,3%
Pessoas físicas
R$ 12,64 milhões
1,6%
Transportes e veículos
R$ 10,47 milhões
1,3%
Outros
R$ 4,42 milhões
0,5%
Total
R$ 751,8 milhões
 
Fonte: prestação de contas dos partidos ao TSE e prestação de contas das campanhas de 2012
Dos 27 partidos que receberam doações, 11 declararam na prestação de contas do exercício também os valores recebidos para campanha (PMDB, PSDB, PSB, DEM, PSD, PC do B, PTB, PSC, PV, PT do B e PTC). O PEN, criado no ano passado, não participou da eleição e só declarou o exercício do ano, que é a verba recebida para financiamento das atividades do partido, como propaganda e realização de eventos, por exemplo.
Em relação aos outros 15 partidos que declararam separadamente os valores, o G1 somou as doações informadas nas duas declarações (a do ano e a da campanha). Foram os casos de PT,PP, PRB, PDT, PR, PPS, PMN, PPL, PHS, PSTU, PTN, PRP, PSL, PCB e PSDC.
Os dados sobre valores recebidos para as campanhas estão disponiveis no site do TSE em um sistema que permite exportar planilhas com as doações recebidas por cada legenda.
No caso da declaração do exercício de 2012, porém, os dados foram entregues em papel pelas legendas ao TSE, que digitalizou os documentos.
Por esse motivo, o G1 publica a reportagem somente agora – desde maio, contabiliza manualmente cada doação recebida.
O TSE está em fase de julgamento das contas apresentadas pelos partidos. Após a análise, poderá determinar suspensão de repasses de recursos do Fundo Partidário de legendas cujas contas sejam consideradas irregulares.
Construtoras
As informações das prestações de contas mostram que construtoras, incorporadoras, empresas de engenharia e empreendimentos imobiliários desembolsaram R$ 416,09 milhões para financiar partidos no ano passado.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que reúne as principais construtoras do país, afirmou ao G1 que defende a transparência e aprimoramento das regras do processo político.
"A CBIC preza pela transparência nas doações, na lisura de todo o processo, e também defende que as regras de todo processo politico devem ser aprimoradas para atender a estes princípios."
Em segundo lugar em volume de doações a partidos estão agropecuárias, agroindústrias e empresas de fertilizantes, que destinaram R$ 61,36 milhões - 8,1% do total de recursos recebidos pelas legendas.
Em terceiro lugar na quantidade de recursos repassados a legendas aparecem bancos e empresas de investimentos, seguros e consórcios. Elas doaram R$ 51,28 milhões, 6,8% do total recebido por todos os partidos.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que reúne as instituições financeiras, disse que não iria comentar o assunto. "A Febraban não faz doações e não vamos nos manifestar sobre o tema."

Quem mais recebeu
Considerando os dados declarados pelos partidos, o PT foi o que mais recebeu doações em 2012 – foram R$ 255,6 milhões.
Em segundo, terceiro e quarto lugares no ranking das doações, estão PMDB, PSDB e PSB, respectivamente. O PMDB declarou R$ 118,8 milhões; o PSDB, R$ 96,7 milhões; e o PSB, R$ 72,4 milhões.
O PP aparece em quinto lugar, com R$ 41,2 milhões.
Partido a receber mais doações no ano passado, o PT teve como fonte principal de recursos as campanhas. Para o exercício de 2012 a legenda declarou ter recebido R$ 35,8 milhões. Já o diretório nacional obteve R$ 219 milhões para as campanhas. A prática da "doação indireta" ou "doação oculta"  é recorrente nas eleições. Em vez de repassar diretamente a um candidato, as empresas doam aos partidos, que distribuem a verba.
Em 2008, outro ano de eleições municipais, os quatro maiores partidos (PT, PSDB, DEM e PMDB) obtiveram juntos R$ 240,5 milhões, dos quais 57% somente de doações, segundo informou o jornal “Folha de S.Paulo” em maio de 2009. De acordo com a publicação, naquele ano construtoras e bancos lideravam as doações aos quatro partidos. Entre as quatro legendas, o PT foi a que mais arrecadou (R$ 61,1 milhões). O PSDB ficou em segundo (R$ 37,2 milhões); depois, DEM e PMDB.
Confira abaixo lista dos dez partidos que mais receberam doações no ano passado.
Partido
Doações no exercício
de 2012 (em R$)
Doações para campanha
de 2012 (em R$)
Total declarado
em 2012 (em R$)
PT
35,8 milhões
219,8 milhões
255,6 milhões
PMDB
118,8 milhões
(*)
118,8 milhões
PSDB
96,7 milhões
(*)
96,7 milhões
PSB
72,46 milhões
(*)
72,4 milhões
PP
17,72 milhões
23,5 milhões
41,2 milhões
DEM
39,7 milhões
(*)
39,7 milhões
PSD
26,2 milhões
(*)
26,2 milhões
PC do B
19,79 milhões
(*)
19,79 milhões
PRB
6,7 milhões
10,9 milhões
17,7 milhões
PDT
não declarou
14,1 milhões
14,1 milhões
(*) Declarou junto com o exercício de 2012 doações especificamente para as eleições de 2012
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral 





Ex-ministros do TSE opinam
Para o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral Torquato Jardim as empresas doadoras acabam sendo beneficiadas pelos candidatos eleitos (veja no vídeo ao lado).
“O grande desafio é evitar a grande retribuição do favor do financiamento de campanha. São os favorecimentos nas licitações, todas as licitações, é o grande favorecimento nos empréstimos subsidiados do Banco do Brasil, da Caixa Econômica, do Banco do Nordeste. Aí é que está o grande retorno do investimento. Grandes empresas estatais do setor produtivo ou do setor financeiro comprando ações de empresas privadas para saldar dívidas da empresa para alavancar projetos de investimento da empresa privada. Esse é o grande desafio”, disse.
Para corrigir eventuais distorções e irregularidades em licitações, o ex-ministro do TSE Arnaldo Versiani defende proibir doações de empresas privadas e manter os repasses de pessoas físicas. Os dados mostram, porém, que os cidadãos comuns representam menos de 2% do que os partidos arrecadaram.
“Há sempre uma presunção de que esses candidatos, se eleitos, possam, no exercício de qualquer mandato, ter um maior vínculo com essas empreiteiras [...] Então, eu acho que essa distorção poderia ser evitada, ou seja, acabar com o financiamento de pessoas jurídicas e manter o financiamento privado exclusivamente com recursos de pessoas físicas sujeitos a um determinado limite”, disse.
globo.com