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domingo, 17 de maio de 2015

Empresas têm controle de convocações da Seleção, diz jornal

A maioria dos torcedores pelo menos imagina que há mais critérios para a convocação de atletas à Seleção Brasileira do que simplesmente seu desempenho dentro de campo. Destaque internacional dos jogadores, marketing e outras variáveis fazem parte da realidade do futebol . Mas, neste sábado, foram revelados contratos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com empresas que podem penalizar financeiramente a entidade caso os nomes de maior destaque, como Neymar, não sejam chamados para amistosos do time canarinho.

  Conforme informou o jornal O Estado de S. Paulo, a CBF tem vínculos com as empresas International Sports Events (ISE) e Pitch International, que pagam à entidade para organizar amistosos da Seleção, mas, como contrapartida, exigem que as convocações sejam enviadas a elas com 15 dias de antecedência. Caso os atletas do "Time A" (com mais apelo de marketing, condições técnicas e reputação) não estejam na relação e sua ausência não seja justificada por laudo médico, os grupos podem multar a Confederação em 50% da cota paga por amistoso, cujo valor total é de aproximadamente R$ 3,1 milhões.
 Foto: Mowa Press / Divulgação
Dunga é o atual responsável por comandar a Seleção Brasileira dentro de campo
Foto: Mowa Press / Divulgação
Mesmo em caso de contusão de alguma das principais peças do grupo verde e amarelo, a CBF é obrigada, por contrato, a substituí-lo por algum atleta de nível similar nos critérios descritos acima.
 Foto: Bruno Domingos/Mowa Press / Divulgação
Neymar seria do chamado "Time A" das empresas que influenciariam nas convocações
Foto: Bruno Domingos/Mowa Press / Divulgação
O contrato com a ISE, que contém as cláusulas citadas, tem duração estipulada até 2022, com prioridade de renovação de 90 dias. Sendo assim, os amistosos de preparação para as Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, também serão explorados pelo grupo.
 Foto: Nelson Almeida / AFP
José Marin e Del Nero: ex e atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol
Foto: Nelson Almeida / AFP
O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, saiu em defesa do vínculo firmado em 2006, na administração de Ricardo Teixeira, que precedeu seu antecessor, José Maria Marin. Para o dirigente, o acordo evita que a entidade máxima do futebol brasileiro tenha prejuízo em amistosos com públicos baixos e garante que tais partidas sejam garantia de receita.
"Nós fazemos o possível para cumprir os contratos. Quando nós chegamos já tinha esse contrato, então temos de cumprir. Eu não chego a dizer que esse contrato é ruim. Porque quando a gente jogava no Brasil não chegava a tirar esse valor (de R$ 3,1 milhões). Se analisarmos, hoje o contrato é bom", declarou Del Nero, em entrevista ao jornal. O presidente garantiu, entretanto, que todas as cotas de transmissão dos amistosos são embolsadas pela CBF.

 Foto: Rafael Ribeiro/ CBF / Divulgação
Dunga, Marco Polo Del Nero e Gilmar Rinaldi são os "homens fortes da CBF" atualmente
Foto: Rafael Ribeiro/ CBF / Divulgação

terra.com

Governo corta Bolsa Família de 9 mil na PB

Governo corta Bolsa Família de 9 mil na PB
Buscando suprir as necessidades básicas dos seus lares, 524.779 famílias paraibanas, em situação de pobreza e de extrema pobreza, eram beneficiárias do Programa Bolsa Família (PBF) em 2014, mas esse ano 9.053 delas deixaram de ser assistidas pelo programa. A informação é do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e segundo os dados fornecidos o corte aconteceu em virtude da ascensão social e da não atualização do cadastro das pessoas que recebiam o benefício.


Na Paraíba, a revisão cadastral tinha como público inicial 38.735 famílias, conforme o MDS. Essa é uma rotina obrigatória, feita pelas prefeituras a cada dois anos com o objetivo de verificar a renda dos usuários do PBF. A última delas foi realizada no ano passado e as pessoas tiveram até fevereiro deste ano para atualizarem seus cadastros. As famílias que não fizeram esse procedimento e as que não tinham mais a necessidade de transferência direta de renda por parte do governo saíram do programa.


Com medo de fazer parte dessa estatística e ter o rendimento da sua família comprometido, a dona de casa Maria Izabel, 29 anos, que mora no bairro do Glória, em Campina Grande, procurou se recadastrar e não teve seu benefício cortado. Ela é mãe de três filhos e está grávida do terceiro. Sem ter nenhuma outra fonte de renda, é com os R$ 217,00 que recebe do PBF que ela ajuda o seu esposo, auxiliar de serviços gerais, a sustentar a família. “Deus me livre ficar sem o Bolsa Família. Sempre procuro estar em dia com meu cadastro para não perdê­lo”, destacou.


O Bolsa Família integra apenas as famílias consideradas pobres (com renda mensal por pessoa entre R$ 77,01 e R$ 154) e as extremamente pobres (com renda mensal por pessoa de até R$ 77). Os critérios são utilizados para compor o cadastro, e a parcela mensal que os beneficiários recebem é variável. Ela é feita tomando como base a renda mensal por pessoa, o número de integrantes, o total de crianças e adolescentes de até 17 anos e a existência de gestantes.


pb agora

Dilma reúne ministros em Brasília para definir corte no Orçamento Governo tem até a próxima sexta (22) para divulgar valores do bloqueio. Em meio a ajuste, expectativa é de corte maior que em anos anteriores.


A presidente Dilma Rousseff e os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante, (esq.) e da Fazenda, Joaquim Levy, (dir.) em imagem de arquivo (Foto: José Cruz/ABr)

A presidente Dilma Rousseff e os ministros da
Casa Civil, Aloizio Mercadante, (esq.) e da Fazenda,
Joaquim Levy, (dir.) em imagem de arquivo
(Foto: José Cruz/ABr)

A cinco dias do prazo para anunciar o corte no Orçamento, a presidente Dilma Rousseff se reúne neste domingo (17) com ministros no Palácio da Alvorada, residência oficial em Brasília, para definir o valor do bloqueio.

Tecnicamente chamado contingenciamento, o corte deve ser anunciado 30 dias corridos após a sanção pela presidente do Orçamento aprovado no Congresso Nacional. Com isso, o anúncio tem de ocorrer até a próxima sexta (22). O corte consiste em retardar ou "inexecutar" parte da programação de despesas prevista na Lei Orçamentária em função da insuficiência de receitas.

A expectativa é que participem do encontro no Alvorada os ministros da chamada "junta orçamentária", equipe formada por Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Aloizio Mercadante (Casa Civil). A reunião está prevista para começar às 18h.

Em meio às medidas de ajuste fiscal para reduzir gastos e reequilibrar as contas públicas, a presidente Dilma afirmou em março deste ano que o corte no Orçamento será "significativo".



Durante evento no Rio Grande do Sul, ela disse ser "fundamental" que o governo cumpra a meta de superávit primário (economia feita pelo governo para pagar juros da dívida pública) correspondente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB), anunciada pelo ministro Joaquim Levy ainda no ano passado.

Reuniões
Ao longo das últimas semanas, Dilma tem se reunido com o vice-presidente Michel Temer e ministros das mais diversas áreas para discutir os cortes. Após um desses encontros, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, chegou a afirmar que a presidente analisaria "pessoalmente" os cortes em cada pasta.

Em 25 de abril, por exemplo, durante reunião convocada no Palácio da Alvorada para definir o pacote de investimentos em infraestrutura, Dilma pediu aos ministros presentes – entre eles Nelson Barbosa (Planejamento), Eliseu Padilha (Aviação Civil) e Eduardo Braga (Minas e Energia) – que elaborassem documentos para apresentar os projetos prioritários de cada pasta a fim de não prejudicá-los com o contingenciamento.


globo.com

Ministério da Saúde confirma nova doença transmitida pelo mosquito da dengue Transmitido pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito da dengue, o vírus zika já infectou 16 pessoas em dois Estados brasileiros.

A febre zika, transmitida pelo Aedes aegypti, tem sintomas parecidos com os da dengue.
A febre zika, transmitida pelo Aedes aegypti, tem sintomas parecidos com os da dengue. / Divulgação
O Ministério da Saúde confirmou na quinta-feira (14),  a circulação de um novo vírus no país -- o zika. Até agora, há dezesseis casos de infecção causados pelo agente. Transmitida pelo Aedes aegypti, mesmo mosquito da dengue, da chicungunya e da febre amarela, a doença causa dores nas articulações, no corpo e na cabeça, febre, náuseas e diarreia. Há algumas peculiaridades da infeção pelo zika, porém: o doente sofre de fotofobia, conjuntivite e erupções na pele. De acordo com especialistas, a infecção causada pelo zika é mais branda em relação a dengue e a chikungunya -- não há registro de morte.
Os primeiros sintomas da infecção pelo zika aparecem entre três a doze dias após a picada do mosquito e duram de quatro dias a uma semana. Ainda não se sabe como o vírus, originário da África, chegou ao Brasil. Mas os pesquisadores acreditam que ele tenha chegado ao país por meio de turistas durante a Copa do Mundo.
Perigo de coinfecção - Segundo a virologista Claudia Nunes Duarte dos Santos, chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Instituto Carlos Chagas do Paraná, é fundamental agora investigar o impacto da coinfecção entre o Zika, o vírus da dengue e vírus chikungunya. "Não temos ainda como medir as consequências da coinfecção ou de infecções sucessivas dos três vírus em um mesmo paciente", explicou.
Os casos do Rio Grande do Norte já haviam sido analisados e confirmados por cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Paraná. A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) havia enviado para a fundação 21 amostras suspeitas de Natal. Destas, oito foram confirmadas. Na Bahia, houve a confirmação de mais oito pessoas infectadas pelo zika no município de Camaçari.
Tratamento - Assim como as outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, o tratamento da febre zika é sintomático e baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) para febre e dor. Assim como na dengue, não é indicado o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) e medicamentos anti-inflamatórios devido ao alto risco de complicações hemorrágicas.

acritica.net

Vitamina B3 reduz risco de câncer de pele Os voluntários tratados com nicotinamida tiveram uma redução de 23% na probabilidade de ter a doença em comparação com quem recebeu placebo.

Imagem microscópica de câncer de pele. Apesar da novidade, proteção solar continua sendo a melhor arma contra a doença.
Imagem microscópica de câncer de pele. Apesar da novidade, proteção solar continua sendo a melhor arma contra a doença. / Duncan Smith / Think Stock
A vitamina B3 é capaz de reduzir o risco de câncer de pele do tipo não-melanoma em até 23%. É o que mostra um estudo divulgado durante uma conferência da American Society of Clinical Oncology, realizada nos Estados Unidos.
Para a pesquisa, foram acompanhados 386 pacientes diagnosticados com, pelo menos, dois cânceres de pele- tais como carcinoma de células basais e carcinoma de células escamosas - nos últimos cinco anos. Metade dos participantes recebeu 500 miligramas do suplemento duas vezes por dia -- o outro grupo recebeu placebo.
Segundo os resultados, os voluntários, com idades entre 30 e 91 anos, toleraram bem o tratamento. Quando eles deixaram de tomar a vitamina B3, o risco de contrair câncer de pele subiu novamente cerca de seis meses mais tarde -- indicando que o benefício só pode ser adquirido se os suplementos são tomados de forma contínua.
"Esta é a primeira evidência clara de que podemos reduzir o câncer de pele usando uma simples vitamina, ao lado de proteção do sol sensata", afirmou Diona Damian, professora de dermatologia na Universidade de Sydney e autora principal da pesquisa.
Os pesquisadores ressaltaram que o estudo utilizou um tipo de vitamina B3 chamado nicotinamida e não do ácido nicotínico, uma outra forma comum de vitamina B3, geralmente associada a efeitos secundários, como rubor e pressão arterial baixa.
"Isso está pronto para ir direto para os consultórios", garantiu Damian. A pesquisadora alertou, porém, que o tratamento não foi testado como um remédio ou estratégia de prevenção para o público em geral. O filtro solar continua sendo a principal arma contra o câncer de pele.
O câncer de pele não-melanoma é considerado o mais frequente no Brasil e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no país, com 130 000 novos casos por ano.

acritica.net

Novo veículo sem condutor da Google quase pronto a circular

Carro tem o mesmo software do anterior modelo Lexus RX450h, mas desta vez vem também instalado com volante removível, acelerador de pedal e pedais de freio


Os novos veículos sem condutor da Google estão quase prontos para serem testados nas estradas públicas. Segundo uma publicação do diretor do projeto, Chris Urmson, as estradas de Mountain View, na Califórnia, onde a empresa está sediada, serão brevemente frequentadas pelos protótipos dos veículos.  
 

Ao contrário da última versão dos veículos, estes carros estão instalados com um volante removível, um acelerador de pedal, bem como pedais de freio.  

No entanto, os protótipos estão instalados com o mesmo software que é usado pelos carros sem condutor do modelo Lexus RX450h, que serviu como base de investigação para um carro totalmente original.  




Urmson descreve o modelo, que já registou milhares de quilómetros de estrada, como uma "típica experiência de condução de qualquer americano com 75 anos". 
“Estamos ansiosos para ver como é que a comunidade percebe e interage com os veículos para descobrir desafios que são únicos para um veículo sem condutor- por exemplo onde é que o carro deve parar se o local destinado para estacionar estiver congestionado ou em construção. Nos próximos anos, gostaríamos de realizar pequenos projetos piloto com os nossos protótipos para aprender o que é que as pessoas gostariam de fazer com veículos como este.”
Ainda no início desta semana, foi noticiado que os veículos sem condutor do Google estiveram envolvidos em 11 acidentes, mas a empresa afirma que não tinham quaisquer falhas .  

tvi24.iol.pt

Gastos novos aprovados na Câmara podem gerar novos impostos, alerta ministro Levy



Ministro afirmou que precisará ser mais rígido com as contas caso o ajuste não atenda o esperado. Foto: Fotos Públicas
Ministro afirmou que precisará ser mais rígido com as contas caso o ajuste não atenda o esperado. Foto: Fotos Públicas
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu neste sábado, em Florianópolis (SC), que a aprovação das medidas de ajuste fiscal na Câmara fora do tamanho esperado poderá fazer com que o governo realize um contingenciamento maior do que o inicialmente previsto. "Isso pode nos levar a ter de reduzir as despesas ainda mais", disse em entrevista a jornalistas.

Segundo ele, uma alternativa a esta situação, para garantir o cumprimento da meta fiscal de 1,2% do PIB, seria aumentar impostos. "Toda vez que se cria um gasto novo obviamente está se contratando novos impostos", disse, ao comentar o fato de a Câmara ter flexibilizado as medidas provisórias 664 e 665, que endurecem o acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários. Os textos ainda serão apreciados pelo Senado. "Por isso é muito importante na hora em que as coisas forem votadas não estar se criando novos gastos, às vezes até no médio prazo, porque isso deve criar (a necessidade de) novos impostos."

Ao ser perguntado sobre o fato de os deputados terem aprovado uma emenda que cria uma alternativa ao fator previdenciário - o que em tese facilitaria a aposentadoria dos brasileiros e prejudicaria a situação fiscal principalmente no médio e longo prazos - Levy disse que, dentro do governo, há uma percepção de que não há espaço para novas despesas, nem no curto prazo nem no futuro mais distante.

"O médio prazo dá uma indicação para quem vai investir", afirmou. "E qualquer desvio de despesa no médio prazo também tem impacto na taxa de juros, com repercussão para investimento muito grande."

Levy também disso que o Ministério da Previdência está "fazendo contas" para orientar debate sobre o fator previdenciário que vai ao Senado. "O sentimento é que tirar (Fator Previdenciário) vai aumentar as despesas de forma significativa no médio prazo, mas o Ministério da Previdências está calculando quanto seria", disse. Depois, voltou a frisar que a preocupação do governo federal é "não criar novos gastos que gerem novos impostos".

diariodepernambuco.com

domingo, 10 de maio de 2015

Relatório revela queda no que índice de chuvas e aumento no consumo de energia na PB

Relatório  revela queda no que índice de chuvas e aumento no consumo de energia na PB
 Desde o começo do ano que o Brasil tem enfrentando uma crise no setor elétrico provocada em decorrência da diminuição de água. A crise não atinge apenas  São Paulo, Rio de Janeiro e Mnas Gerais, mais principalmente, a região do Nordeste.  Um relatório divulgado essa semana pelo órgão responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), não é nada animador para à Paraíba. O documento revela queda no que índice de chuvas e aumento no consumo de energia no Estado.

O órgão que insere o Sistema Interligado Nacional (SIN), sob a fiscalização e regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mostrou que a situação do Nordeste o volume de chuvas deste ano deve ser equivalente a 59% da média histórica.

Os reservatórios deverão terminar o mês com o equivalente a 26,8% da capacidade de armazenamento, inferior aos atuais 27,10%.

O ONS desenvolve uma série de estudos e ações a serem exercidas sobre o sistema e seus agentes para manejar o estoque de energia de forma a garantir a segurança do suprimento contínuo em todo o País. O Operador Nacional é constituído por membros associados e membros participantes, constituídos por empresas de geração, transmissão, distribuição e consumidores livres de grande porte. Também participam importadores e exportadores de energia, além do Ministério de Minas e Energia (MME).

Aumenta consumo - No Subsistema Nordeste, os valores de carga de energia verificados em abril/15 indicam crescimento de 5,5%, em relação aos valores do mesmo mês do ano anterior, no tocante ao aumento no consumo de energia. Com relação a março/15, verificasse uma variação positiva de 0,4%. No acumulado dos últimos 12 meses o Nordeste apresentou um crescimento de 4,0%, em relação ao mesmo período anterior.

A expansão do consumo de energia nos segmentos residencial e comercial desse subsistema vem sofrendo menor impacto da conjuntura adversa, o que tem contribuído para o desempenho da carga desse Subsistema. A variação positiva de 6,0% da carga ajustada confirma essas afirmações.

Segundo a Agência Executiva de Gestão de Águas da Paraíba (Aesa), onze açudes paraibanos estão secos e outros 24 estão abaixo de 5% da sua capacidade 
  PBAgora

Sem recursos, gestores descumpre Lei de Acesso a Informação Tribunal de Contas envia para CGU lista de gestores punidos por não cumprirem a no

Mais de 100 municípios paraibanos podem ficar sem receber verbas federais e estaduais para realização de obras e execução de programas. É que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) enviou para à Controladoria Geral da União (CGU) a relação dos gestores multados por descumprirem a Lei Complementar 131/2009, que institui a obrigatoriedade do Portal da Transparência e de Acesso à Informação na administração pública.

 De acordo com o vice-presidente do TCE e coordenador do Fórum Paraibano de Combate à Corrupção (Focco), o conselheiro André Carlo Torres, a CGU tem papel fundamental neste processo, porque é quem irá informar aos ministérios e a Caixa Econômica Federal a situação desses municípios, que correm sérios riscos de ficar impedidos de receber transferências voluntárias de recursos federais e estaduais através de convênios e contratos.

No caso do bloqueio, os recursos só voltarão a serem liberados depois que houver comprovação que os gestores atenderam às exigências da Lei da Transparência. O conselheiro explicou que desde o ano passado o TCE internalizou o acompanhamento desta questão, que vinha sendo feita pelo Focco, com a inserção da avaliação das “Praticas de Transparência da Gestão e de Acesso à Informação”, por meio de inspeções especiais.

portal correio

Investimentos da Petrobras devem cair até 41%


Aldemir Bendine é presidente da Petrobras
Foto: Fabio Rossi/24-4-2015
Aldemir Bendine é presidente da Petrobras - Fabio Rossi/24-4-2015
RIO - A promessa do pré-sal não fará mais da Petrobras a principal locomotiva do crescimento econômico do país nos próximos anos. No novo Plano de Negócios de 2015 a 2019, que, segundo fontes, deve ser divulgado no dia 10 de junho, a estatal vai pisar no freio na tentativa de reduzir o seu nível de endividamento. Os investimentos vão oscilar de US$ 129 bilhões (R$ 387 bilhões) a US$ 141 bilhões (R$ 423 bilhões) no período, conforme dados da própria companhia. Esse será o menor nível de investimentos desde a crise global de 2008 e representará uma queda de até 41% em relação ao Plano anterior, de 2014 a 2018, de US$ 220,6 bilhões (R$ 661,8 bilhões).
O efeito, que será sentido por toda a economia e em especial na cadeia de fornecedores, vai afetar o nível de produção de petróleo: mais uma vez a companhia não conseguirá atingir suas metas, o que já vem ocorrendo desde 2003, no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva. O novo plano, que é aguardado com expectativa pelo mercado, vai priorizar ainda mais a área de Exploração e Produção (E&P), que ficará com 80% dos recursos, contra os 70% do plano anterior. Esse avanço vai na direção contrária ao segmento de refino, já que a estatal adiou a conclusão das obras do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), em Itaboraí, e da segunda unidade da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Segundo fontes, somente a conclusão do Comperj custaria mais R$ 5 bilhões, com a previsão de nova licitação para concluir os 14% restantes da obra, um processo que levaria, no mínimo, dois anos.


http://globo.com

Governo pode obter ressarcimento de até R$ 1,4 bi dos planos


  • Operadoras terão de ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) por procedimentos - Foto: Lúcio Távora | Ag. A TARDE
    Operadoras terão de ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) por procedimentos
Os planos de saúde deverão pagar mais ao governo pelos atendimentos prestados a pessoas asseguradas pela rede privada atendidas no sistema público. O ressarcimento poderá chegar a R$ 1,4 bilhão em 2015, referente à previsão de notificações, no que deve ser descontado percentual que as empresas de saúde possam vir a ganhar com recursos administrativos. O ministro da Saúde, Arthur Chioro, apresentou, nesta sexta-feira, 8, as novas regras de reembolso, durante coletiva na sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no Rio.
A partir de agora, as operadoras terão de ressarcir o Sistema Único de Saúde (SUS) por procedimentos de média e alta complexidade, como radioterapia, quimioterapia, cateterismo cardíaco, cirurgia de catarata e hemodiálise feitas por usuários dos planos na rede pública. Esses procedimentos são feitos por Autorização para Procedimento Ambulatorial (Apac) e sua cobrança será imediata, referente ao período de janeiro a março de 2014.
O reembolso das operadoras ao SUS já acontecia, mas só quanto às Autorizações de Internação Hospitalar (AIH), que representam um percentual menor em relação ao número de procedimentos. No primeiro trimestre do ano passado, por exemplo, foram identificadas 76.258 AIHs e 113.693 Apacs. As AIHs significaram, no período, R$ 180,9 milhões, enquanto que as Apacs, R$ 173 milhões, totalizando R$ 354 milhões em três meses. Segundo o ministro, se forem tomados estes números como base, se chegará ao final do ano em cerca de R$ 1,4 bilhão em notificações, valor que poderá ser menor, por causa dos recursos administrativos das operadoras.
"Trata-se, em primeiro lugar, de cumprir a legislação. De aperfeiçoar um processo que está previsto, de ressarcimento, daqueles serviços que são prestados pelo SUS às pessoas que têm plano de saúde. Não se trata de cobrar nada do usuário, mas fazer com que as operadoras devolvam ao SUS aquilo que é prestado para os seus clientes. Já fizemos isso com as internações hospitalares e agora damos mais um passo, fazendo o ressarcimento dos procedimentos de alto custo ambulatoriais", disse o ministro.
Chioro ressaltou que o objetivo é gerar caixa para beneficiar o sistema público, que atende a grande maioria dos brasileiros. "Pretendemos usar esses recursos para melhorar ainda mais o atendimento para os pacientes que dependem exclusivamente do SUS e ajudar as prefeituras, os governos estaduais e as santas casas a pagarem suas contas e garantirem uma oferta de qualidade para a população."
Apesar de cobrar mais dos planos de saúde, o ministro ressaltou que não deverá haver aumento no valor pago pelos clientes, pois esses gastos já estão previstos na contabilidade das empresas. "Não vejo possibilidade de aumento nos planos, por dois motivos. Primeiro, porque isso está na Lei [9.656/1998]. Todo mundo sabe que é a regra do jogo. E depois, porque é justo. Se trata de uma prestação de serviços que as operadoras têm obrigação de fazer, prevista em contrato, e não faz sentido elas deixarem de fazer e apresentarem a conta para o SUS pagar." Segundo ele, os recursos arrecadados irão para o Fundo Nacional de Saúde. Outra novidade, é que, a partir de agora, as operadoras serão notificadas eletronicamente e a ANS passará a cobrar juros sobre os valores que devem ser reembolsados, a partir da notificação, o que deverá reduzir o adiamento do pagamento.
A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), divulgou nota após a coletiva do ministro, explicando que é necessário que suas associadas recebam a regulação e tenham um prazo estabelecido para análise da listagem enviada pela ANS com o nome dos clientes atendidos pelos SUS, chamada de Aviso de Beneficiários Identificados (ABI). Segundo a entidade, a listagem apenas identifica os beneficiários que foram atendidos na rede pública e os atedimentos feitos.
Segundo a FenaSaúde, não é feita nenhuma análise se o beneficiário teria direito àquele atendimento pelo plano de saúde. "Essa análise será feita pela operadora de plano de saúde, que após receber os avisos de que seus beneficiários foram atendidos no SUS, terá o prazo de trinta dias para analisar e verificar se as cobranças são procedentes, caso constate que o beneficiário identificado, por algum motivo, não teria direito àquela cobertura pelo plano de saúde", informou na nota.
A entidade informou alguns exemplos de ABI improcedentes: beneficiário está em carência ou no período de cobertura parcial temporária (CPT), o atendimento foi prestado a um homônimo, acidente de trabalho não coberto no contrato, beneficiário já foi excluído do plano e o evento feito no SUS não é coberto pelo plano de saúde.

uol.com

Vacina contra a gripe evita internações e mortes, diz Arthur Chioro Campanha de vacinação começou no último dia 4 e vai até 22 de maio. Até lá, o ministério pretende vacinar 80% de cerca de 49,7 milhões de brasileiros que compõem o público-alvo

    Foto: Agência Brasil
Postos de saúde abriram neste sábado para o Dia D da Campanha de Vacinação contra a Gripe
Postos de saúde abriram neste sábado para o Dia D da Campanha de Vacinação contra a Gripe
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, disse neste sábado (9) que a vacina contra a gripe pode evitar 45% das internações e 75% das mortes por complicações da doença. O ministro participou de mobilização do Dia D da Campanha de Vacinação contra a Gripe, em Porto Alegre. A campanha começou no último dia 4 e vai até 22 de maio. Até lá, o ministério pretende vacinar 80% de cerca de 49,7 milhões de brasileiros que compõem o público-alvo. De acordo com Chioro, eventuais relatos de falta de vacina em alguns municípios são ocorrências pontuais. Ele reafirmou que não faltará vacina no país.
“Em alguns lugares há uma grande adesão. Então eventualmente é preciso remanejar, trazer vacinas do outro posto, esperar o dia seguinte. Mas são fenômenos muito pontuais. O número de pessoas programado para vacinar é algo entre 40 milhões, 41 milhões de brasileiros. Nós adquirimos 54 milhões de doses. Todas elas já estão com a gente e estão sendo distribuídas de acordo com o cronograma. Em todo o Brasil, não faltará vacina”, garantiu o ministro da Saúde. Segundo ele, as vacinas disponíveis na rede pública estão de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A composição da vacina contra a gripe é atualizada a cada ano, de acordo com os vírus circulantes, para garantir a eficácia do medicamento. Em 2015, a vacina disponibilizada pelo Ministério da Saúde contém três cepas (tipos) de vírus em combinação: um vírus simular ao Influenza A/California, um similar ao Influenza A/Switzerland e um similar ao Influenza B/Phuket. Questionado sobre o fato de clínicas particulares disponibilizarem uma vacina com quatro cepas – além dos três, contém o Influenza B/Bribane - Chioro reforçou que a vacina do governo é eficaz.
“Nós temos absoluta convicção de que a vacina fornecida à população brasileira não só dá a proteção necessária, como é extremamente segura”, afirmou. O ministro convocou a população que faz parte do público-alvo a comparecer aos cerca de 65 mil postos de vacinação em todo o país. Devem ser imunizadas crianças de 6 meses a menores de 5 anos, idosos, trabalhadores da saúde, gestantes, mulheres no período de até 45 dias após o parto, presos e funcionários do sistema prisional. A vacina contra a gripe é contraindicada para pessoas com histórico de reação anafilática a outras doses ou para quem tem alergia grave a ovo de galinha e derivados.
Em Brasília, o posto de saúde da quadra 905 Norte, no Plano Piloto, região central da capital federal, recebeu um público formado por gestantes, crianças, mas principalmente idosos. Em alguns momentos houve filas, mas o atendimento fluiu com agilidade. Algumas crianças maiores de 5 anos garantiram a imunização, mesmo não fazendo parte do público-alvo.
A pesquisadora da Fundação Nacional do Índio (Funai) Sônia Maria de Paula, 65 anos, se vacinou e tentou convencer o neto José Victor Ribeiro de Paula, 10 anos, a fazer o mesmo. O menino, no entanto, preferiu tomar a vacina em outro dia.
“Como ele viaja comigo a trabalho, já foi para a aldeia, queria que ele se vacinasse para não transmitir para os índios”, contou Sônia, que ainda pretendia voltar ao posto em outra ocasião com José Victor. Para a pesquisadora, que se vacina anualmente, a imunização contra a gripe é importante. “Você evita pneumonia e doenças mais fortes”, comentou.
A aposentada Maria José Mussoi, 71 anos, também vai ao posto para se imunizar todo ano. “Fiquei sabendo [da campanha] porque todo ano a gente espera. Estava até preocupada, achando que estava demorando”, brincou.

tribunahoje.com