nozes na frita
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Homem veste roupa coberta com fatias de pão e atrai centenas de gaivotas em praia nos EUA
Um homem foi flagrado na praia de Santa Mônica, na Califórnia, nos Estados Unidos, usando uma roupa coberta com fatias de pão.
A iniciativa atraiu ao local um bando formado por centenas de aves, que tentavam se aproximar do americano para comer um pedacinho de pão, de acordo com informações do jornal The Sun desta sexta-feira (5-10).
Apesar da possibilidade do rapaz vestido “de pão” ser o dublê de um famoso ator de cinema e a praia servir de cenário para um filme, banhistas que estavam em Santa Mônica reclamaram do excesso debarulho e sujeira causados pelos pássaros que, literalmente, invadiram a praia.
globo.com
Justiça britânica aceita ação de quenianos Jane Muthoni Mara, Paulo Muoka Nzili e Wambugu Wa Nyingi afirmam ter sofrido abusos sexuais em campos de detenção em 1950
- Quênia: pessoa morre e igrejas são saqueadas
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Um tribunal britânico aceitou nesta sexta-feira a demanda apresentada contra o Reino Unido por três quenianos do movimento "Mau Mau" que afirmam ter sido vítimas de crimes durante a era colonial no Quênia.
O juiz do Tribunal Superior de Londres, Richard McCombe, considerou que "um julgamento justo nesta parte do caso continua sendo possível e que as provas das duas partes continuam sendo consideravelmente convincentes para que o tribunal possa desenvolver sua tarefa de maneira satisfatória".
A decisão foi anunciada três meses depois da ação ter sido examinada em uma audiência de 15 dias. Jane Muthoni Mara, Paulo Muoka Nzili e Wambugu Wa Nyingi, que não compareceram nesta sexta-feira ao tribunal, afirmam ter sofrido torturas e abusos sexuais em campos de detenção durante o levante Mau Mau contra os colonizadores britânicos nos anos 1950.
Segundo os advogados, Mara foi vítima de abusos sexuais, Nzili foi castrado e Nyingi duramente agredido.
Os três querem um pedido de desculpas do governo britânico e a criação de um fundo para as vítimas. O julgamento pode estabelecer jurisprudência para quase mil quenianos que foram vítimas de repressão e continuam vivos.
A brutal repressão da revolta Mau Mau provocou mais de 10.000 mortes entre 1952 e 1960, três anos antes da independência do Quênia. Dezenas de milhares de pessoas foram presas, incluindo o avô do presidente dos Estados Unidos Barack Obama.
band.com
STF – Julgamento do Mensalão : Ministro Ricardo Lewandowski diz que José Dirceu não cometeu corrupção ativa
O ministro-revisor da Ação Penal 470, Ricardo Lewandowski, conclui seu voto referente ao Capítulo 6, que trata da compra de apoio político.Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu está sendo inocentado da acusação de corrupção ativa pelo revisor da Ação Penal 470, ministro Ricardo Lewandowski. Apesar de ainda não ter proclamado oficialmente seu voto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) já disse que não há provas da participação de Dirceu na distribuição de dinheiro a políticos da base aliada ao governo entre 2003 e 2004, esquema conhecido como mensalão.
“Não afasto a possibilidade que José Dirceu tenha, de fato, participado desses eventos, não descarto que foi até mentor da trama criminosa, mas o fato é que isso não encontra ressonância na prova dos autos”, disse Lewandowski. O ministro abriu a trigésima segunda sessão de julgamento da ação penal nesta quinta-feira (4) com o voto sobre Dirceu. Ontem (3), ele votou sobre os outros nove réus dessa etapa, condenando cinco e absolvendo quatro do crime de corrupção ativa.
Lewandowski criticou o trabalho do Ministério Público Federal (MPF), dizendo que a acusação partiu de “ilações e conjecturas” e não individualizou os crimes imputados a Dirceu. “O que tem são testemunhos, muito colhidos em CPI [comissão parlamentar de inquérito], alguns na Polícia Federal, muitos deles, senão a maioria, desmentidos cabalmente diante de um magistrado togado”. Com informações da Agência Brasil
noticias.portalbraganca
Saques são Limitados para Evitar Compra de Votos em Roraima
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PF diz ter indícios de que dinheiro apreendido iria para o PT
Um delegado da Polícia Federal afirmou ontem possuir indícios de que o R$ 1,1 milhão apreendido anteontem num aeroporto no interior do Pará seria destinado à campanha do PT de Parauapebas.
O juiz eleitoral que apreendeu o dinheiro disse à PF que presenciou a fuga do coordenador da campanha petista do aeroporto assim que percebeu a chegada de policiais civis e militares.
Em seguida, um monomotor aterrissou e as notas foram apreendidas.
Um dos que carregavam o dinheiro no avião disse ao juiz que as mochilas seriam entregues a Alex Ohana, ex-secretário municipal de Saúde e atual coordenador da campanha petista. O partido comanda a cidade há oito anos, com Darci Lermen, e agora disputa a prefeitura com José Couto.
"Há veementes indícios de prática crimes eleitorais", disse à Folha o delegado da PF Antônio Carvalho.
"Checamos junto aos vigilantes e ao pessoal da Infraero e realmente o Alex [Ohana] estava no aeroporto e, quando viu o juiz, ele 'vazou'", afirmou Carvalho.
O autor da fotografia que mostra o dinheiro apreendido cedeu a imagem à reportagem sob a condição de não ser identificado.
Ontem, um empresário da cidade que se identificou à polícia como dono do dinheiro, cerca de R$ 1,1 milhão, disse que parte desse recurso seria destinado a um partido político, mas não disse qual.
Segundo João Vicente, proprietário da empresa White Tratores, o dinheiro apreendido tem origem legal e seria usado, principalmente, para pagamento de funcionários.
"Aqui em Parauapebas o pessoal está doido atrás de dinheiro [para campanhas]. Houve pessoas que me procuraram pedindo."
O empresário não quis detalhar os pedidos e disse apenas que tem sido assediado.
"Não foi só uma pessoa que estava me procurando, então não quero fazer acusações."
A advogada da empresa, Betânia Viveiros, porém, havia dito que o dinheiro seria usado para "pagamentos de funcionários e credores".
A coordenação da campanha de Couto disse não saber se Alex Ohana estava no aeroporto e afirmou que vincular a presença dele à apreensão do dinheiro é apenas uma "especulação forte", pois a movimentação de pessoas é intensa no local.
Folha /pb agora
O juiz eleitoral que apreendeu o dinheiro disse à PF que presenciou a fuga do coordenador da campanha petista do aeroporto assim que percebeu a chegada de policiais civis e militares.
Em seguida, um monomotor aterrissou e as notas foram apreendidas.
Um dos que carregavam o dinheiro no avião disse ao juiz que as mochilas seriam entregues a Alex Ohana, ex-secretário municipal de Saúde e atual coordenador da campanha petista. O partido comanda a cidade há oito anos, com Darci Lermen, e agora disputa a prefeitura com José Couto.
"Há veementes indícios de prática crimes eleitorais", disse à Folha o delegado da PF Antônio Carvalho.
"Checamos junto aos vigilantes e ao pessoal da Infraero e realmente o Alex [Ohana] estava no aeroporto e, quando viu o juiz, ele 'vazou'", afirmou Carvalho.
O autor da fotografia que mostra o dinheiro apreendido cedeu a imagem à reportagem sob a condição de não ser identificado.
Ontem, um empresário da cidade que se identificou à polícia como dono do dinheiro, cerca de R$ 1,1 milhão, disse que parte desse recurso seria destinado a um partido político, mas não disse qual.
Segundo João Vicente, proprietário da empresa White Tratores, o dinheiro apreendido tem origem legal e seria usado, principalmente, para pagamento de funcionários.
"Aqui em Parauapebas o pessoal está doido atrás de dinheiro [para campanhas]. Houve pessoas que me procuraram pedindo."
O empresário não quis detalhar os pedidos e disse apenas que tem sido assediado.
"Não foi só uma pessoa que estava me procurando, então não quero fazer acusações."
A advogada da empresa, Betânia Viveiros, porém, havia dito que o dinheiro seria usado para "pagamentos de funcionários e credores".
A coordenação da campanha de Couto disse não saber se Alex Ohana estava no aeroporto e afirmou que vincular a presença dele à apreensão do dinheiro é apenas uma "especulação forte", pois a movimentação de pessoas é intensa no local.
Folha /pb agora
Domingo acontece maior eleição informatizada do mundo De acordo com a Justiça Eleitoral são 450 mil candidatos a serem escolhidos através do voto eletrônico por 138 milhões, 544 mil e 348 eleitores nos 5 mil 568 municípios do País.
O Brasil realizará neste domingo (7) a maior eleição informatizada do mundo. De acordo com a Justiça Eleitoral são 450 mil candidatos a serem escolhidos através do voto eletrônico por 138 milhões, 544 mil e 348 eleitores nos 5 mil 568 municípios do País.
Serão utilizadas 501 mil 923 urnas e 7,7 milhões de eleitores serão identificados pela tecnologia biométrica. Todo o processo eleitoral será conduzido por 3 mil e 11 juizes eleitorais e cerca de 2 milhões de mesários.
Do total de candidatos, 15,6 mil concorrem aos cargos de prefeito e 449 ao cargo de vereador. As eleições estão marcadas para começar às 8h e serão encerradas as 17h.
Serão utilizadas 501 mil 923 urnas e 7,7 milhões de eleitores serão identificados pela tecnologia biométrica. Todo o processo eleitoral será conduzido por 3 mil e 11 juizes eleitorais e cerca de 2 milhões de mesários.
Do total de candidatos, 15,6 mil concorrem aos cargos de prefeito e 449 ao cargo de vereador. As eleições estão marcadas para começar às 8h e serão encerradas as 17h.
portal correio
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Finado Kadhafi era 'predador sexual', diz livro
Um livro recém-lançado de uma jornalista francesa descreve o ex-líder líbio Muammar Kadhafi, morto em 2011, como um 'predador sexual' que sequestrou e estuprou, segundo a autora, "milhares" de vítimas, inclusive homens.
Até ministros líbios, militares, atrizes e esposas de presidentes e diplomatas africanos teriam sofrido abusos sexuais cometidos por Kadhafi, afirma a jornalista Annick Cojean, repórter especial do diário "Le Monde".
Kadhafi, que governou a Líbia por 42 anos, tinha uma sexualidade desenfreada, com impulsos que precisavam ser satisfeitos quatro vezes por dia, segundo a autora, que baseia seu livro em relatos feitos por vítimas, professores, médicos e ex-colaboradores do ditador.
Cojean conta no livro "Les Proies - dans le harem de Kadhafi" ("As presas - no harém de Kadhafi") que o ex-líder tinha colaboradores que procuravam garotas, e, às vezes, também meninos, em todos os lugares, como escolas, casas e festas de vilarejos.
"Kadhafi assistia a vídeos de casamentos para selecionar moças, isso quando ele não escolhia a própria noiva. Muitos líbios hesitavam em convidá-lo para festas por medo de que suas filhas fossem levadas depois", afirmou Cojean à mídia francesa durante o trabalho de promoção do livro.
Segundo ela, o ex-líder também abusava sexualmente de celebridades, jornalistas, filhas de generais ou esposas de políticos, às vezes, por meio do uso da força. Em outros casos, distribuindo joias e malas de dinheiro depois.
"Kadhafi obrigava alguns ministros a terem relações com ele para controlá-los por meio de uma espécie de chantagem. Claro que ninguém tinha interesse de falar sobre essa humilhação total. Ele procedia da mesma forma com chefes de tribos, diplomatas e militares para ter influência sobre eles", afirma.
Um dos entrevistados no livro, Mansour Daw, ex-chefe da segurança e primo de Kadhafi, que está preso, não contesta esses aspectos do regime e afirma ter realizado o casamento de seu filho de forma discreta, proibindo o uso de celulares, para evitar que Kadhafi pudesse ver fotos da festa.
"Não queria que minha família fosse vítima de seus atos", disse Daw à jornalista, segundo o livro.
Até ministros líbios, militares, atrizes e esposas de presidentes e diplomatas africanos teriam sofrido abusos sexuais cometidos por Kadhafi, afirma a jornalista Annick Cojean, repórter especial do diário "Le Monde".
Kadhafi, que governou a Líbia por 42 anos, tinha uma sexualidade desenfreada, com impulsos que precisavam ser satisfeitos quatro vezes por dia, segundo a autora, que baseia seu livro em relatos feitos por vítimas, professores, médicos e ex-colaboradores do ditador.
Cojean conta no livro "Les Proies - dans le harem de Kadhafi" ("As presas - no harém de Kadhafi") que o ex-líder tinha colaboradores que procuravam garotas, e, às vezes, também meninos, em todos os lugares, como escolas, casas e festas de vilarejos.
"Kadhafi assistia a vídeos de casamentos para selecionar moças, isso quando ele não escolhia a própria noiva. Muitos líbios hesitavam em convidá-lo para festas por medo de que suas filhas fossem levadas depois", afirmou Cojean à mídia francesa durante o trabalho de promoção do livro.
Segundo ela, o ex-líder também abusava sexualmente de celebridades, jornalistas, filhas de generais ou esposas de políticos, às vezes, por meio do uso da força. Em outros casos, distribuindo joias e malas de dinheiro depois.
"Kadhafi obrigava alguns ministros a terem relações com ele para controlá-los por meio de uma espécie de chantagem. Claro que ninguém tinha interesse de falar sobre essa humilhação total. Ele procedia da mesma forma com chefes de tribos, diplomatas e militares para ter influência sobre eles", afirma.
Um dos entrevistados no livro, Mansour Daw, ex-chefe da segurança e primo de Kadhafi, que está preso, não contesta esses aspectos do regime e afirma ter realizado o casamento de seu filho de forma discreta, proibindo o uso de celulares, para evitar que Kadhafi pudesse ver fotos da festa.
"Não queria que minha família fosse vítima de seus atos", disse Daw à jornalista, segundo o livro.
cariri ligado
Veneno de cobra pode ser usado como analgésico mais potente que morfina
Pesquisadores descobriram que cobra mamba negra tem toxinas mais fortes que morfina e que não causam efeitos colaterais
O veneno da mamba negra, a cobra mais venenosa da África, poderia ser utilizado como um analgésico tão potente quanto à morfina, mas sem seus efeitos colaterais, segundo publica nesta quarta-feira a revista científica "Nature".
Veneno de mamba negra é um analgésico poderoso e que não causa efeitos colaterais | Foto: Reprodução Internet
O veneno desta cobra contém péptidos que os pesquisadores batizaram como "mambalgins" e que, injetado em ratos, produzem uma analgesia tão forte como a morfina.
No entanto, estes roedores não sofreram alguns dos efeitos adversos mais comuns da morfina, como as dificuldades respiratórias, segundo explicou a pesquisadora e autora principal do artigo, Anne Baron, do Institut de Pharmacologie Moléculaire et Cellulaire de Valbonne, na França.
"Os efeitos analgésicos destes péptidos são tão fortes como os da morfina, mas como não afetam os receptores dos opioides, estão desprovidos de seus efeitos colaterais", detalhou Anne Baron.
Por este mesmo motivo, a pesquisadora espera que esta substância não gere dependência nos ratos, mas este aspecto ainda precisa ser confirmado.
Pesquisas anteriores haviam concluído que as toxinas de certas serpentes podem aliviar a dor ao inibir a produção de uma série de proteínas conhecidas como canais iônicos sensíveis ao ácido, que se encontram no sistema nervoso central e periférico e que desempenham um papel fundamental nos estados de dor persistente.
Compreender o funcionamento destes canais é "essencial" para o desenvolvimento de novos e melhores analgésicos, acrescentou a pesquisadora.
Anne Baron ressaltou que estas toxinas são "potentes e naturais" e "apontam para novos e promissores objetivos aos quais dirigir os tratamentos contra a dor".
odia.ig.com
Após ser condenado por corrupção ativa pelo relator, José Dirceu ainda será julgado por formação de quadrilha Pena para os crimes é de até 12 anos de prisão, além de multa
Condenado pelo relator do processo do mensalão por corrupção ativa, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu ainda terá que esperar até a última “fatia” do julgamento para conhecer a sentença sobre o crime de formação de quadrilha. O petista é acusado de chefiar a “quadrilha” que desviou recursos públicos para comprar votos no Congresso Nacional.
Com as condenações por corrupção passiva de parlamentares da base do governo concluídas, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) já admitiu que houve compra de votos de parlamentares. Falta comprovar quem pode ter chefiado o esquema. No voto proferido nessa quarta-feira (3), o relator do processo, Joaquim Barbosa, deixou claro que acredita que Dirceu tinha domínio e conhecimento dos desvios do valerioduto.
— José Dirceu detinha o domínio no final dos fatos. E usava o altíssimo cargo que exercia na época dos fatos, atuava em reuniões fechadas, jantares e encontros secretos executando os atos de comando, direção, controle e garantia de sucesso do esquema criminoso, executado com divisão de tarefas.
Além de Dirceu, os petistas Delúbio Soares e José Genoino também foram condenados pelo relator por corrupção ativa. A pena neste caso é de 2 a 12 anos de prisão e multa. Já o revisor Ricardo Lewandowski considerou Soares culpado e Genoino inocente. Em seu voto, Lewandowski chegou a afirmar que o dinheiro do valerioduto foi usado para “as mais diversas finalidades”, incluindo “comprar consciência”.
Lewandowski, no entanto, deixou para se manifestar sobre José Dirceu nesta quinta-feira (4). Acostumados a divergir em seus votos, relator e revisor concordaram na condenação de cinco réus: Delúbio Soares, o publicitário Marcos Valério e seus sócios, Ramón Hollerbach e Cristiano Paz, e sua ex-diretora financeira Simone Vasconcelos.
A ex-gerente financeira Geiza Dias e o ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto foram absolvidos por ambos ministros. Lewandowski absolveu o advogado Rogério Tolentino, assim como Genoino, enquanto Barbosa condenou os acusados.
A expectativa para esta quinta-feira é Lewandowski conclua seu voto e pelo menos três ministros possam adiantar suas leituras.
cenariomt.com
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