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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Homem é multado após comentar no Facebook que conhecido era pedófilo
Um homem foi condenado a pagar uma multa de £ 150 (cerca de R$ 450), após postar em seu mural no Facebook que um conhecido era pedófilo. Joseph Griffin, de 43 anos, morador de Hartlepool, na Inglaterra, respondeu por “comunicação pública de tom ofensivo, indecente, obsceno ou ameaçador”.
maldoso no Facebook (Foto: Daily Mail)
De acordo com Alan Davison, o promotor responsável pelo caso, Griffin agiu de forma irresponsável. O promotor explica que o acusado fez uma conta no Facebook e publicou uma postagem “para o mundo inteiro ver” chamando o outro homem, que não quis se identificar, de “pedófilo”.
Griffin ainda foi além: divulgou o nome completo e o endereço da vítima na web, sem ter nenhum argumento para comprovar suas acusações. “Ele admitiu que colocou os comentários sobre o homem porque estava irritado e frustrado”, disse Davison.
O advogado de defesa do inglês, Andrew Blair, alegou que seu cliente admitiu a culpa e destacou que ele apagou a mensagem rapidamente, uma hora e meia depois de postá-la, para tentar livrá-lo da condenação. Segundo ele, o rapaz está desempregado e não teria condições de pagar possíveis multas caso fosse condenado. “Ele fez apenas um post e deletou rapidamente. Ele está desempregado, mas realiza um trabalho voluntário e mora com sua mulher e seis crianças, sendo duas dele e quatro da esposa”, comentou.
globo.com
Palmeiras vai atrás de Adílson Batista por indicação de Felipão Ex-técnico indicou o treinador. Adílson é o 'plano F'
Dia após dia, o Palmeiras segue atrás de um treinador competente capaz de ajudar a tirar o Palmeiras da zona de rebaixamento e, consequentemente, da segundo divisão. Com os principais nomes descartados, a diretoria vai atrás de um treinador indicado por um velho conhecido no Palmeiras: Felipão. O ex-comandante teria, na reunião que selou sua demissão, indicado o nome de Adílson Batista para substituí-lo "com enorme competência". Adílson está atualmente sem clube.
O nome de Adílson já havia pintado na boca dos conselheiros e dirigentes do Palmeiras, mas o presidente Arnaldo Tirone resolveu procurar outras alternativas que acabaram falhando (Emerson Leão, Dorival Júnior, Jorginho, Gilson Kleina e Paulo Roberto Falcão). Adílson Batista é, portanto, o 'Plano F' do Verdão.
O presidente esperar entrar em contato com o novo treinador ainda nesta quarta-feira. Cristóvão Borges também está nos planos, mas não é prioridade. Uma fonte de dentro do Palmeiras confirmou o interesse do presidente. "O Adilson está em pauta desde o começo, mas tem alguma resistência dentro do clube. Por isso ainda não foi procurado. Mas acho que o presidente fará o certo se tentar. É um técnico que pode tirar o time dessa situação", disse.
Procurado, Tirone não quis confirmar que Adílson foi uma indicação de Felipão, mas admitiu que o clube vai atrás do comandante. Tirone também falou sobre Falcão e sobre a esperança de contar com o treinador, que havia sido descartado pelo Palmeiras devido ao alto salário pedido (Falcão perde R$ 500 mil e o Palmeiras pretende pagar R$ 300 mil, menos que a metade do que Felipão ganhava, R$ 700 mil).
"Vamos resolver com o Falcão ainda, mas, se não der certo, o Adilson é um dos nomes. Todo mundo indica alguém, é normal em um clube tão grande como o Palmeiras", disse o mandatário.
O último time de Adílson foi o Atlético/GO, onde foi demitido em maio. O treinador está sem clube e aguarda uma boa proposta de um clube brasileiro. Ele já recusou propostas de Figueirense e Sport, mas viu com bons olhos a negociação com o Verdão. Adílson já treinou os outros três grandes times de São Paulo (Corinthians, Santos e São Paulo) e deixou as três equipes tendo seu trabalho bem contestado.
A experiência de Adílson Batista em salvar times do rebaixamento anima a diretoria do Palmeiras. O treinador já conseguiu o feito em 2003, com o Grêmio, 2004, com o Paysandu, e 2005, com o Figueirense. Seu principal trabalho foi no Cruzeiro, de 2008 a 2010, época em que o clube mineiro chegou ao vice-campeonato da Libertadores. O Palmeiras pode, no entanto, mais uma vez emperrar o negócio, como no caso de Falcão. Isso porque o clube quer um contrato de apenas três meses, até o final do campeonato, pois em janeiro terá eleições para presidência e Arnaldo Tirone não deve seguir.
Enquanto não contrata um treinador, Narciso, técnico do time sub-20 do Verdão, vêm treinando o clube. No jogo contra o Figueirense, no sábado, deve ser ele quem estará no comando da equipe. O Palmeiras é vice-lanterna com 20 pontos, mesma pontuação do Atlético/GO, o lanterna, e tem 92% de chances de rebaixamento.
O nome de Adílson já havia pintado na boca dos conselheiros e dirigentes do Palmeiras, mas o presidente Arnaldo Tirone resolveu procurar outras alternativas que acabaram falhando (Emerson Leão, Dorival Júnior, Jorginho, Gilson Kleina e Paulo Roberto Falcão). Adílson Batista é, portanto, o 'Plano F' do Verdão.
O presidente esperar entrar em contato com o novo treinador ainda nesta quarta-feira. Cristóvão Borges também está nos planos, mas não é prioridade. Uma fonte de dentro do Palmeiras confirmou o interesse do presidente. "O Adilson está em pauta desde o começo, mas tem alguma resistência dentro do clube. Por isso ainda não foi procurado. Mas acho que o presidente fará o certo se tentar. É um técnico que pode tirar o time dessa situação", disse.
Procurado, Tirone não quis confirmar que Adílson foi uma indicação de Felipão, mas admitiu que o clube vai atrás do comandante. Tirone também falou sobre Falcão e sobre a esperança de contar com o treinador, que havia sido descartado pelo Palmeiras devido ao alto salário pedido (Falcão perde R$ 500 mil e o Palmeiras pretende pagar R$ 300 mil, menos que a metade do que Felipão ganhava, R$ 700 mil).
"Vamos resolver com o Falcão ainda, mas, se não der certo, o Adilson é um dos nomes. Todo mundo indica alguém, é normal em um clube tão grande como o Palmeiras", disse o mandatário.
O último time de Adílson foi o Atlético/GO, onde foi demitido em maio. O treinador está sem clube e aguarda uma boa proposta de um clube brasileiro. Ele já recusou propostas de Figueirense e Sport, mas viu com bons olhos a negociação com o Verdão. Adílson já treinou os outros três grandes times de São Paulo (Corinthians, Santos e São Paulo) e deixou as três equipes tendo seu trabalho bem contestado.
A experiência de Adílson Batista em salvar times do rebaixamento anima a diretoria do Palmeiras. O treinador já conseguiu o feito em 2003, com o Grêmio, 2004, com o Paysandu, e 2005, com o Figueirense. Seu principal trabalho foi no Cruzeiro, de 2008 a 2010, época em que o clube mineiro chegou ao vice-campeonato da Libertadores. O Palmeiras pode, no entanto, mais uma vez emperrar o negócio, como no caso de Falcão. Isso porque o clube quer um contrato de apenas três meses, até o final do campeonato, pois em janeiro terá eleições para presidência e Arnaldo Tirone não deve seguir.
Enquanto não contrata um treinador, Narciso, técnico do time sub-20 do Verdão, vêm treinando o clube. No jogo contra o Figueirense, no sábado, deve ser ele quem estará no comando da equipe. O Palmeiras é vice-lanterna com 20 pontos, mesma pontuação do Atlético/GO, o lanterna, e tem 92% de chances de rebaixamento.
futnet.com
Microsoft alerta para falha de segurança do Internet Explorer
19 de Setembro, 2012
A Microsoft emitiu um alerta sobre um bug (erro) no Internet Explorer que pode deixar os computadores vulneráveis a ataques de piratas informáticos, escreve o El Mundo.A empresa aconselha os clientes a comprarem um software de anti-vírus para terem as suas máquinas protegidas dos hackers.
Esta falha de segurança afecta milhões de utilizadores do browser Internet Explorer e permite que hackers possam aproveitá-la para infectar o PC e depois controlar o computador na sua totalidade.
A Microsoft aconselha a compra do antivírus (gratuito) enquanto tenta corrigir o erro e prepara uma actualização do browser. Para descarregar o software de segurança basta ir ao site da Microsoft e procurar pelo Enhanced Mitigation Experience Toolkit (EMET), descarregá-lo e instalá-lo manualmente.
SOL
Esta falha de segurança afecta milhões de utilizadores do browser Internet Explorer e permite que hackers possam aproveitá-la para infectar o PC e depois controlar o computador na sua totalidade.
A Microsoft aconselha a compra do antivírus (gratuito) enquanto tenta corrigir o erro e prepara uma actualização do browser. Para descarregar o software de segurança basta ir ao site da Microsoft e procurar pelo Enhanced Mitigation Experience Toolkit (EMET), descarregá-lo e instalá-lo manualmente.
SOL
Historiadora Anuncia Hoje em Roma Descoberta de Papiro que Comprova Casamento de Jesus
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Máfia das Ambulâncias: MPF denuncia prefeito de Santa Luzia por desvio de verbas públicas federais
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o prefeito de Santa Luzia (PB) e candidato a reeleição no processo eleitoral deste ano, José Ademir Pereira de Morais (DEM), e mais seis pessoas por fraude em licitação e desvio de verbas públicas. A irregularidade praticada pelo gestor está relacionada com a organização criminosa desarticulada em 2006, durante a Operação Sanguessuga, deflagrada pela Polícia Federal.
Essa organização se beneficiava de recursos públicos adquiridos ilicitamente através de licitações fraudulentas de ambulâncias, equipamentos hospitalares de alta complexidade, equipamentos médicos/odontológicos, ônibus, inclusive aquisição de insumos para outros programas governamentais como o de inclusão digital.
De acordo com os autos do processo de número 200.2011.970.524-8, em tramitação no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), em 30 de junho de 2004, quando exercia outro mandato como prefeito de Santa Luzia, Ademir Morais firmou com o Ministério da Saúde o Convênio nº 0439/2004 para adquirir um veículo tipo Van e equipamentos para adaptá-lo ao atendimento médico, tornando-o uma unidade móvel de saúde. Foi pactuada a liberação de R$ 80 mil de recursos federais, bem como a contrapartida municipal no valor de R$ 2.400,00, totalizando o orçamento da ambulância equipada em R$ 82.400,00.
Para fraudar a compra da ambulância, possibilitando o superfaturamento do veículo e dos equipamentos médicos, o prefeito fracionou indevidamente o valor total do convênio, determinando a abertura de dois procedimentos licitatórios de forma que fosse mantido o esquema “sanguessuga” pelas cartas-convite.
Na aquisição do veículo, sagrou-se vencedora a empresa Planam Indústria Comércio e Representações, Ltda, enquanto que na aquisição dos equipamentos para gabinete médico a ser instalado no referido veículo, foi vencedora da licitação a empresa Frontal Representações Ltda, ambas pertencentes aos integrantes da organização criminosa desarticulada na Operação Sanguessuga.
O MPF destaca o fato de que, apesar de ter sido usado o jornal oficial do município para dar publicidade ao ato de abertura das licitações, apenas empresas sediadas em outros estados e pertencentes ao grupo Vedoin (membro da organização criminosa), participaram das licitações. Para o MPF, a aquisição da unidade móvel de saúde deveria ter sido realizada pela totalidade do objeto da contratação, conforme exige a Lei 8.666/93 (Lei das Licitações), sendo a tomada de preços a modalidade licitatória aplicável neste caso.
O MPF pede que o prefeito e as servidoras membros da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da Prefeitura Municipal de Santa Luzia, Lilian Alviano da Nóbrega, Margareth Domiciano Galvíncio e Maria José Ribeiro de Lucena e os empresários Luiz Antonio Trevisan Vedoin e Ronildo Pereira de Medeiros, sejam condenados a ressarcir integralmente o dano material causado aos cofres públicos, em valores atualizados, com juros e correção monetária, além de terem suspensos os direitos políticos e serem proibidos de contratar com o poder público.
A presidente da CPL declarou à Polícia Federal que os convites foram remetidos para empresas sediadas em outros estados porque, após consulta telefônica a outras prefeituras, verificou-se que os preços dos bens adquiridos estavam de acordo com os valores de mercado, e que essas prefeituras estavam “contentes” com os veículos adquiridos.
Porém, de acordo com a denúncia, os valores dos bens superavam em cerca de 25% os preços praticados pelo mercado à época, gerando um prejuízo de R$ 13.515,00 aos cofres públicos. Além disso, se tivesse sido realizado um único processo licitatório para a aquisição da ambulância, sem fracionamento, o valor total da compra seria de R$ 84.543,00. Dessa forma, a CPL teria que utilizar as modalidades “tomada de preço” ou “concorrência”, abertas a qualquer empresa interessada.
Em 2010, a Justiça Federal já havia determinado o sequestro e indisponibilidade de bens do prefeito de Santa Luzia, Ademir Morais (DEM), e dos servidores da gestão municipal envolvidos no esquema.
*Assunto proibido em Santa Luzia* Apesar de ser uma denúncia pública, o assunto é tratado com absoluto sigilo no município de Santa Luzia, haja vista que Ademir Morais tenta este ano se eleger para o seu quarto mandato de prefeito naquele que é o principal município do Vale do Sabugi, na Região do Agreste paraibano. Além disso, o grupo político “Bento de Morais”, liderado pelo ex-senador Efraim Morais (DEM), tenta assegurar uma hegemonia de cerca de 30 anos de poder.
* *
*Foro privilegiado *
A denúncia foi apresentada ao Tribunal Regional Federal da 5.ª Região (TRF-5), no Recife (PE), porque Ademir Morais, na condição de prefeito, tem direito a foro privilegiado em processos criminais. Assim, o caso é de competência do tribunal, e não da Justiça Federal em primeiro grau, na Paraíba.
A denúncia deve ser recebida pelo Plenário do TRF-5 nos próximos dias. Ademir Morais e os outros denunciados passarão a ser réus e responderão pelos crimes previstos nos artigos 89, 90 e 96, inciso V, da Lei n.º 8.666/93 (“Lei de Licitações”) e no artigo 1.º, inciso I, do Decreto-Lei n.º 201/67. Se condenados, poderão receber pena de detenção, de dois a 11 anos, além de multa, bem como pena de dois a doze anos de reclusão e inabilitação, pelo prazo de cinco anos, para exercer qualquer cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação.
*N.º do processo no TRF-5: *2008.82.01.001438-7 (INQ 2175 PB) http://www.trf5.jus.br/processo/2008.82.01.001438-7
pb agora
Essa organização se beneficiava de recursos públicos adquiridos ilicitamente através de licitações fraudulentas de ambulâncias, equipamentos hospitalares de alta complexidade, equipamentos médicos/odontológicos, ônibus, inclusive aquisição de insumos para outros programas governamentais como o de inclusão digital.
De acordo com os autos do processo de número 200.2011.970.524-8, em tramitação no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), em 30 de junho de 2004, quando exercia outro mandato como prefeito de Santa Luzia, Ademir Morais firmou com o Ministério da Saúde o Convênio nº 0439/2004 para adquirir um veículo tipo Van e equipamentos para adaptá-lo ao atendimento médico, tornando-o uma unidade móvel de saúde. Foi pactuada a liberação de R$ 80 mil de recursos federais, bem como a contrapartida municipal no valor de R$ 2.400,00, totalizando o orçamento da ambulância equipada em R$ 82.400,00.
Para fraudar a compra da ambulância, possibilitando o superfaturamento do veículo e dos equipamentos médicos, o prefeito fracionou indevidamente o valor total do convênio, determinando a abertura de dois procedimentos licitatórios de forma que fosse mantido o esquema “sanguessuga” pelas cartas-convite.
Na aquisição do veículo, sagrou-se vencedora a empresa Planam Indústria Comércio e Representações, Ltda, enquanto que na aquisição dos equipamentos para gabinete médico a ser instalado no referido veículo, foi vencedora da licitação a empresa Frontal Representações Ltda, ambas pertencentes aos integrantes da organização criminosa desarticulada na Operação Sanguessuga.
O MPF destaca o fato de que, apesar de ter sido usado o jornal oficial do município para dar publicidade ao ato de abertura das licitações, apenas empresas sediadas em outros estados e pertencentes ao grupo Vedoin (membro da organização criminosa), participaram das licitações. Para o MPF, a aquisição da unidade móvel de saúde deveria ter sido realizada pela totalidade do objeto da contratação, conforme exige a Lei 8.666/93 (Lei das Licitações), sendo a tomada de preços a modalidade licitatória aplicável neste caso.
O MPF pede que o prefeito e as servidoras membros da Comissão Permanente de Licitação (CPL) da Prefeitura Municipal de Santa Luzia, Lilian Alviano da Nóbrega, Margareth Domiciano Galvíncio e Maria José Ribeiro de Lucena e os empresários Luiz Antonio Trevisan Vedoin e Ronildo Pereira de Medeiros, sejam condenados a ressarcir integralmente o dano material causado aos cofres públicos, em valores atualizados, com juros e correção monetária, além de terem suspensos os direitos políticos e serem proibidos de contratar com o poder público.
A presidente da CPL declarou à Polícia Federal que os convites foram remetidos para empresas sediadas em outros estados porque, após consulta telefônica a outras prefeituras, verificou-se que os preços dos bens adquiridos estavam de acordo com os valores de mercado, e que essas prefeituras estavam “contentes” com os veículos adquiridos.
Porém, de acordo com a denúncia, os valores dos bens superavam em cerca de 25% os preços praticados pelo mercado à época, gerando um prejuízo de R$ 13.515,00 aos cofres públicos. Além disso, se tivesse sido realizado um único processo licitatório para a aquisição da ambulância, sem fracionamento, o valor total da compra seria de R$ 84.543,00. Dessa forma, a CPL teria que utilizar as modalidades “tomada de preço” ou “concorrência”, abertas a qualquer empresa interessada.
Em 2010, a Justiça Federal já havia determinado o sequestro e indisponibilidade de bens do prefeito de Santa Luzia, Ademir Morais (DEM), e dos servidores da gestão municipal envolvidos no esquema.
*Assunto proibido em Santa Luzia* Apesar de ser uma denúncia pública, o assunto é tratado com absoluto sigilo no município de Santa Luzia, haja vista que Ademir Morais tenta este ano se eleger para o seu quarto mandato de prefeito naquele que é o principal município do Vale do Sabugi, na Região do Agreste paraibano. Além disso, o grupo político “Bento de Morais”, liderado pelo ex-senador Efraim Morais (DEM), tenta assegurar uma hegemonia de cerca de 30 anos de poder.
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*Foro privilegiado *
A denúncia foi apresentada ao Tribunal Regional Federal da 5.ª Região (TRF-5), no Recife (PE), porque Ademir Morais, na condição de prefeito, tem direito a foro privilegiado em processos criminais. Assim, o caso é de competência do tribunal, e não da Justiça Federal em primeiro grau, na Paraíba.
A denúncia deve ser recebida pelo Plenário do TRF-5 nos próximos dias. Ademir Morais e os outros denunciados passarão a ser réus e responderão pelos crimes previstos nos artigos 89, 90 e 96, inciso V, da Lei n.º 8.666/93 (“Lei de Licitações”) e no artigo 1.º, inciso I, do Decreto-Lei n.º 201/67. Se condenados, poderão receber pena de detenção, de dois a 11 anos, além de multa, bem como pena de dois a doze anos de reclusão e inabilitação, pelo prazo de cinco anos, para exercer qualquer cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação.
*N.º do processo no TRF-5: *2008.82.01.001438-7 (INQ 2175 PB) http://www.trf5.jus.br/processo/2008.82.01.001438-7
pb agora
Correios entram em greve a partir da meia noite desta quarta-feira
O Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos da Paraíba (Sintect) promoveu uma assembleia geral na noite desta terça-feira (18), em João Pessoa, quando os associados decidiram entrar em greve por tempo indeterminado. A decisão passa a valer à meia-noite.
De acordo com o secretário de imprensa do sindicato, Tony Rodrigues Cavalcanti, a categoria reivindica 46,7% de reposição das perdas salariais ao longo dos anos e 10% de aumento real. Os Correios oferecem reajuste em 5,2% nos salários e os benefícios dos seus 120 mil empregados.
A empresa vai implantar o plano de contingência para garantir a manutenção dos serviços à população, inclusive com realocação de empregados das áreas administrativas, contratação de trabalhadores temporários, realização de horas extras e mutirões para triagem e entregas nos finais de semana.
Nesta quarta-feira (19), representantes da classe laboral e patronal participarão de uma audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília/DF, às 10h30. terça-feira, 18 de setembro de 2012
Manifestantes do Femen realizam ato seminuas em Paris Integrantes comemoram abertura de sede em antigo teatro da cidade. Elas pintaram 'Sou livre' e 'Muçulmanos devem ficar pelados' no corpo.
Integrantes do grupo Femen realizam ato nesta terça-feira (18) em Paris.
As manifestantes comemoram a abertura do Centro Femen no antigo teatro Lavoir Moderne Parisien.
Elas pintaram frases como 'Sou livre', 'Muçulmanos devem ficar pelados' e 'Nosso Deus é ulher' no corpo.
Mensalão: compra de apoio está comprovada, diz relator
Mensalão: compra de apoio está comprovada, diz relator
Relator do processo no STF confirma teses da acusação e diz que “parlamentares comprados” votaram com o governo Lula em troca de dinheiro
O ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), sustentou na sessão desta segunda-feira do julgamento que o esquema de compra de votos foi amplamente comprovado. Segundo ele, “parlamentares comprados” votaram com o governo Lula em troca de dinheiro.
“Os parlamentares beneficiados pelos pagamentos com dinheiro em espécie eram responsáveis pela condição dos votos de vários correligionários”, disse. “Os pagamentos tiveram o poder de influenciar importantíssimos atos de ofício, formando uma base de apoio alinhado ao PT, que conferiu facilmente maioria favorável aos interesses dos corruptores”, disse o relator.
O ministro Joaquim Barbosa, relator do caso do mensalão no STF – Foto: Felipe Sampaio/SCO/STF
Barbosa começou a abordar nesta segunda o principal capítulo da acusação: a compra de apoio político de parlamentares de PP, PL (atual PR), PTB e PMDB. Do outro lado do balcão, os corruptores habitavam a cúpula petista, inclusive José Dirceu, que é acusado de comandar o sistema de cooptação de congressistas.
“Comprovou-se a realização de transferências milionárias de dinheiro – 55 milhões de reais – por réus ligados ao PT em proveito de vários parlamentares de partidos que, mediante a sua acusação, passaram a compor a chamada base aliada do governo na Câmara dos Deputados”, disse o ministro.
O relator afirmou que, entre os projetos votados sob a nefasta influência do mensalão, estavam a reforma tributária e reforma da Previdência. “Essas reformas receberam o fundamental apoio dos parlamentares comprados pelo PT e das bancadas por ele orientadas ou dirigidas, exatamente no momento em que foram registrados os maiores repasses de dinheiro”, afirmou Barbosa. Ele citou também outro exemplo mencionado na acusação: a votação da Lei de Falências, em 2004.
Para Joaquim Barbosa, todo o esquema de compra de votos no Congresso, base da acusação do Ministério Público Federal no mensalão, foi possível a partir da ligação entre o publicitário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza e altos dirigentes do PT. “O réu Marcos Valério foi o elo entre todos os parlamentares e o PT na pessoa de Delúbio Soares, que determinava os repasses de dinheiro e as pessoas que dele seriam beneficiárias”, disse.
O relator do processo ainda destacou a existência de depoimentos comprovando que, antes mesmo de o caso chegar à imprensa, já se falava em mensalão na Câmara dos Deputados. Joaquim Barbosa lembrou que até o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi informado sobre o esquema. “A compra de apoio político de deputados pelo governo federal não era desconhecida. Ao contrário: desde 2003 o assunto era alvo de comentários na câmara, e as próprias testemunhas arroladas pelas defesas comprovaram isso”, afirmou.
Ao desconstruir a argumentação dos réus, ele ainda desqualificou determinadas testemunhas de defesa dos deputados que venderam votos, afirmando que, em muitos casos, foram arrolados amigos dos réus. Ele destacou que deputados federais não são obrigados a depor para informar atos que aconteceram no exercício da função. Por isso, disse o magistrado, não são de grande valia as negativas de parlamentares sobre a compra de votos no Congresso.
Joaquim Barbosa disse ainda que a tese de que tudo não passou de caixa dois de campanha, ainda que fosse verdade, não é relevante para o julgamento: “Essa versão não interfere na caracterização da tipicidade da conduta”, disse ele. Ou seja: o destino do dinheiro distribuído não faz diferença porque, no fim das contas, continua havendo crime de corrupção.
Ao afastar a principal tese das defesas dos mensaleiros – o crime de caixa dois já está prescrito – Barbosa foi taxativo: “o que ele fizeram com o dinheiro que receberam dessa forma é irrelevante para a configuração do crime de corrupção passiva”.
PP - Depois de confirmar os termos gerais da acusação, o ministro se dedicou a mostrar como o PP se rendeu ao esquema criminoso. Ele lembrou que, em 2003, no início do governo Lula, os petistas não eram alinhados ideologicamente ao PT. Ainda assim, revelou o ministro, o então líder do PP, Pedro Henry, “conduziu durante todo o período de recebimento dos recursos o voto de sua bancada favoravelmente às pretensões de seus corruptores”. Henry e o então presidente pepista, Pedro Corrêa, são réus por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. José Janene, outro parlamentar acusado, morreu em 2010.
“Os deputados federais do PP praticaram atos de ofício sob a influência desses pagamentos, e coube a Pedro Henry orientar o voto de seus correligionários no sentido pretendido por quem pagava, ou seja, os corruptores”, explicou ele.
Barbosa afirmou que, por conta dos mecanismos de ocultação utilizados pelos integrantes do PP para receber os recursos do mensalão, os réus também cometeram o crime de lavagem de dinheiro. Como ainda se associaram para praticar esses ilícitos, o relator indicou que votará pela condenação dos pepistas por formação de quadrilha.
“A engrenagem de pagamentos foi mantida em razão do apoio dos parlamentares do PP, não havendo qualquer outra explicação para o interesse do PT transferir recursos milionários para um outro partido”, comentou o ministro.
Conforme relatado por Barbosa, o PP se utilizou de dois expedientes para obter o dinheiro do esquema criminoso: saques no Banco Rural em nome da SMP&B, de Marcos Valério, e pagamentos feitos por meio da corretora Bônus Banval, que recebeu recursos enviados pelo advogado Rogério Tolentino. Tolentino, sócio de Valério, havia feito um empréstimo fraudulento de 10 milhões de reais no BMG, com a intermediação de Marcos Valério.
João Cláudio Genu, ex-assessor de Janene, foi apontado como Barbosa como o principal responsável pela distribuição dos recursos arrecadados – 2,9 milhões de reais. O esquema, disse o relator, possuía “certa sofisticação”. “Os réus receberam milhões de reais em espécie por eles solicitados sem deixar praticamente nenhum rastro no sistema bancário do país”, afirmou. Além de Henry, Corrêa e Genu, foram indicados como sendo culpados os réus Breno Fischberg e Enivaldo Quadrado, sócios da corretora Bônus Banval.
Na próxima quarta-feira, quando o STF voltar a julgar o mensalão, Joaquim Barbosa apresentará seu voto sobre a participação do PL, atual PR, no mensalão. Os réus nessa fatia do processo são o atual deputado Valdemar Costa Neto, o ex-deputado Bispo Rodrigues, o tesoureiro informal da legenda, Jacinto Lamas, e o assessor Antonio Lamas.
- Fonte: Veja/ agora ms
Ganso se irrita com recusa a oferta do São Paulo, e Grêmio não desiste A diretoria santista não admite oficialmente, mas o fato de os são-paulinos terem se disposto a pagar o valor pretendido pelo clube em duas parcelas, foi um dos motivos para a recusa
A recusa da última proposta feita pelo São Paulo junto ao Santos , para a sua contratação, deixou o meia Paulo Henrique Ganso bastante irritado. A situação, que ganhou contornos dramáticos nos últimos dias, e parecia estar perto de um desfecho quando o time do Morumbi aceitou desembolsar R$ 23,8 milhões pelos 45% dos direitos econômicos do jogador, deve ganhar novos capítulos e, talvez, ter a sua definição nesta terça-feira.
Logo que despontou no Santos, Neymar começou uma amizade com Paulo Henrique Ganso. Eles lançaram bonequinhos em julho de 2010. Foto: Gazeta Press
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A diretoria santista não admite oficialmente, mas o fato de os são-paulinos terem se disposto a pagar o valor pretendido pelo clube em duas parcelas, foi um dos motivos para a recusa. A equipe da capital pagaria cerca de R$ 19 milhões imediatamente e o restante da transferência seria depositado em janeiro do próximo ano. Os santistas querem receber a quantia integralmente.
Além disso, o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, manteve conversas com Ganso por telefone, recentemente, o que não foi bem recebido pelo presidente do clube praiano, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro. Juvenal teria recebido do atleta a garantia de que a sua intenção é se transferir para a equipe paulistana.
Ganso em treino do Santos: na mira do São Paulo
Fora todos esses fatores citados, Laor pretende dificultar ao extremo a ida de Paulo Henrique Ganso para o Morumbi, por duas razões. A primeira é que ele não gostaria de ver o meia atuando por um rival estadual e, por isso, havia sinalizado com a preferência para negociá-lo com o Grêmio. A segunda é a "queda-de-braço" que virou a sua relação com o camisa 10 nos últimos tempos.
Desta forma, o mandatário não pretende liberar Ganso, sem ouvir do próprio meio-campista que não aceitou a última oferta de reajuste salarial apresentada pelo Santos. O staff do atleta acredita que Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro pretende forçar o meia a declarar que a sua vontade é seguir para o Tricolor Paulista. Paulo Henrique Ganso até pode ceder nesse aspecto, mas não pretende participar do encontro entre as partes, agendado para essa terça.
COPA SUL-AMERICANA: São Paulo conhece rival das oitavas da Sul-Americana nesta terça
Se por um lado o São Paulo tem dificuldades para efetuar a transação e vê as próximas 24 horas como decisivas para a conclusão do negócio, os gremistas se animaram com a negativa apresentada pelo Peixe a última proposta são-paulina.
Com isso, o Tricolor Gaúcho tem uma reunião marcada com dirigentes santistas na manhã desta terça. Eduardo Antonini e Cristiano Keller serão os responsáveis por apresentarem a proposta do Grêmio para a contratação de Ganso. O clube aceita pagar os R$ 23,8 milhões e conta com a ajuda de investidores para acertar essa transferência, que poderia ser um forte trunfo eleitoral para o atual presidente, Paulo Odone, em sua campanha pela reeleição contra o oposicionista Fábio Koff.
Vale destacar ainda que Laor deve embarcar nesta terça com destino a Europa, provavelmente a França, em uma viagem de ordem pessoal. Sendo assim, caso o "martelo" sobre a venda de Paulo Henrique Ganso não seja batido nesta terça, Álvaro de Souza e Eduardo Vassimon, representantes do comitê gestor do clube, ficarão a frente do tema até a sua resolução.
Outro detalhe nessa negociação é que o prazo para novas inscrições no Campeonato Brasileiro se encerra nesta sexta. Ou seja, se Ganso não tiver o seu futuro definido até lá, o camisa 10 pode se ver obrigado a cumprir o seu contrato, válido até fevereiro de 2015, na Vila Belmiro. Atualmente, o meia está em tratamento no departamento médico santista, pois se recupera de uma lesão na coxa esquerda.
*Com Gazeta/agorams
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