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segunda-feira, 28 de maio de 2012
Solange do Aviões posa de lingerie
Ex-gordinha, Solange do 'Aviões do Forró' posa de lingerie
A cantora mostrou as belas curvas para um ensaio.
Solange Almeida, a vocalista do 'Aviões do Forró', deixou o passado de ex-gordinha para traz e mostrou suas curvas em um ensaio fotografado nesta quarta-feira, 23. Na época em que era gordinha, a morena já chegou a usar o manequim 52.
CONFIRA ABAIXO AS IMAGENS:





EGO/PB AGORA
A cantora mostrou as belas curvas para um ensaio.
Solange Almeida, a vocalista do 'Aviões do Forró', deixou o passado de ex-gordinha para traz e mostrou suas curvas em um ensaio fotografado nesta quarta-feira, 23. Na época em que era gordinha, a morena já chegou a usar o manequim 52.
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EGO/PB AGORA
Asfalto desmorona misteriosamente e deixa buraco enorme em via chinesa Abertura tem 6 metros de profundidade e área aproximada de 15 por 10 m. População de Xi'an se espantou com o ocorrido; autoridades investigam.
Do G1, com Reuters
7 comentários
Um enorme buraco surgiu em meio a uma rodovia chinesa neste final de semana depois que o asfalto desmoronou, causando espanto na população de Xi'an, na província chinesa de Shaanxi. A abertura tem 6 metros de profundidade e área aproximada de 15 por 10 metros.
saiba mais
A causa do buraco ainda é um mistério. Autoridades investigam o que pode tê-lo provocado. De acordo com a mídia local, ninguém ficou ferido no incidente.
GLOBO.COM
Diário Oficial publica justificativas de Dilma aos vetos do Código Florestal Texto da lei ambiental com mundanças saiu nesta segunda-feira. Segundo a presidente, vetos parciais atendem 'interesse público'
Dilma vetou os artigos 1º, 43º, 61º, 76º e 77º e realizou vetos parciais em parágrafos e incisos dos artigos 3º, 4º, 5º e 26º Foto: Reprodução
A presidente Dilma Rousseff justificou no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (28) os vetos parciais e modificações feitas no Código Florestal alegando “contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade” no projeto aprovado na Câmara.
Com o texto da lei ambiental, foi publicada ainda a Medida Provisória (MP) que torna mais rígidas as regras do novo Código Florestal. A medida visa suprir os vácuos deixados com os 12 vetos da presidente Dilma Rousseff ao novo código. Além dos vetos, o governo fez 32 modificações ao texto. Dilma vetou os artigos 1º, 43º, 61º, 76º e 77º e realizou vetos parciais em parágrafos e incisos dos artigos 3º, 4º, 5º e 26º.
Os vetos e a Medida Provisória terão de passar pela análise dos parlamentares. Os vetos só podem ser colocados em pauta pelo presidente do Congresso e não há prazo para serem votados. Para derrubá-los, é necessário o apoio de 2/3 dos parlamentares. Já a MP tem até quatro meses para ser votada, sem perder a validade. Se aprovada na Câmara, vai ao Senado e, caso alterada, volta para a análise dos deputados.
Definição do Código Florestal
No artigo 1º, que define o objetivo do Código Florestal, a presidente alegou veto ao texto devido à ausência de precisão "em parâmetros que norteiam a interpretação e a aplicação da lei".
No artigo 1º, que define o objetivo do Código Florestal, a presidente alegou veto ao texto devido à ausência de precisão "em parâmetros que norteiam a interpretação e a aplicação da lei".
O texto da Câmara havia cortado itens apresentados no projeto do Senado que reconheciam as florestas e demais vegetações nativas como bens de interesse comum, com a reafirmação do compromisso de protegê-las, além de reconhecer a importância de conciliar o uso produtivo da terra com a proteção das florestas.
Descanso dos solos
Dilma vetou o inciso XI do artigo 3º, que trata sobre o pousio, prática de interrupção temporária de atividades agropecuárias para recuperar a capacidade de uso dos solos. Segundo a justificativa da presidência, o inciso não estabelece um período de descanso da terra. Essa ausência, segundo o texto do "Diário Oficial", impede fiscalização efetiva sobre a prática de descanso do solo.
Apicuns, salgados e zonas úmidas
O parágrafo 3º do artigo 4º também foi vetado, segundo o "Diário Oficial". A regra não considerava apicuns e salgados (planícies salinas encontradas no litoral que são continuidade dos mangues) como Áreas de Preservação Permanente (APPs), e excluía ainda as zonas úmidas.
O texto da Câmara passava a considerar margem natural de rios a partir da borda da calha do leito regular (fio de água) e não mais o nível mais alto dos cursos d’água (zonas consideradas úmidas, mas que ficam inundadas nos períodos de cheia).
Segundo Dilma isso afetaria os serviços ecossistêmicos de proteção a criadouros de peixes marinhos ou estuarinos, bem como crustáceos e outras espécies.
Dilma vetou o inciso XI do artigo 3º, que trata sobre o pousio, prática de interrupção temporária de atividades agropecuárias para recuperar a capacidade de uso dos solos. Segundo a justificativa da presidência, o inciso não estabelece um período de descanso da terra. Essa ausência, segundo o texto do "Diário Oficial", impede fiscalização efetiva sobre a prática de descanso do solo.
Apicuns, salgados e zonas úmidas
O parágrafo 3º do artigo 4º também foi vetado, segundo o "Diário Oficial". A regra não considerava apicuns e salgados (planícies salinas encontradas no litoral que são continuidade dos mangues) como Áreas de Preservação Permanente (APPs), e excluía ainda as zonas úmidas.
O texto da Câmara passava a considerar margem natural de rios a partir da borda da calha do leito regular (fio de água) e não mais o nível mais alto dos cursos d’água (zonas consideradas úmidas, mas que ficam inundadas nos períodos de cheia).
Segundo Dilma isso afetaria os serviços ecossistêmicos de proteção a criadouros de peixes marinhos ou estuarinos, bem como crustáceos e outras espécies.
Margens de rios em zonas urbanas
O despacho trouxe ainda o veto aos parágrafos 7º e 8º do artigo 4, que se refere à delimitação das áreas de inundação em rios localizados em regiões urbanizadas (cidades). De acordo com o projeto da Câmara, a delimitação seria determinada pelos Planos Diretores e Leis de Uso do Solo dos municípios.
De acordo com a justificativa de veto da presidência, a falta de observação de critérios mínimos de proteção ambiental nessas áreas marginais (que evitariam construções de imóveis próximos a margens de cursos d’água, por exemplo) poderia afetar a prevenção de desastres naturais e proteção de infraestrutura.
Uso de reservatórios artificiais
Sobre a criação de parques aquícolas (criação de espécies aquáticas, como peixes, crustáceos e outros organismos) e polos turísticos em regiões próximas a reservatórios artificiais (barragens), o veto se refere ao possível “engessamento” do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial”. Entretanto, deixa em aberto a discussão sobre como melhor adequar essas atividades.
Desmate autorizado em florestas da União e dos municípios
Segundo justificativa da presidente Dilma para vetar os parágrafos 1º e 2º do artigo 26, que tratam da definição de quais áreas de preservação podem ser desmatadas de forma legal para uso alternativo do solo (como atividades agropecuárias), o projeto da Câmara aborda de forma “parcial e incompleta” essas normas.
O despacho trouxe ainda o veto aos parágrafos 7º e 8º do artigo 4, que se refere à delimitação das áreas de inundação em rios localizados em regiões urbanizadas (cidades). De acordo com o projeto da Câmara, a delimitação seria determinada pelos Planos Diretores e Leis de Uso do Solo dos municípios.
De acordo com a justificativa de veto da presidência, a falta de observação de critérios mínimos de proteção ambiental nessas áreas marginais (que evitariam construções de imóveis próximos a margens de cursos d’água, por exemplo) poderia afetar a prevenção de desastres naturais e proteção de infraestrutura.
Uso de reservatórios artificiais
Sobre a criação de parques aquícolas (criação de espécies aquáticas, como peixes, crustáceos e outros organismos) e polos turísticos em regiões próximas a reservatórios artificiais (barragens), o veto se refere ao possível “engessamento” do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial”. Entretanto, deixa em aberto a discussão sobre como melhor adequar essas atividades.
Desmate autorizado em florestas da União e dos municípios
Segundo justificativa da presidente Dilma para vetar os parágrafos 1º e 2º do artigo 26, que tratam da definição de quais áreas de preservação podem ser desmatadas de forma legal para uso alternativo do solo (como atividades agropecuárias), o projeto da Câmara aborda de forma “parcial e incompleta” essas normas.
De acordo com o "Diário Oficial", já existem regras disciplinadas sobre o assunto na Lei Complementar 140, de 8 dezembro de 2011.
A norma citada prevê cooperação entre os poderes municipal, estadual e federal na proteção de paisagens naturais, combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das florestas, da fauna e flora, dando mais autonomia, por exemplo, aos governos estaduais e/ou municipais em ações que fiscalizam atividades ilegais de desmate ou caça.
Recomposição de bacias hidrográficas
No artigo 43, sobre a recuperação de Áreas de Preservação Permanente para empresas concessionárias de serviço de abastecimento de água e de geração de energia hidrelétrica, o veto se deu pois “o dispositivo impõe o dever de recuperar APPs em toda bacia hidrográfica em que se localiza o empreendimento e não apenas na área no qual este está instalado”. De acordo com o veto, “trata-se de obrigação desproporcional".
A norma citada prevê cooperação entre os poderes municipal, estadual e federal na proteção de paisagens naturais, combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das florestas, da fauna e flora, dando mais autonomia, por exemplo, aos governos estaduais e/ou municipais em ações que fiscalizam atividades ilegais de desmate ou caça.
Recomposição de bacias hidrográficas
No artigo 43, sobre a recuperação de Áreas de Preservação Permanente para empresas concessionárias de serviço de abastecimento de água e de geração de energia hidrelétrica, o veto se deu pois “o dispositivo impõe o dever de recuperar APPs em toda bacia hidrográfica em que se localiza o empreendimento e não apenas na área no qual este está instalado”. De acordo com o veto, “trata-se de obrigação desproporcional".
Recuperação das margens de rios
No artigo 61, que trata das regras de recomposição da vegetação nas beiras de rio, e que levantou polêmica no Congresso devido à possibilidade de anistia a quem desmatou antes de 22 de julho de 2008, o veto foi feito “devido à redação imprecisa e vaga, contrariando o interesse público e causando grande insegurança jurídica quanto à sua aplicação”.
No artigo 61, que trata das regras de recomposição da vegetação nas beiras de rio, e que levantou polêmica no Congresso devido à possibilidade de anistia a quem desmatou antes de 22 de julho de 2008, o veto foi feito “devido à redação imprecisa e vaga, contrariando o interesse público e causando grande insegurança jurídica quanto à sua aplicação”.
De acordo com a publicação no Diário Oficial, o dispositivo “parece conceder uma ampla anistia” a quem desmatou de forma ilegal até 22 de julho de 2008. A justificativa da presidente Dilma afirma ainda que tal fato “elimina a possibilidade de recomposição de uma porção relevante da vegetação do país”.
Sobre a recomposição das margens de rios, a justificativa da presidente informa que ao incluir regras apenas para rios com até dez metros de largura, “silenciando sobre os rios de outras dimensões e outras APPs”, o texto do projeto da Câmara deixaria uma “grande incerteza” aos produtores brasileiros.
O despacho informa ainda que o texto da Câmara não levou em conta a desigualdade fundiária do país para estabelecer o tamanho das áreas para reflorestamento e informa dado do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), apontando que 90% dos estabelecimentos rurais possuem até quatro módulos fiscais e ocupam apenas 24% da área rural do país.
Conservação dos biomas brasileiros
No artigo 76, sobre a criação de projeto de conservação e regeneração dos biomas brasileiros, como a Amazônia e o Cerrado, Dilma vetou alegando que o dispositivo fere o princípio da separação dos Poderes ao firmar prazo para que o Chefe do Executivo encaminhe ao Congresso Nacional proposição legislativa. No projeto da Câmara, previa-se que o governo teria prazo de três anos, a partir da publicação da lei, para elaborar proposta.
No artigo 76, sobre a criação de projeto de conservação e regeneração dos biomas brasileiros, como a Amazônia e o Cerrado, Dilma vetou alegando que o dispositivo fere o princípio da separação dos Poderes ao firmar prazo para que o Chefe do Executivo encaminhe ao Congresso Nacional proposição legislativa. No projeto da Câmara, previa-se que o governo teria prazo de três anos, a partir da publicação da lei, para elaborar proposta.
Impacto de empreendimentos no meio ambiente
Sobre a criação de um instrumento de apreciação do poder público para medir possíveis impactos ambientais na instalação de obras, denominado “Diretrizes de Ocupação do Imóvel”, apresentado no artigo 77 do projeto da Câmara, Dilma vetou alegando que o dispositivo foi aprovado sem que houvesse definição sobre seu conteúdo o que poderia causar "insegurança jurídica para os empreendedores públicos e privados”.
Sobre a criação de um instrumento de apreciação do poder público para medir possíveis impactos ambientais na instalação de obras, denominado “Diretrizes de Ocupação do Imóvel”, apresentado no artigo 77 do projeto da Câmara, Dilma vetou alegando que o dispositivo foi aprovado sem que houvesse definição sobre seu conteúdo o que poderia causar "insegurança jurídica para os empreendedores públicos e privados”.
Do G1, em São Paulo/ EXTRALOGAS
Pai de família casado há 25 anos descobre que é uma mulher
A história de Steve Crecelius parece mentira, mas é a mais pura verdade.
O cara era casado há 25 anos, tinha seis filhos e um dia precisou ir ao hospital por conta de uma pedra nos rins.
Quando passou por um exame, a enfermeira ficou supresa e disse "a máquina diz que você é mulher".
A partir daquele momento, a vida de Steve mudou completamente.
Ele descobriu que tinha nascido com os dois sexos, só que o feminino era de tamanho quase imperceptível.
Ele descobriu que tinha nascido com os dois sexos, só que o feminino era de tamanho quase imperceptível.
Steve então tentou assimilar a notícia e, depois de pensar bem, decidiu viver como mulher.
Ele contou tudo para os filhos e para a esposa, que ficaram surpresos, mas aceitaram.
Hoje, cinco anos depois de tomar tal decisão, Steve — que agora se chama Stevie — vive feliz e é a melhor amiga de sua ex-mulher.
Do R7
PORTAL CORREIO
domingo, 27 de maio de 2012
Artista chinês faz escultura de 11 metros com lixo
Wang Zhiyuan queria retratar os resíduos que se acumulam nas ruas de Pequim
Da Redação
Cerca de 3 milhões de toneladas de lixo doméstico são gerados por dia no planeta. Você já teve a sensação de que o único jeito de acabar com todos esses resíduos seria mandá-los para o espaço? É justamente essa a ideia que uma escultura exposta em Pequim, na China, passa.
Feita pelo artista Wang Zhiyuan, essa torre de lixo de quase 11 metros de altura se chama Thrown to the Wind (jogado ao vento). O artista diz que queria retratar os montes de resíduos que se acumulam em sua cidade e chamar a atenção para o problema. “Eu quero que a minha arte seja algo maior do que eu. Se ela não estivesse envolvida em problemas da sociedade, eu me sentiria culpado”, afirma.
Feita pelo artista Wang Zhiyuan, essa torre de lixo de quase 11 metros de altura se chama Thrown to the Wind (jogado ao vento). O artista diz que queria retratar os montes de resíduos que se acumulam em sua cidade e chamar a atenção para o problema. “Eu quero que a minha arte seja algo maior do que eu. Se ela não estivesse envolvida em problemas da sociedade, eu me sentiria culpado”, afirma.
GLOBO.COM
Vaticano confirma detenção de mordomo do Papa Mordomo é acusado de vazar documentos confidenciais e segue preso
O Vaticano confirmou oficialmente neste sábado a prisão, e a identidade, do mordomo do papa Bento XVI, um dos supostos autores do vazamento de documentos confidenciais, e afirmou que segue preso."Confirmo que a pessoa detida na quarta-feira por posse ilegal de documentos confidenciais, encontrados em seu domicílio em território do Vaticano, é Paolo Gabriele, que segue preso, indicou em um comunicado o diretor da sala de imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi.
Desde sexta-feira, os meios de comunicação italianos identificaram o mordomo do Papa como autor de vazamentos que provocaram tensões no Vaticano e na hierarquia católica.
Gabriele tem "todas as garantias jurídicas previstas no código penal e de procedimento em vigor no Estado e na Cidade do Vaticano", prossegue o texto.
Gabriele foi um dos poucos laicos com acesso ao apartamento privado de Bento XVI e foi designado mordomo em 2006, quando substituiu Angelo Gugel, que esteve durante anos a serviço de João Paulo II.
Em janeiro, documentos confidenciais divulgados pela imprensa italiana, - o escândalo batizado de "Vatileaks" -, confirmaram as lutas internas para o cumprimento das normas sobre a transparência.
Há um mês, Bento XVI criou uma comissão formada por três cardeais - Julián Herranz, Josef Tomko e Salvatore De Giorgi - para investigar a fuga reiterada de documentos internos.
A publicação nesta semana de uma série de cartas confidenciais dirigidas ao papa Bento XVI sobre temas delicados, como as intrigas do Vaticano ou os escândalos sexuais do padre mexicano Marcial Maciel, gerou desconforto e constrangimentos na Santa Sé.
ljm/me/af/ma
TRIBUNAHOJE
Desde sexta-feira, os meios de comunicação italianos identificaram o mordomo do Papa como autor de vazamentos que provocaram tensões no Vaticano e na hierarquia católica.
Gabriele tem "todas as garantias jurídicas previstas no código penal e de procedimento em vigor no Estado e na Cidade do Vaticano", prossegue o texto.
Gabriele foi um dos poucos laicos com acesso ao apartamento privado de Bento XVI e foi designado mordomo em 2006, quando substituiu Angelo Gugel, que esteve durante anos a serviço de João Paulo II.
Em janeiro, documentos confidenciais divulgados pela imprensa italiana, - o escândalo batizado de "Vatileaks" -, confirmaram as lutas internas para o cumprimento das normas sobre a transparência.
Há um mês, Bento XVI criou uma comissão formada por três cardeais - Julián Herranz, Josef Tomko e Salvatore De Giorgi - para investigar a fuga reiterada de documentos internos.
A publicação nesta semana de uma série de cartas confidenciais dirigidas ao papa Bento XVI sobre temas delicados, como as intrigas do Vaticano ou os escândalos sexuais do padre mexicano Marcial Maciel, gerou desconforto e constrangimentos na Santa Sé.
ljm/me/af/ma
TRIBUNAHOJE
Manifestantes se reúnem na Marcha da Maconha em João Pessoa
Manifestantes se reuniram na tarde deste sábado (26) na capital da Paraíba para pedir a legalização da maconha. O Coletivo Marcha da Maconha João Pessoa defende que a droga é caso de saúde pública, e não de polícia. “O poder público e a sociedade ainda não se deram conta que criminalizando os usuários perde-se a oportunidade de recuperá-los”, diz o coletivo em carta aberta à sociedade paraibana.
A concentração aconteceu às 14h na Praça João Pessoa, também conhecida como Praça dos Três Poderes. Os manifestante saíram em marcha por volta das 16h20 em direção à Praça Anthenor Navarro, local de encerramento do movimento.
Os organizadores alertaram que a Marcha da Maconha não é um movimento de apologia ou incentivo ao uso de qualquer droga, inclusive à maconha. "Apenas acreditamos que essa simples mudança de Lei é a alternativa mais plausível em busca da diminuição da violência nas periferias. Queremos criar contextos sociais, políticos e culturais onde todos os cidadãos brasileiros possam se manifestar de forma livre e democrática a respeito das políticas e leis sobre drogas, respeitando a cidadania e os Direitos Humanos", informou a organização.
A Polícia Militar acompanha o evento para assegurar a segurança dos manifestantes, mas informou que só deve divulgar a estimativa de quantas pessoas participaram no final da caminhada.
Em novembro de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que manifestações pró-maconha não são crime no Brasil. Na época, os ministros do STF decidiram, por unanimidade, que esse tipo de protesto não pode ser enquadrado na Lei de Tóxicos, que considera crime induzir ou instigar alguém ao uso de drogas.
O relator do caso, ministro Carlos Ayres Britto, entendeu que o direito à liberdade de expressão deve prevalecer. Qualquer manifestação pode ocorrer no país "desde que de forma pacífica", disse ele à época.
G1/PB AGORA
A concentração aconteceu às 14h na Praça João Pessoa, também conhecida como Praça dos Três Poderes. Os manifestante saíram em marcha por volta das 16h20 em direção à Praça Anthenor Navarro, local de encerramento do movimento.
Os organizadores alertaram que a Marcha da Maconha não é um movimento de apologia ou incentivo ao uso de qualquer droga, inclusive à maconha. "Apenas acreditamos que essa simples mudança de Lei é a alternativa mais plausível em busca da diminuição da violência nas periferias. Queremos criar contextos sociais, políticos e culturais onde todos os cidadãos brasileiros possam se manifestar de forma livre e democrática a respeito das políticas e leis sobre drogas, respeitando a cidadania e os Direitos Humanos", informou a organização.
A Polícia Militar acompanha o evento para assegurar a segurança dos manifestantes, mas informou que só deve divulgar a estimativa de quantas pessoas participaram no final da caminhada.
Em novembro de 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que manifestações pró-maconha não são crime no Brasil. Na época, os ministros do STF decidiram, por unanimidade, que esse tipo de protesto não pode ser enquadrado na Lei de Tóxicos, que considera crime induzir ou instigar alguém ao uso de drogas.
O relator do caso, ministro Carlos Ayres Britto, entendeu que o direito à liberdade de expressão deve prevalecer. Qualquer manifestação pode ocorrer no país "desde que de forma pacífica", disse ele à época.
G1/PB AGORA
Revista diz que Lula pressionou ministro do STF para adiar mensalão
Segundo 'Veja', ele sugeriu adiar julgamento e 'blindar' Mendes na CPI.Fonte: G1
Assessoria do Instituto Lula afirmou que ex-presidente não comentará.
Crédito: Ilustração
Reportagem publicada na edição deste final de semana da revista "Veja" relata um encontro no último dia 26 de abril entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No encontro, segundo a publicação, Lula sugeriu o adiamento do julgamento do mensalão em troca de proteção ao ministro na CPI do Cachoeira. A assessoria do Instituto Lula informou que o ex-presidente não comentará a reportagem.
O STF prepara o julgamento dos 38 réus do mensalão, escândalo de suposta compra de apoio político para o governo Lula no Congresso. Gilmar Mendes defende o julgamento ainda neste semestre, mas a definição da data depende do ministro Ricardo Lewandowski, que ainda trabalha na revisão do relatório sobre o caso, elaborado pelo ministro Joaquim Barbosa.
De acordo com a revista, o encontro ocorreu no escritório de advocacia de Nelson Jobim, ex-presidente do Supremo e ex-ministro do governo Lula. "Fiquei perplexo com o comportamento e as insinuações despropositadas do presidente Lula", disse Gilmar Mendes, segundo declaração reproduzida pela revista.
No encontro, Lula teria afirmado a Mendes: "É inconveniente julgar esse processo [do mensalão] agora". Segundo a reportagem, o ex-presidente também disse a Mendes que detém o controle da CPI do Cachoeira, que apura a ligação do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e autoridades, e que o ministro do STF não precisaria se preocupar com eventuais investigações que o envolvessem. Cachoeira foi preso em fevereiro pela Polícia Federal, apontado como chefe de uma quadrilha que explorava o jogo ilegal em Goiás.
Durante a conversa, afirma "Veja", Lula perguntou a Mendes sobre a "viagem a Berlim". De acordo com a publicação, a referência diz respeito a boatos de que o ministro teria viajado para a Alemanha com o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), com despesas pagas e em um avião cedido por Cachoeira. Em razão do vínculo com o bicheiro, Demóstenes é alvo de processo disciplinar no Senado que poderá resultar na cassação do mandato do senador.
"Vou a Berlim como você vai a São Bernardo. Minha filha mora lá", respondeu Gilmar Mendes, segundo Veja". O ministro confirmou à revista o encontro com Demóstenes em Berlim, mas disse que pagou as próprias despesas e que tem como comprovar a origem dos recursos usados na viagem.
EXPRESSOMT
Fora de forma, Vera Fischer choca Leblon
A atriz Vera Fischer chocou os cariocas durante uma de suas caminhadas pela orla do Leblon, no Rio. Isso porque a ex-Miss Brasil exibiu uma silhuera fora de forma, bastante diferente das curvas que a consagraram.
Mesmo com uma camiseta branca larguinha, era possível ver que a loira está longe das formas esbeltas da época em que foi Miss Brasil, em 1969.
Sempre que pode, Vera Fischer caminha pela orla para manter uma rotina saudável.
Aos 60 anos, Vera, que está afastada das novelas, optou por um óculos escuro e um visual discreto, mas a forma mais rechonchuda chamou a atenção no calçadão.
A beleza da atriz sempre foi um atrativo. A bela posou nua pela útlima vez aos 48 anos, quando ainda estava com as curvas enxutas.
R7.com
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