PAGINA INICIAL

domingo, 14 de julho de 2013

Delegada deve indiciar jogador e amigos por estupro e sequestro Além de uma mulher de 35 anos, uma adolescente de 15 anos alega que teria sido abusada por dois, dos três amigos do jogador que também estavam no carro na noite de sexta-feira (5)


Do Soesporte
fábio bilica
O inquérito policial que investiga o jogador de futebol Fábio Bilica e três amigos deve ser encerrado em 20 dias e a delegada responsável pelo caso, Maria Rodrigues da Silva, informou que irá indiciar os envolvidos pelos crimes de estupro e sequestro. O jogador está sendo acusado de ter estuprado uma mulher de 35 anos no estacionamento do Aeroporto Internacional do Recife.
Além dessa mulher, uma adolescente de 15 anos alega que teria sido abusada por dois, dos três amigos do jogador que também estavam no carro na noite de sexta-feira (5). As vítimas temem pela vida e estão sendo acompanhadas pelo Centro de Referência da Mulher. Na mesma noite em que ocorreu o fato, o jogador viajou para Turquia.
De acordo com a delegada Maria Rodrigues, a adolescente contou que os amigos do jogador a obrigou a beijá-los e fizeram carícias nela. A garota é filha da mulher que foi violentada pelo jogador. “Ela disse que enquanto o jogador abusava sexualmente na sua mãe, ela foi obrigada a ficar passeando no aeroporto com os amigos do jogador e dois deles teria a abusado, com carícias e beijos forçados, o que também se concretiza como estupro. Apenas um desses amigos, não fez parte desse abuso e teriam até repudiado a cena”, contou.
A delegada explicou que a adolescente voltou à Delegacia da Mulher na noite da última quinta-feira (11) e contou o que teria ocorrido com ela. “A adolescente alega que não contou antes durante o depoimento da sua mãe, porque sentiu medo e vergonha do ocorrido com ela. Porém, a coragem da sua mãe teria a motivado a denunciar o crime cometido pelos amigos do jogador”, disse. Ela completou informando que dois dos suspeitos já foram ouvidos, mas negam o envolvimento no caso e alegam que a adolescente não está falando a verdade.
Amigo da vítima
Segundo a delegada Maria Rodrigues o advogado do jogador afirma que seu cliente era amigo da vítima há dois anos e tudo teria ocorrido com o consentimento da mesma. A delegada explicou que as vítimas são vizinhas do jogador, que possui uma residência no bairro de Intermares, em Cabedelo, local onde ele e os amigos teriam as abordado e as levado sob ameaça para Recife. Ambas passaram por exames e os resultados devem sair na próxima semana. O veículo do jogador também passará por uma perícia. Além disso, a delegada está aguardando dois dos três vídeos dos circuitos de segurança dos locais por onde o grupo teria passado na noite do fato.
A mulher que teria sido vítima do jogador disse que temia o que poderia acontecer com sua vida. “Não quero ser mais uma Eliza Samudio. Tenho medo do que possa acontecer comigo e com minha filha, pois não tenho inimigos e depois do ocorrido minha filha tem sido perseguida por um carro. Eu sou modelo e já havia percebido que o jogador tinha interesse em mim, mas nunca imaginei que ele pudesse fazer algo para me agredir até porque eu sou casada e conhecia a família dele. Éramos amigos há dois anos e sempre conversamos através de redes sociais”, declarou a vítima.
Entenda o caso
De acordo com a delegada Maria Rodrigues, as vítimas contam que no carro havia muita bebida e o jogador e os seus amigos estavam bastante alterados. “A versão delas é que eles a teriam convidado para entrar no carro para deixar o jogador no aeroporto, porém elas se negaram, mas acabaram aceitando já que eram amigas do jogador. Porém, elas acreditavam que estavam indo para o Aeroporto Internacional Castro Pinto. Foi nesse momento que ela percebeu que havia sido enganada. Chegando ao aeroporto ele teria a abusado sexualmente e em seguida a obrigado a tomar uma “pílula do dia seguinte”, comprada pelos amigos do jogador”, explicou. 
portal correio

Governo estima que 429 mil famílias não têm cisternas no semiárido Números são do cadastro único de programas sociais do governo federal. Dilma Rousseff assinou decretos que regulamentam fornecimento de água.


O governo federal estima que 429.630 famílias não têm cisternas no semiárido brasileiro e, em meio à pior seca dos últimos 50 anos, dificilmente têm acesso à água. Os dados fazem parte do cadastro único do Brasil Sem Miséria, utilizado pelo governo para garantir que as famílias extremamente pobres da região tenham água disponível. Na última sexta-feira (5), o governo federal publicou no Diário Oficial da União dois decretos que tratam de programas de abastecimento de água no Nordeste e zonas rurais do país.
Cisternas (Foto: Arte/G1)
O decreto 8.038 regulamenta o Programa Cisternas, que prevê garantias de fornecimento de água para consumo humano e para produção de alimentos. Os beneficiados serão integrantes de famílias de baixa renda da zona rural atingidas pela seca ou que sofram com falta regular de água. O texto altera artigos da norma que criou o Programa Água para Todos e institui dois comitês administrativos, sendo um gestor e outro operacional, ambos formados por integrantes de ministérios e representantes de trabalhadores rurais.
Com o Programa Um Milhão de Cisternas, criado em 2003, o governo pretendia levar cisternas a todas as famílias do semiárido até 2008, a fim de minimizar os efeitos das secas. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) informa que apoiou a implementação de 584.282 cisternas de placa na região Nordeste, em parceria com estados, municípios e organizações da sociedade civil, número pouco maior que a metade do previsto. Apenas em 2013, foram 37.374 até junho.
Como a meta não foi cumprida, em 2011 foi criado o programa Água Para Todos, com objetivo de entregar 750 mil cisternas até o fim de 2014, com custo previsto de R$ 2,9 bilhões. Até o momento, 320.370 cisternas foram entregues, 42% da meta, de acordo com o Ministério da Integração.
O Água Para Todos é voltado para famílias residentes nas áreas rurais do semiárido, com acesso precário à água, inscritas no Cadastro Social Único do Governo Federal e com renda familiar per capita de até R$ 140 mensais, além de aposentados que vivam exclusivamente da renda previdenciária.
Segundo o cadastro único, cerca de 770 mil famílias se enquadram hoje nessa exigência no semiárido. O Ministério do Desenvolvimento Social diz que há, atualmente na região, 1.134 municípios que possuem cisterna e 43 municípios que estão em fase de contratação – uma cobertura de 97%.
Ainda assim, em razão da seca persistente, mesmo as famílias que possuem as cisternas têm o acesso à água restrito. Segundo o governo, não é possível saber se todas as cisternas estão sendo abastecidas.
"O objetivo é que não [fiquem desabastecidas], mas daqui de Brasília não consigo te garantir isso. Não me pede para botar meu CPF nesse negócio", afirma ao G1 Francisca Rocicleide Ferreira da Silva, diretora do Departamento de Fomento à Produção e à Estruturação Produtiva da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS.
Morador de Olho d'Água das Flores, no sertão alagoano, pega água emprestado da cisterna da vizinha (Foto: Jonathan Lins/G1 AL)Morador de Olho d'Água das Flores, em Alagoas, pega água de cisterna vizinha (Foto: Jonathan Lins/G1 AL)
Segundo a diretora, o objetivo da cisterna é facilitar o acesso à água pelo acúmulo da chuva, mas com uma seca extrema, ela serve para acondicionar a água recebida pelos carros-pipa. "Ela passa a ser um bem da família. O bem mais importante. Emprega mão-de-obra local, mobiliza a economia, une a comunidade na construção. Por isso nós queremos cumprir essa meta", afirma.
O objetivo é que não [tenha cisterna sem água], mas daqui de Brasília não consigo te garantir isso. Não me pede para botar meu CPF nesse negócio"
Francisca Rocicleide Ferreira da Silva, diretora do Departamento de Fomento à  Produção e à Estruturação Produtiva da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS
A dependência dos carros-pipa, no entanto, faz com que o governo acredite que, mesmo com as cisternas, muitas famílias estejam sem água. "O carro vai preenchendo as cisternas, vai num lugar, não vai no outro. Tem comunidades muito isoladas. A gente tem uma expectativa de que a partir de outubro deste ano chegue a chuva. Enquanto isso não acontece, não tem como garantir", diz Silva.
Cristina Nascimento, coordenadora executiva da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) no Ceará, afirma que o programa de cisternas é um avanço, mas ressalta que é preciso acelerar o processo. "A cisterna tem um peso muito importante na vida dessas famílias, que são as mais pobres, que mais sofrem. São famílias que moram em áreas com pequenos barreiros, pequenos poços e não têm agua de qualidade para consumo humano", afirma.
"Se essas famílias não têm cisterna, elas não têm onde estocar a água. Além disso, ela é um equipamento que gera cidadania, porque é construída em comunidade, com os próprios meios. Ela tem um peso muito importante", completa.
Segundo Cristina, no entanto, a maior reclamação é a distribuição inconstante de água pelos carros-pipa. "A água chegou, mas não chegou em quantidade. Falta um planejamento dos órgãos públicos."
Cisterna vazia em Alagoas
Em Olho d'Água das Flores, no sertão alagoano, cidade com pouco mais de 15 mil habitantes, os moradores contam que chegam a ficar de uma semana a seis meses sem água. A seca atinge cerca de 40% da população na zona rural.
A dona de casa Creuza Gomes da Silva, 37, tenta buscar água no ‘chafariz’, uma torneira dividida por todos os vizinhos, com os filhos. Desta vez, voltou de mãos vazias (Foto: Jonathan Lins/G1 AL)A dona de casa Creuza Gomes da Silva, de 37 anos, tenta buscar água no ‘chafariz’, uma torneira dividida por todos os vizinhos. Desta vez, ela voltou de mãos vazias na companhia do filho (Foto: Jonathan Lins/G1 AL)
Segundo a Secretaria Municipal de Agricultura, 600 famílias vivem sem cisternas ou água encanada na região. Das 227 cisternas instaladas, apenas 39 cadastradas recebem água dos carros-pipa – 24 pela prefeitura em parceria com a Defesa Civil e outras 15 pela Operação Pipa do Exército. As demais ficam vazias se não chover.
A dona de casa Creuza Gomes da Silva, de 37 anos, moradora do sítio Craíbas, diz que metade das casas tem água encanada, mas que na dela não há nem sequer torneira. Ela busca água no "chafariz", como os moradores apelidaram uma torneira coletiva da rua. "Todo ano é a mesma coisa. Vivo desde que nasci aqui e, nesse tempo, nada muda", diz.
A agricultora Maria Madalena Ferreira Silva, 30, grávida, busca água na cabeça de duas a três vezes ao dia da cisterna da vizinha e guarda nos fundos da casa (Foto: Jonathan Lins/G1 AL)A agricultora Maria Madalena Ferreira Silva, 30,
grávida, busca água na cabeça de duas a três
vezes ao dia da cisterna da vizinha e guarda nos
fundos da casa (Foto: Jonathan Lins/G1 AL)
Quando falta água no "chafariz", os filhos vão buscar em uma barragem que fica a cerca de 1 quilômetro dali. Mas dura pouco. "Pego alguns baldes de água pela manhã e à tarde já estamos precisando de novo", relata.
A água serve para a família beber, lavar louça e tomar banho. A pequena horta de feijão secou. "Falta água, comida, mas a gente se vira. Um ajuda o outro."
É a pior seca em mais de 50 anos. Antes ainda chovia, mas este ano a chuva é pouca. A última vez foi há mais de trinta dias"
Ana Paula Rodrigues Fernandes, secretária municipal de Agricultura de Olho d'Água das Flores (AL)
Perto dali, a agricultora Maria Madalena Ferreira Silva, de 30 anos, grávida, vive com o marido em uma pequena propriedade rural. Ela toma água da cisterna da vizinha, que leva em baldes na cabeça de duas a três vezes por dia. "Agora que estou com oito meses, trago pouca água", conta.
O pequeno poço escavado ao lado da casa está vazio. "Só serve para acumular sujeira que as pessoas passam e jogam. Construímos para encher de água, mas isso nunca aconteceu", diz ela.
"Este ano foi muito pior. Até o feijão que plantamos no quintal não vingou. Não sei como vai ser se isso continuar", conta Madalena sobre a seca, "mais severa". Ela diz não ter esperanças de ter água encanada ou uma cisterna em casa. "Não sei nem a quem pedir isso."
"A gente cadastra algumas cisternas e os vizinhos vão buscar lá. Foi a maneira que encontramos de suprir a necessidade de todos", afirma a secretária municipal, Ana Paula Rodrigues Fernandes. "É a Defesa Civil quem faz esse abastecimento. Se não fosse assim, não teria como. É a pior seca em mais de 50 anos. Antes ainda chovia, mas este ano a chuva é pouca. A última vez foi há mais de trinta dias."
Indústria da seca
Outro problema apontado pela ASA é a preferência do Ministério da Integração por cisternas de "plástico", pré-fabricadas de polietileno, em vez das de placa, entregues pelo MDS, construídas com cimento. "Isso beneficia grandes grupos. Como o governo faz opção por uma cisterna que não gera renda e custa duas vezes mais? É a reedição da indústria da seca", critica Cristina.
Segundo a coordenadora, as cisternas de plástico são "pronta-entrega", mas acabam estocadas em galpões porque não há mão-de-obra para entrega. "Compram em nome dessa pretensa agilidade, mas elas não estão nas casas das famílias. Já chegam deformadas porque não aguentam o calor. Por enquanto não conseguimos barrar isso", diz. "Com uma de plástico guardada, construímos duas de placa. Demora mais, mas vale mais."
Agricultora mostra cisterna que só enche com a água da chuva, já que não é cadastrada para abastecimento. (Foto: Jonathan Lins/G1)Agricultora mostra cisterna que só enche com a
água da chuva, já que não é cadastrada para
abastecimento (Foto: Jonathan Lins/G1)
Em nota, o Ministério da Integração informa que não apenas vai continuar usando as cisternas de plástico, como também vai ampliar a implantação no segundo semestre de 2013. “As cisternas de polietileno não deformam ou derretem em função de altas temperaturas”, diz a pasta em nota.
Segundo o ministério, o custo da cisterna de placa é entorno de R$ 2.200 e da cisterna de polietileno é de R$ 5.090. Mas diz que a de polietileno, com 16 mil litros de água para atender uma família de cinco pessoas por até seis meses, tem tempo de vida útil de mais de 30 anos, podendo ser implantada em um dia.
“A construção e instalação das cisternas são coordenadas por comitês municipais, que incluem treinamento e capacitação dos beneficiários”, diz o Ministério da Integração Nacional. “As cisternas que, por ventura, apresentarem defeitos de fabricação estão sendo imediatamente substituídas, conforme contrato, sem custos para o governo federal e os beneficiários do programa.”
Em Olho d'Água das Flores, busca por água é diária. A moradora Creuza e os filhos voltaram de mãos vazias da torneira coletiva. (Foto: Jonathan Lins/G1 AL)Em Olho d'Água das Flores, busca por água é diária. A moradora Creuza e os filhos voltaram de mãos vazias da torneira coletiva. (Foto: Jonathan Lins/G1 AL)
Busca ativa
Segundo o governo, o programa Água para Todos tem como objetivo garantir o amplo acesso à água para as populações rurais dispersas e em situação de extrema pobreza, para o consumo próprio e para a produção de alimentos e a criação de animais.
Segundo a diretora do MDS, quando o cadastro for finalizado, com entrega de cisternas a todas as famílias, deve ser iniciada uma busca ativa por aquelas que não se cadastraram para receber as cisternas.
"O governo considera que as ações do programa a partir do cadastro estabelecem uma finalização da extrema pobreza no acesso à água", afirma.
Além das cisternas de consumo e de produção, o governo também informou que está implementando sistemas coletivos de abastecimento para consumo humano, pequenos sistemas de irrigação e pequenas barragens de água pluvial. O investimento total previsto é de aproximadamente R$ 4,7 bilhões.
Para a coordenadora da ASA, se a meta de cisternas para consumo humano for cumprida em 2014, o próximo passo deve ser garantir água para produção, chamada "segunda água". "É fazer essas famílias poderem produzir seu próprio alimento, convivendo com o que o semiárido tem a oferecer", conclui.
globo.com

Marcha das Vadias leva 1,5 mil pessoas às ruas em Curitiba Objetivo da manifestação é chamar a atenção da sociedade para as causas do movimento feminista


A Marcha das Vadias ocorre na tarde deste sábado no centro de Curitiba deste sábado, na praça 19 de Dezembro. O evento começou às 11h. De acordo com organizadores, o objetivo da manifestação é chamar a atenção da sociedade para as causas do movimento feminista, como a igualdade de gêneros e fim da violência sexual contra mulheres.
Manifestação começou 11h da manhã deste sábado Foto: Vagner Rosário / Futura Press
Manifestação começou 11h da manhã deste sábado
Foto: Vagner Rosário / Futura Press
De acordo com informações da policia militar, cerca de 1,5 mil pessoas participam da marcha pacífica que segue em direção à Boca Maldita, também no centro da Capital paranaense. 
Segundo o site do movimento, a marcha busca refletir sobre a “culpabilização” da mulher em casos de agressão sexual.  “Curitiba está entre as cidades mais desiguais da América Latina e entre as capitais brasileiras que mais mata pessoas que não se enquadram no padrão normativo da sociedade”. Até o início da tarde de hoje, Cerca de 3,4 mil pessoas haviam confirmado presença no evento pelo Facebook. 
Terra

Mais uma licitação fraudulenta envolvendo governo do Rio Vencedores foram denunciados com antecedência

A licitação para recuperação das lagoas da barra da Tijucae Jacarepaguá, vencida pelas construtoras Queiroz Galvão, OAS e Andrade Gutierrez, já tinha seu resultado conhecido numa clara prova de licitação fraudulenta envolvendo o governo de Sérgio Cabral. No mesmo período dessa licitação, a Odebrecht e a construtora Carioca Christiani-Nielsen, venceram outra licitação, de R$ 600 milhões, para prevenção de enchentes no noroeste do Rio, obra que também é ligada à Secretaria de Estado do Ambiente.
A denúncia feita pela revista Época dessa semana afirma que obteve a informação previamente sobre o desfecho do processo licitatório e publicou em 11 de junho um anúncio cifrado nos classificados de um jornal do Rio antecipando o resultado. O anúncio dizia: "Vendo Empreendimento Lagoas da Barra, no Rio, com obras de recuperação ambiental realizadas pelo consórcio vencedor Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e OAS". A obra foi orçada em R$ 673 milhões. As propostas foram entregues pelos concorrentes à Secretaria Estadual do Ambiente somente em 14 de junho, acrescenta a reportagem.
A vitória do consórcio Complexo Lagunar, composto por Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e OAS, foi anunciada em 17 de junho. Segundo a "Época", a oferta vencedora era apenas 0,07% mais barata do que o valor máximo estipulado pelo governo
jb.com

sábado, 13 de julho de 2013

Falta de gasolina ameaça a Região Nordeste


:  
Nada menos que 14 estados das regiões Norte e Nordeste estão tendo dificuldades quanto ao abastecimento de combustível, já que estão recebendo a metade do volume contratado com a Petrobras; apesar do consumo ser crescente na Região, em 2012 houve um consumo recorde de 36 bilhões de litros, a Petrobras reduziu os embarques de gasolina para o Nordeste; em Pernambuco, por exemplo, o fluxo de abastecimento composto por quatro operações mensais de cabotagem foi reduzido pela metade; estatal nega existência de problemas

Famílias da PB afetadas pelas obras da Transposição serão contempladas pelo Governo Ministério da Integração vai criar cinco vilas que beneficiarão São José de Piranhas, Cajazeiras e Monteiro



Internet
Trecho da obra da transposição

Mais de 250 famílias paraibanas afetadas pelas obras da Transposição do Rio São Francisco, nas regiões do Sertão e Cariri do Estado, serão contempladas pelo Programa de Reassentamento de Populações do PISF, do Ministério da Integração Nacional (MI). O orgão irá criar cinco Vilas Produtivas Rurais (VPR), para abrigar as famílias, sendo três em São José de Piranhas, uma em Cajazeiras e uma em Monteiro.
A Paraíba será o mais beneficiado com o Programa de Reassentamento, com o maior número de vilas, seguido pelo Ceará que terá quatro e o Pernambuco, com três. As vilas estão em processo de licitação e a previsão é de que sejam entregues até julho de 2015, ano em que o MI pretende concluir a Transposição. No total, o Governo Federal está investindo recursos na ordem de R$ 72 milhões.
De acordo com a assessoria do MI, foram elencados critérios de elegibilidade do Programa de Reassentamento de Populações para as famílias que possuem propriedades em localidades onde as obras estão sendo executados e em trechos onde será preciso desapropriar para que sejam construídos canais, aquedutos e barragens.
Conforme o Ministério, as famílias que possuem propriedades de terras com benfeitorias têm direito a fazer opção pela VPR, não proprietários com benefícios que forem indenizados com o valor de até R$ 30 mil e fizer a permuta da casa em que reside, e de moradores sem benfeitorias. A transferência das famílias ocorrerá inicialmente em áreas prioritárias para o avanço das obras, sendo realizada uma programação de desocupação das famílias.
As pessoas que quiserem fazer parte dos reassentamentos receberão indenização. Até agora, já foram pagos cerca de R$ 1,4 milhão em indenizações. No total, foram 1.980 propriedades indenizadas nos três estados onde existem canteiros de obras da Transposição.
O orgão ainda destaca que para não deixar as famílias desapropriadas sem assistência financeira durante o período entre a desapropriação e o recebimento da casa na Vila, foi criado o Programa de Transferência Temporária. Durante este período, as famílias recebem um auxílio mensal de subsistência no valor de R$ 1.254,28 e, caso produzam na área, um valor adicional de R$ 45,74 por hectare de terra explorada, além de um auxílio único de R$ 813 para os custos com transporte no ato da mudança.
A composição das despesas básicas envolvidas para a transferência temporária das famílias foi calculada de acordo com o orçamento familiar da região pesquisado pela Fundação Getúlio Vargas, considerando que a renda geral desta população é proveniente da agricultura de subsistência e durante o período de transição entre a saída de sua propriedade e a transferência para a VPR essas famílias estarão impossibilitadas de produzir. A verba de subsistência leva em consideração o preço médio do aluguel de moradia na região, do consumo médio padrão de energia e água.
Escola e novas casas com água
O setor residencial das vilas produtivas rurais é composto por casas de alvenaria de 99 m² de área construída. As casas serão compostas por três quartos, sala para dois ambientes, cozinha, banheiro, área de serviço, varanda e uma área comum com infraestrutura de escola. Elas ficam em um lote de meio hectare, equipadas com rede de água, esgoto e energia elétrica.
Além das casas, o setor residencial dispõe de posto de saúde, escola, espaço de lazer e locais destinados ao comércio e à construção de templos religiosos. As vilas contarão, ainda, com um setor produtivo de no mínimo cinco hectares: um deles destinado à agricultura irrigada e o restante para exploração de agricultura de sequeiro.
Atualmente, 196 famílias residem nas cinco Vilas Produtivas que já estão totalmente finalizadas, nas cidades pernambucanas de Cabrobó, Salgueiro e Verdejante.
Estão em construção cinco Vilas Produtivas Rurais: três em Pernambuco (duas em Salgueiro e uma em Sertânia) e duas no Ceará (Mauriti e Brejo Santo). Essas Vilas estão previstas para serem implantadas em novembro de 2013. As sete restantes, incluindo as VPRs da Paraíba, estão em processo de licitação e deverão ser entregues até julho de 2015.
A obra
As obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco estão em atividade em 12 trechos que passam pelos municípios pernambucanos de Salgueiro, Cabrobó, Floresta, Verdejante, Custódia e Sertânia; em Jati e Mauriti, no Ceará; e em São José de Piranhas, na Paraíba. Das 16 etapas de construção, duas (Canais de Aproximação Norte e Leste) já estão concluídas. Os serviços no lote 6, em Mauriti (CE), no lote 7, em São José das Piranhas (PB) e no lote 12, em Monteiro, serão retomados com a conclusão do processo licitatório que deverá acontecer ainda esse mês. (DM) 
portal correio

Adolescente faz dois transplantes com órgãos do mesmo doador, no CE Transplantes foram realizados em menos de 24h de um para outro. Wesley Ferreira tinha cardiopatia congênita e falência dos rins.

Virleide e o menino transplantado Wesley (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)Wesley Ferreira, quatro meses depois dos transplantes, e a mãe Virleide (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)
Aos 16 anos, Wesley Ferreira Duarte tem história para muito adulto ficar impressionado. O cearense do município de Icó já passou por dois transplantes de órgãos diferentes, um de coração e outro de rim. As cirurgias foram realizadas com intervalo de tempo de menos de menos de 24 horas no dia 13 de março no Hospital do Coração de Messejana, em Fortaleza. “Conto para todo mundo, muitos amigos não acreditam”, diz Wesley.
Entre a equipe médica do Hospital de Messejana, referência de transplantes no país, a cirurgia de Wesley também foi considerada pouco comum. De acordo com a coordenadora do transplante cardíaco infantil da unidade, Klébia Castelo Branco, foi a primeira vez que o hospital realizou dois transplantes de dois órgãos de um mesmo doador para um receptor. “No caso do transplante infantil, o caso do Wesley é o primeiro até do Norte/Nordeste”, afirma.

Wesley nasceu com uma cardiopatia congênita chamada de ventrículo único. “É como se ele só tivesse metade do coração”, explica a médica. Até os 14 anos, ele vivia com a doença sem precisar de transplante, mas uma pneumonia fez com que os dois rins do menino parassem. “A vida dele parou por dois anos. Ele ficou totalmente debilitado, teve que deixar de estudar e de andar”, lembra a mãe do menino, Virleide Duarte. Aos 15, ele fez os transplantes.
Nesse período, Wesley teve de fazer sessões de hemodiálise durante 10 meses e três vezes na semana. “A pior coisa que lembro nesse tempo é da hemodiálise. Não podia nem beber água porque ficava muito inchado. Fiquei muito fraco”, conta Wesley. Em janeiro de 2013, o menino foi encaminhado para o Hospital Infantil Albert Sabin, em Fortaleza. Na unidade, os médicos viram que Wesley precisava de um transplante de rim, mas antes, para suportar a cirurgia, precisaria transplantar o coração. 
No Hospital de Messejana, Wesley entrou na lista de doação com prioridade. “No caso dele, precisaríamos do coração e do rim de um mesmo doador. Seria muito melhor do ponto de vista imunológico e para a recuperação”, explica a médica. A mãe do menino ficou preocupada com a necessidade de ter encontrar dois órgãos para o filho. “Fiquei louca. Tinha que uma vida morrer para nascer uma doação. Eu achava que ele ia ter que esperar quatro, cinco meses. Ele tava muito debilitado”.
Transplantes
Apesar de o número de doações ser menor e mais difícil nos casos de mortes infantis, segundo os médicos, a espera de Wesley e Virleide não foi grande. No dia 13 de março, o menino, que só pensava em voltar a jogar bola entre os amigos e rever a irmã de um ano e sete meses, entrou com coragem na sala de cirurgia para receber os dois órgãos. “Não tive medo. Tinha muita fé”, diz Wesley.
“Foi uma cirurgia árdua e delicada, o estado dele era grave. A equipe de transplante de Rim do Hospital Geralde Fortaleza (HGF) veio ao Messejana especialmente para realizar o segundo transplante e tudo correu bem”, lembra Klébia Castelo Branco.
Depois dos transplantes, mais uma vez o menino surpreendeu os médicos com a rápida recuperação. “Ele foi superbem. Pensávamos que fosse turbulento porque foram dois órgãos transplantados, mas não houve complicações'', afirma a coordenadora do transplante cardíaco infantil. No dia 31 de maio, Wesley recebeu alta. “Agora, estamos em paz. Meu filho ganhou duas vidas”, diz a mãe.
Aniversário
No dia 11 de julho, o cearense comemorou o aniversário de 16 anos cheio de planos. A família deve voltar para Icó, onde a mãe pode trabalhar como empregada doméstica e sustentar os filhos e Wesley vai retornar aos estudos. “Próximo ano vou voltar para escola. Quero estudar, se formar, fazer faculdade e ser doutor. Porque é muito bom salvar vidas”, afirma o menino. 
globo.com

Médicos decretam estado de greve e vão parar por três dias Durante assembleia, ficou decidido suspender as atividades no SUS e na rede particular no país

 Categoria reagiu aos anúncios do governo federal com estado de greve; BH já sediou protesto
Segundo o presidente da Fenam, Geraldo Ferreira Filho, os médicos entraram em estado de greve, e uma série de protestos estão planejados. Eles questionam decisões tomadas pela União, como a criação do programa Mais Médicos para o Brasil, que permite a vinda de profissionais estrangeiros para o país sem a revalidação do diploma e obriga estudantes a atuarem por dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS), além dos vetos da presidente Dilma Rousseff à Lei do Ato Médico.
“Do dia 15 de julho ao dia 10 de agosto, teremos uma série de ações em todos os Estados. Serão mantidos apenas os atendimentos de casos de urgência e emergência”, afirmou Ferreira. “Estávamos negociando com o governo. Imaginávamos que o bom senso iria prevalecer. Mas o governo anunciou uma série de medidas cada uma pior que a outra”, criticou. Uma ação judicial contra as decisões da União também será protocolada.
Para o integrante do Conselho Federal de Medicina Hermann von Tiesenhausen, a intenção inicial não era que houvesse um embate entre governo e médicos. “Mas as medidas anunciadas despertaram a ira unânime da categoria médica. A greve é parte desse confronto”.
Minas. Na próxima segunda-feira, o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais vai se reunir para definir a participação do Estado no movimento nacional. Nesta quinta-feira (11), a entidade esteve em Brasília e declarou apoio ao estado de greve. “Estamos convocando os médicos mineiros para decidir juntos o que será feito. Nossa paralisação pode ser ainda maior”, disse o secretário geral do sindicato, Fernando Mendonça. 
otempo.com

Anderson Silva terá revanche contra Weidman em dezembro Segundo site da revista GQ, lutador de MMA desmentiu quem afirmou que sua derrota foi vendida


GettyImage
Anderson Silva luta contra Chris Weidman no UFC 162, em Las Vegas
Derrota para Chris Weidman foi a primeira por nocaute na carreira de Anderson Silva
São Paulo – Logo depois de perder o cinturão dos pesos médios para Chris Weidman, o lutador de MMA Anderson Silva afirmou que não tinha a intenção de retomar o título e pensava em se aposentar. Mas, de acordo com entrevista dada ao site da revista GQ, divulgada nesta sexta-feira, ele mudou de ideia. O astro do UFC afirmou que a revanche contra o americano está marcada para o dia 28 de dezembro. 
O brasileiro não revelou o que o fez mudar de ideia quanto aos planos relacionados à sua carreira. Coincidência ou não, o presidente do UFC Dana White parecia já ter certeza dessa nova decisão. Na entrevista coletiva realizada após o combate do último dia 6, White falou diante das câmeras e jornalistas do mundo todo que, apesar do que o lutador havia dito, ele garantia “que não há nada que Silva queira mais do que a revanche com Chris Weidman”.
À GQ, Silva disse ainda que não se arrepende do jogo que fez no segundo round, mas que, se pudesse voltar no tempo, teria entrado mais focado na luta. Ele ainda desmentiu as várias especulações sobre a “venda” do resultado e afirmou que nunca faria esse tipo de combinação prévia.
A disputa perdida era a 11ª vez que ele defendia o cinturão e acabou sendo marcada pelo primeiro nocaute de sua carreira. As reações do público se dividiram entre surpresa, indignação e deboche. Entre os lutadores que também participam do UFC, muitos se manifestaram em apoio, enquanto outros criticaram sua postura no octógono. 

O americano Jon Jones afirmou, em uma entrevista coletiva para divulgar sua próxima luta, que Anderson Silva é um lutador magnífico, mas "abusou de seu dom, desrespeitou o seu dom ao desrespeitar o adversário". Por causa dessa atitude, ele considerou que os "Deuses da Guerra" o fizeram pagar. Uma super-luta entre os dois astros do MMA estava sendo cogitada, se o brasileiro vencesse Weidman, mas com o resultado, a possibilidade desapareceu. 
exame.abril

Mais uma estudante chinesa morre por acidente aéreo da Asiana Airlines

O Hospital de São Francisco, nos EUA, confirmou nesta sexta-feira (12) a morte de uma estudante chinesa que estava internada no local.
Esta é a terceira estudante chinesa morta no acidente aéreo do voo 214 da Asiana Airlines no último dia 6. Todas as vítimas eram estudantes da Escola Secundária de Jiangshan, da província chinesa de Zhejiang.
Segundo o Cônsul Geral da China em São Francisco, esta estudante estava gravemente ferida e vinha recebendo tratamento médico na UTI.
Tradução: Catarina Wu
Revisão: Luis Tasso Neto 
portuguese.cri