A Fifa suspendeu, nesta segunda-feira (6), Chuck Blazer, membro do
Comitê-Executivo da entidade por 90 dias. A punição foi decidida semanas
depois do dirigente ser acusado de má gestão dos recursos quando era
secretário geral da Concacaf.
Por meio de um comunicado, a Fifa afirma que o americano cometeu
diversas violações no código de ética da entidade. Durante o congresso
da Concacaf em abril, foi apresentado um relatório que acusava Blazer e
Jack Warner (ex-presidente da Confederação) de cometer fraudes. O
ex-secretário trabalhou para a entidade sem qualquer contrato formal
desde 1998, e teria alugado apartamentos em Manhattan com fundos do
órgão. Além disso, o americano teria tentado comprar uma propriedade nas
Bahamas com dinheiro da Concacaf.
Blazer deixou a secretaria geral em dezembro de 2012 e foi descrito
como "completamente negligente" por ter feito, através de falhas
administrativas, a organização perder a condição de ser livre de
impostos em solo norte-americano.
A Nasa ( Agência
Espacial Americana) enviará poemas para Marte. Isso mesmo, através de
um concurso online, a Agência irá selecionar mensagens e entregar
diretamente no Planeta Vermelho. As pessoas que querem participar têm
até o dia 1º de julho para se inscreverem e mandar suas obras. A campanha, intitulada como “Going to Mars” (Indo para Marte, em tradução livre) foi organizada pelo Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade do Colorado, em Boulder. Para participar é necessário criar
um login e ter mais de 18 anos, caso não seja o caso, é preciso ter
colaboração de um responsável. Além disso, o poema precisa estar na
forma de haikai, isto é, uma composição japonesa de três linhas, com
cinco, sete e cinco sílabas, respectivamente. A partir do dia 15 de julho haverá uma votação pública e os três melhores trabalhos farão parte de um DVD que será enviado para Marte em novembro a bordo da sonda espacial Maven. oficinadanet Tenis Reebok aDV access HOJE E DIA NETSHOES (07/05) - R$ 149,90
Heroína: "Se esta vacina funcionar da mesma maneira com humanos, poderá
se tornar a terapia padrão para o tratamento de dependentes", destacou
George Koob, do TSRI
Washington - Uma vacina
experimental testada em ratos de laboratório, que impede que a droga
chegue ao cérebro, se mostrou promissora contra o vício em heroína,
revela um estudo publicado nesta segunda-feira.
"Se esta vacina funcionar da mesma maneira em testes clínicos com
humanos, poderá se tornar a terapia padrão para o tratamento de
dependentes de heroína, que somam mais de 10 milhões em todo o mundo",
destacou George Koob, do Instituto de Pesquisas Scripps (TSRI), na
Califórnia.
"Normalmente, os ratos submetidos à heroína que são privados da droga
voltam a consumi-la avidamente assim que podem, mas isto não ocorre após
a aplicação da vacina", assinalou Koob.
O estudo, realizado pelo professor Kim Janda, do TSRI, está publicado
no site dos Anais da Academia Nacional de Ciências (PNAS, sigla em
inglês).
As vacinas contra a cocaína e a nicotina desenvolvidas pelo Instituto
Scripps já são testadas em humanos, e uma vacina experimental contra a
dependência de metanfetaminas está a ponto de ser aplicada em humanos.
Desenvolver vacinas contra estas drogas é difícil devido ao fato de que
se desintegram rapidamente no sangue. "A heroína é metabolizada
rapidamente e se converte em uma substancia chamada 6-acetilmorfina, que
entra no cérebro e causa a maioria dos efeitos da droga", lembrou Kim
Janda.
A vacina do Instituto Scripps também visa à 6-acetilmorfina.
As autoridades filipinas confirmaram nesta terça-feira (7) a morte de
cinco pessoas por causa de uma explosão freática no vulcão Mayon,
situado a cerca de 360 km de Manila.
De acordo com Eduardo do Rosário, diretor do Conselho Nacional de Gestão e Redução de Desastres das Filipinas,
um guia e alguns montanhistas estrangeiros estão entre as vítimas,
embora não tenha confirmado suas nacionalidades, assim como a dos sete
feridos.
Cinzas vulcânicas saem do vulcão Mayon. (Foto: Allan Imperial / AP Photo)
Rosário também afirmou que cerca de 20 montanhistas se encontram
próximos à cratera do vulcão, onde a explosão foi registrada nas
primeiras horas da manhã.
Uma equipe de resgate se encontra a caminho do local, sendo que o
alerta segue em seu nível mais baixo, já que não há perigo de erupção,
segundo os especialistas.
"Trata-se de um evento freático muito pequeno. É algo normal", afirmou a
uma emissora local um especialista do Instituto Filipino de
Vulcanologia e Sismologia (Phivolcs), que completou: "esse fenômeno é
caracterizado pelo lançamento de fragmentos de rocha sólidas
preexistente na chaminé vulcânica, mas sem erupção de magma".
Segundo a mesma fonte, a explosão freática é causada pela pressão
acumulada ao longo dos anos, sendo que a última ocorreu em 2010.
Situado na Ilha de Luzon, o Mayon é um dos vulcões mais ativos e belos
das Filipinas e, por isso, recebe centenas de turistas todos os anos. globo.com Tenis Reebok New Dynamic R$ 99,90
Todos os 25 recursos apresentados pedem redução das penas
O presidente
do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, confirmou a expectativa
de uma tramitação célere ao encaminar nesta segunda-feira para a
Procuradoria-Geral da República (PGR) recursos de condenados no processo
do mensalão. O procurador-geral, Roberto Gurgel, terá 10 dias para
analisar as alegações dos condenados e emitir sua opinião.
O envio dos recursos ao Ministério Público faz parte do trâmite natural,
mas Joaquim Barbosa, que é também relator do processo, imprime maior velocidade
que o habitual, uma vez que a maioria dos embargos foi protocolada na
última quinta-feira (02). Todos os 25 condenados no processo recorreram
da decisão. Alguns deles pediram que se desse "efeitos infringentes" aos
recursos, o que permitiria a seus clientes ter novamente analisado o
mérito das acusações, numa espécie de novo julgamento.
Segundo o regimento do Supremo, isso só pode acontecer quando na
condenação houve ao menos quatro votos contrários. Os embargos
infringentes, porém, foram retirados do Código
Processo Penal, o que levanta dúvidas sobre a sua validade na Corte.
Esperam novo julgamento por alguns dos crimes pelos quais foram
condenados o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, os deputados
federais José Genoino (PT-SP)
e João Paulo Cunha (PT-SP), o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o
empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, seus sócios Cristiano Paz e
Ramon Hollerbach, a diretora financeira
da agência SMP& B Simone Vasconcelos, a ex-presidente do Banco
Rural, Kátia Rabello, o ex-vice do banco José Roberto Salgado, o
ex-assessor do PP João Cláudio Genu e o ex-sócio da corretora Bonus
Banval, Breno Fischberg.
O
Conselho Nacional de Justiça (CNJ) monitora, nesta terça-feira (7), um
julgamento atípico na 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba.
Trata-se de uma indenização que saltou do equivalente a R$ 29 mil, em
1985, para R$ 1,1 bilhão este ano. O cálculo é mais de 300 vezes maior
que o valor reivindicado pelo suposto credor, um investidor que alega
não ter recebido o resgate de uma aplicação bancária. A ação é contra o
antigo Banco Mercantil de Crédito, que hoje pertence ao Bradesco.
O
aplicador Ronaldo Araújo fez sua aplicação em um título do BMC em
novembro de 1985, época em que existiam títulos ao portador. Ou seja,
não se identificava o aplicador sequer no resgate do investimento.
A aplicação seria pelo prazo de 41 dias. Quinze anos depois, Araújo foi
à Justiça de Campina Grande, afirmando que o banco não lhe pagara o
prometido. Como os pagamentos eram feitos com cheques ao portador, não
se pôde demonstrar o contrário. O aplicador venceu a causa.
No
processo de execução, o banco apresentou cálculos da ordem de R$ 50 mil.
Ronaldo Araújo, por sua vez, pediu R$ 3,4 milhões. A perita judicial
Kátia Sirlene de Macedo criou um sistema de cálculo que catapultou os
antigos R$ 30 mil reais para a casa dos R$ 546 milhões, em setembro de
2012. Como o sistema prevê a cobrança de juros sobre juros — o que nem a
sentença de primeira instância cogitou — o valor dobrou. E poderá
chegar na casa do trilhão de reais em pouco tempo.
Contra o juiz
Sérgio Rocha de Carvalho, de Campina Grande, que homologou os cálculos
da perita, já há procedimento instaurado no CNJ, em Brasília. O juiz já
foi afastado de suas funções por três meses em uma investigação sobre
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As operadoras de planos de saúde que negarem autorização aos seus beneficiários para a realização de procedimentos médicos deverão fazer a comunicação por escrito, sempre que o beneficiário solicitar. A informação da negativa deverá ser em linguagem clara, indicando a cláusula contratual ou dispositivo legal que a justifique.
A medida foi publicada no dia 06 de março de 2013 no Diário Oficial da União, pela ANS na Resolução Normativa n. 319 e entrará em vigor a partir do dia 07 de maio, próxima terça-feira.
Para obter a negativa por escrito, o consumidor deverá fazer a solicitação por telefone e anotar o número do protocolo em que fez o pedido. A resposta por escrito poderá ser dada por correspondência ou por meio eletrônico, conforme escolha do beneficiário do plano, no prazo máximo de 48 horas a partir do pedido.
Conforme a nova medida, se a operadora deixar de informar por escrito os motivos da negativa de cobertura previstos em lei, sempre que solicitado pelo beneficiário, pagará multa de 30 mil. A multa por negativa de cobertura indevida é de R$ 80 mil e, em casos de urgência e emergência, R$ 100 mil. Em caso de reincidência, poderão sofrer medidas administrativas, como suspensão da comercialização de parte ou da totalidade dos seus panos de saúde, no âmbito da ANS.
“Além da negativa de fornecer o documento que contenha justificativa da operadora de plano de saúde gerar sanções de multa, isso não inibe o consumidor de pleitear o seu direito de atendimento via PROCON ou via Poder Judiciário, bem como, querendo, poderá requerer indenização por eventuais danos morais e judiciais que sofrer”, ressalta a Superintendente de Defesa do Consumidor, Gisela Simona Viana de Souza.
Conformeinformaçõesdo jornal Financial Times, o maior serviço de vídeo da internet, o YouTube, deverá esta semana ainda anunciar o lançamento do seu mais novo serviço de vídeo por assinatura.
Na matéria publicada pelo jornal, um dos porta-vozes do site de vídeos da internet dizia a rede IDG nosEstados Unidosque, “O site está equacionando a criação de uma plataforma de assinatura capaz de trazer ainda mais conteúdo para o YouTube e assim irá oferecer aos nosso criadores um outro veículo para gerar receitas a partir de seu conteúdo, além dos modelos por aluguel e suportados por anúncios”.
Já em alguns países o YouTube tem apresentado tal serviço em forma de aluguel, onde seus usuários pode pagar para assistir a umvídeosem ter publicidade. Para especialistas no ramo, o novo serviço do YouTube poderá ser tornar um forte concorrente do Netflix, que oferece serviço de streaming de vídeos sem publicidade para uma assinatura.
De acordo com dados fornecidos pelo próprio YouTube, ositeconta com 36 milhões de usuários cadastrado em mais de 40 países, onde no mês de março o mesmo obteve mais de um milhão de visitantes únicos mensais, aos quais assistiram mais de seis milhões de horas de vídeo por mês no site.
BRASÍLIA, 6 Mai (Reuters) - Ao defender programa direcionado a microempreendedores individuais como um instrumento de geração de emprego e formalização de pequenos negócios, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que o crédito para esses empresários terá a taxa de juros reduzida.
De acordo com a presidente, a taxa do Programa de Microcrédito Produtivo e Orientado, o Crescer, passará de 8 por cento para 5 por cento no fim deste mês.
"Hoje, nós temos 120 mil empregos criados por esses pequenos negócios. Então, além de melhorar a sua própria renda, os microempreendedores estão contribuindo também para gerar empregos no país", disse Dilma, no programa semanal de rádio "Café com a Presidenta".
Dilma explicou que o Crescer, programa de microcrédito operado por bancos públicos, oferece até 15 mil reais a pequenos empreendedores e emprestou 4,6 bilhões de reais até o fim do ano passado.
Os microempreendedores têm acesso a esse crédito por meio do Programa do Microempreendedor Individual (MEI), que, segundo Dilma, deve chegar a 3 milhões de adesões "nos próximos dias".
"Essas pessoas deixaram de ser trabalhadores informais, muitos também deixaram o seu emprego para se legalizarem e se tornarem microempreendedores", afirmou.
Pelo menos 79 concursos públicos em todo o país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (6) e reúnem 12.924 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 24.057,33 no Ministério Público da União.
Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
Os órgãos que abrem inscrições na segunda-feira para 1.057 são os seguintes: Corpo de Bombeiros Militar de Roraima, Ministério das Cidades, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Polícia Militar do Estado de São Paulo, Prefeitura de Comendador Gomes (MG), Prefeitura de Guarani d’Oeste (SP), Prefeitura de Ipecaetá (BA) e Prefeitura de Montes Claros (MG).
Dois anos depois de botar sua filha como apresentadora de umprograma, Edir Macedo mandou para a Record o seu filho homem, Moysés, de 22 anos. Há um mês, o rapaz dá expediente na emissora. Em seu crachá, lê-se: “assessor da vice-presidência executiva”.
A expectativa em torno da votação de um projeto que autoriza o tratamento psicológico ou a terapia para alterar a orientação sexual de gays reacendeu as críticas à Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados. Desde que o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) assumiu a coordenação dos trabalhos do grupo, manifestantes contrários à sua escolha para o cargo organizaram vários protestos e conseguiram cancelar algumas agendas de trabalho da comissão. Agora, a mesma comissão se prepara para decidir sobre um dos temas mais polêmicos envolvendo homossexuais.
A apreciação do Projeto de Decreto da Câmara (PDC) que trata da "cura gay" deve ocorrer na próxima reunião do grupo, marcada para quarta-feira (8). O texto suspende resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe os profissionais da área de participar de terapia para alterar a orientação sexual e de atribuir caráter patológico à homossexualidade. Há quase 30 anos a homossexualidade foi excluída da Classificação Internacional das Doenças (CID).
Apesar de toda a polêmica, o relator da proposta, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), que apresentou parecer favorável ao projeto, garantiu que não vai mudar sua posição sobre a matéria. “Só estou tentando ajustar o desajuste que ele [o CFP] tentou fazer por meio dessa resolução. Todo ser humano tem direito a procurar ajuda e tentar entender um conflito interno”, disse.
Segundo o parlamentar, a homossexualidade está relacionada a uma questão comportamental. “Em nenhum momento, disse que pode ser tratado como uma doença, apenas cito que é algo comportamental e se é comportamental você pode querer uma ajuda. Por que o conselho impede ajuda para ele tentar entender o comportamento que está tendo naquele momento?”, acrescentou.
“Em nenhum momento a resolução [do CFP] cria obstáculos ao exercício profissional, mas oferece indicadores e situa a prática profissional em contextos éticos e tecnicamente qualificados”, rebateu Clara Goldman, vice-presidente do Conselho Federal de Psicologia. Para ela, o projeto em tramitação na Câmara fere um marco na defesa dos direitos humanos. A livre orientação sexual é um dispositivo reconhecido internacionalmente como promotor da garantia de direitos.
“A Opas [Organização Pan-Americana da Saúde] tem posições claras sobre as terapias de cura, chamadas de terapias de reversão, que não têm fundamento do ponto de vista científico e são eticamente inaceitáveis. Se estamos lutando por uma sociedade livre de ódio, violência, preconceito, como retroceder a um patamar que o mundo já reconheceu como equivocado, que é a patologização (transformação em doença) da homossexualidade?”, acrescentou.
Depois da apreciação e votação na Comissão de Direitos Humanos, o PDC 234/2011 ainda será analisado na Comissão de Seguridade Social e Família e na Comissão de Constituição e Justiça. Para a deputada Érika Kokay (PT-DF), que acredita que existe uma posição clara e já definida pela aprovação do projeto na CDHM, a matéria não deve ser aprovada em outras comissões.
“O que os obscurantistas da Câmara querem é [que a homossexualidade] seja considerada uma doença e possibilitar que o profissional possa discriminar. Essa posição da Comissão de Direitos Humanos, tenho certeza, não será referendada em outras comissões”, disse. “Nunca houve qualquer nível de cerceamento a qualquer psicólogo de atender uma pessoa em sofrimento”, acrescentou a parlamentar.