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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Cerca de 90 concursos devem oferecer mais de 75 mil vagas em 2013 Sete ministérios já têm aval para fazer seleções para 3.516 vagas. Banco Central, INSS, PF e PRF aguardam autorização.


O número de vagas previstas para 2013 em órgãos de nível federal e estadual, além de capitais, chega a 75.103, segundo levantamento feito pelo G1, sem contar as instituições que lançarão concursos para cadastro de reserva, isto é, quando os aprovados são chamados conforme a necessidade do órgão.
Entre as vagas levantadas estão cargos que foram criados e oportunidades que já foram autorizadas ou aguardam autorização dos respectivos órgãos competentes.
Correios, Banco Central e PRF devem abrir concursos em 2013 (Foto: Reprodução/TV Globo)Correios, Banco Central e PRF devem abrir concursos em 2013 (Foto: Reprodução/TV Globo)
Entre os concursos mais esperados do ano estão os do Banco Central, Correios e Ministério da Saúde. Os dois últimos já foram autorizados pelo Ministério do Planejamento a realizar seleção. Já o Banco Central aguarda aval para lançar concurso para pelo menos 1.090 vagas em 2013 - o pedido é para 1.850 vagas a serem preenchidas até 2014.
Sete ministérios tiveram concursos autorizados pelo governo federal: Ministério das Cidades, Ministério da Cultura,Ministério da Fazenda, Ministério da Integração Nacional, Ministério da Justiça,Ministério do Planejamento e Ministério da Saúde - para 2,5 mil e 265 vagas.
Já a Defensoria Pública da União, o Ministério da Agricultura, o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério das Relações Exteriores, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) aguardam autorização do Ministério do Planejamento para abrir as seleções.

A diretora-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Maria Alice Nascimento Souza, apresentou à Casa Civil da Presidência projeto para ter mais 4,5 mil policiais até 2014 - 1,5 mil a cada ano. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, os servidores da PRF serão lotados nas fronteiras. Os estados participantes do Plano Estratégico de Fronteiras do governo federal são Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Já a Polícia Federal, apesar de estar com um concurso suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considera que os concursos do órgão devem reservar vagas para deficientes, também tem um pedido de 1,2 mil vagas no Planejamento para delegado, escrivão e agente.

No caso das agências reguladoras do governo federal, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) teve autorização para 82 vagas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para 165 vagas e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para 135 vagas. Já a Agência Nacional do Cinema (Ancine) aguarda aval do Planejamento.
A Petrobras também deve lançar concurso para cargos de nível médio/técnico e superior. Até o final de 2015, a Petrobras pretende atingir um efetivo de 76 mil empregados - um aumento de aproximadamente 30% em relação ao efetivo atual, que é de cerca de 58.500 empregados. Deverão ser admitidos nos próximos quatro anos mais de 22 mil pessoas para dar suporte aos projetos previstos no Plano de Negócios da companhia.

Em alguns concursos, a organizadora já está definida, como é o caso do Ministério da Fazenda, Ministério da Integração Nacional e Ministério da Saúde.

Orçamento para até 42 mil vagas
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informou que em 2013 haverá margem orçamentária para preencher por meio de concurso público até 37 mil vagas no âmbito federal. Nesse total entram vagas para concursos já realizados que aguardam o primeiro provimento e vagas para novos concursos. No orçamento de 2013 também estão reservados outros 5.946 cargos para a substituição de terceirizados em desacordo com a legislação.

De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, para efeito de autorização de concursos e provimentos serão prioritárias as seguintes áreas: Social, Desenvolvimento Econômico, Produtivo e Ambiental, Articulação Governamental e Gestão, Infraestrutura, Regulação, Política Externa e Defesa Nacional.

Para que novos concursos sejam realizados, é preciso que projetos de lei que criam as vagas nos órgãos federais sejam aprovados pela Câmara e Senado e depois sancionados pela Presidência, para então passar pelo aval do Planejamento. Muitos cargos que são aprovados pelo Legislativo e Executivo acabam sendo preenchidos ao longo dos anos, de forma gradual, sempre condicionados à autorização na lei orçamentária anual.

No começo de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou três projetos de lei que criam cerca de 10 mil cargos no âmbito do Executivo Federal. As propostas serão encaminhadas para votação no Senado e depois para sanção da presidente Dilma Rousseff.

O projeto de lei 4.365/2012 prevê a criação de mais de 7 mil cargos em 10 agências reguladoras, entre elas a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Agência Nacional de Águas (ANA) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Já o projeto de lei 2.205/2011  prevê criação de quase 3 mil cargos para Polícia Rodoviária Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Ministério da Integração Nacional, Superintendência da Zona Franca de Manaus, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Ibama, entre outros órgãos. Outro projeto de lei cria 789 cargos de defensor público federal. 
globo.com

PB: Exportações têm queda de 52,8%


PB: Exportações têm queda de 52,8%

As exportações paraibanas registraram forte queda no mês de novembro, apesar de manter ainda alta no acumulado nos 11 meses deste ano. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) apontam que o último mês foi de redução na ordem de 52,8% na comercialização para o mercado externo, uma vez que os números saíram de US$ 37,320 milhões, em novembro de 2011, chegando a US$ 17,371 milhões no mesmo mês deste ano.


Questionado sobre o assunto, o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (Fiep), Buega Gadelha, explicou que até mesmo um fato isolado pode justificar tamanha variação negativa. “Acredito que algum tipo de produto, às vezes por falta ou por uma demanda interna muito forte, pode ter deixado de ser vendida lá fora no referido mês e, como exportamos pouco, pode acontecer de um simples fato como esse ter um reflexo significativo nos números”, detalhou.


Considerado o período que compreende os meses de janeiro a novembro, a variação acaba sendo positiva, de 5,63%. Até o último mês, as empresas em atuação naParaíba movimentaram um total de US$ 213,389 milhões, US$ 23 milhões a menos que o recorde histórico de todo o ano de 2007, que gerou US$ 236,142 milhões em exportações.


“Acho difícil superarmos a marca de 2007 neste mês. Não dá para estimar em números como serão as exportações neste fim de ano, mas dezembro não costuma ter muitas vendas internacionais, a não ser os produtos que são commodities”, comentou Buega.


Conforme demonstram os números do MDIC, o mercado paraibano segue bastante dependente do ramo de calçados. Só a Alpargatas representou 45,14% das exportações do Estado de janeiro a novembro deste ano.


“A maior parte das vendas externas são de calçados, assim como o setor têxtil também já foi muito forte. Se ele tivesse continuado como antigamente seríamos capazes de dobrar esses números, mas a Coteminas, que antes era uma das principais exportadoras, está se dedicando mais ao mercado interno agora”, afirmou.


Nordeste 

A região Nordeste também apresentou queda significativa no mês de novembro no que diz respeito às exportações. No último mês, foi movimentado um montante de US$ 1,371 bilhão, número 25,56% inferior que o de novembro de 2011 (US$ 1,843 bilhão), representando 6,7% das exportações brasileiras no mês.


Quanto às importações, as compras regionais somaram US$ 3,362 bilhões, o que levou a um déficit de US$ 1,990 bilhão.


A Bahia foi o estado nordestino que mais exportou em novembro, gerando um total de US$ 836 milhões através da atividade, enquanto o estado do Maranhão foi o maior importador da região (US$ 1,259 bilhão).


Brasil 

No país, o MDIC constatou uma queda de 5,97% nas exportações em novembro sobre o ano passado, saindo de US$ 21,773 bilhões para US$ 20,471 bilhões.



JORNAL DA PARAÍBA/ pb agora

Aprovada lei que proíbe Prefeitura de João Pessoa de contratar bandas que denigram a mulher A lei foi aprovada nesta quarta-feira pelos vereadores e impedirá que recursos públicos sejam destinados à contratação de bandas que apresentem músicas expondo as mulheres



Divulgação
Vereadora Sandra Marrocos
Em sessão ordinária da Câmara Municipal, nesta quarta-feira (26) pela manhã, os vereadores da cidade de João Pessoa aprovaram o projeto de lei da vereadora Sandra Marrocos (PSB), que "proíbe que o poder público destine recursos públicos para a contratação de artistas que apresentem músicas ou coreografias que desvalorizem, denigram ou exponham a imagem das mulheres". O projeto se tornou lei depois que os vereadores derrubaram em plenário um veto de autoria do prefeito Luciano Agra (sem partido).
Segundo Sandra Marrocos, o projeto anunciado desde outubro deste ano e vetado três vezes pelo prefeito Luciano Agra, foi baseado na lei já existente na Bahia, conhecida como a “antibaixaria”, de autoria da deputada estadual Luíza Maia (PT). Naquele Estado, a lei foi aprovada como forma de diminuir a quantidade das músicas maliciosas, que estavam aumentando com a popularização principalmente do pagode baiano, ritmo que se utiliza, em sua maioria, da imagem da mulher para a composição de suas músicas.   
 A vereadora citou um trecho de uma dessas músicas, na defesa do seu projeto na Câmara de João Pessoa. “Ela, ela é uma cadela. Ela, mais ela é prima de Isabela. Joga a patinha pra cima (...) Me dá a patinha, me dá sua cachorrinha”, repetiu. É um trecho da música 'Me dá a patinha', da banda Black Style.
Os vereadores de João Pessoa apreciaram 12 vetos do Executivo, dos quais seis foram mantidos e seis foram derrubados. Também foram aprovados oito projetos de lei deautoria do Executivo e duas Medidas Provisórias. 
portalcorreio

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

As Mamães Noel mais safadinhas do Pólo Norte


Hipermercado na Romênia choca clientes ao exibir filme pornô em TVs Cliente filmou ato sexual e postou vídeo na internet. Pelo menos oito TVs mostraram mulher fazendo sexo oral.


Clientes de um hipermercado na Romênia ficaram chocados após um filme pornô ser exibido em TVs que estavam expostas. Um consumidor filmou com o celular pelo menos oito aparelhos de TV mostrando uma mulher fazendo sexo oral em um homem. O vídeo chegou a ser publicado no Facebook, mas depois foi excluído. As imagens, porém, ainda podiam ser vistas nesta quarta-feira (26) no site YouTube, segundo o jornal "Libertatea".
Filme pornô foi exibido em TVs expostas em hipermercado (Foto: Reprodução)Filme pornô foi exibido em TVs expostas em hipermercado (Foto: Reprodução)
TVs mostraram mulher fazendo sexo oral em um homem (Foto: Reprodução)TVs mostraram mulher fazendo sexo oral em um homem (Foto: Reprodução) globo.com

Economistas: baixo investimento, dívidas e crise travaram o Brasil


Até 2011, a imprensa e mercados internacionais pareciam tomados por um grande entusiasmo em relação ao crescimento brasileiro. "O Brasil decola", anunciou em 2009 a revista britânica The Economist, fazendo um diagnóstico que, à época, parecia ser unanimidade.
A recente polêmica aberta em um artigo da mesma Economist chamava a economia brasileira de "criatura moribunda" - e anunciava: "O Brasil despenca" - dá a medida de como o clima mudou em relação ao País em 2012."Este foi o ano em que passamos de uma 'brasilmania' - um grande entusiasmo no exterior em relação ao Brasil - para uma visão mais realista e cética sobre o potencial do País. Agora, na imprensa e entre os mercados e investidores há muita incerteza sobre os rumos que a economia brasileira tomará a partir de 2013", disse à BBC Brasil Marcos Troyjo, diretor do BRICLab da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos.Entre as causas centrais da mudança está a desaceleração econômica dos últimos dois anos. De 2004 a 2010 o PIB brasileiro cresceu a uma média de 4,5%, alcançando, em 2010, os 7,5% que encheram os olhos dos mercados e investidores.A expansão mais modesta do ano passado - de 2,7% - foi interpretada por analistas como um ajuste sobre o ano anterior, em que o PIB havia crescido mais que seu "potencial" estimado, de 4%.O que explica, então, a alta de apenas 1% esperada para 2012? Ou o que freou tão bruscamente o crescimento brasileiro - em um contexto em que, ainda por cima, o desemprego está historicamente baixo?Em um momento em que o governo brasileiro se esforça para garantir que o País retome o crescimento acelerado - com mudanças no câmbio, pacotes de incentivo fiscal e queda dos juros - economistas estrangeiros e brasileiros de prestígio responderam essa questão para a BBC Brasil e opinaram sobre o que é preciso para a economia voltar a alçar vôo em 2013.Consensos e divergências
Alguns pontos parecem consensuais. Por exemplo, os baixos níveis de investimento são apontados como fator central do desaquecimento.Como alguns analistas ressaltam, o aumento dos gastos do governo e a expansão da classe média brasileira impulsionaram o consumo nos últimos anos - mas os empresários não têm investido o suficiente, criando uma insuficiência de oferta.No Brasil, o nível de investimento ronda os 18% do PIB, contra quase 50% da China e pouco mais de 30% da Índia. No Peru, Chile e Colômbia a taxa ronda os 25%.A sobrevalorização do real, que mina a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional, e problemas estruturais, como excesso de burocracia, gargalos de infraestrutura e falta de investimento em educação e na formação de mão de obra também são apontados como freios do crescimento em 2012, além do acirramento da crise global e desaquecimento da China.O governo está tentando atacar alguns desses entraves com medidas como cortes dos juros (para 7,25%) e a queda do real. "Mas tal ajuste só terá resultados no médio e longo prazo, porque os empresários levam tempo para refazer seus planos", diz Antônio Prado, da Cepal.Entre as diferenças de pontos de vista dos entrevistados algumas se referem às causas do desaquecimento. Por exemplo, um grupo atribui mais peso a fatores externos, enquanto outros veem exagero no cálculo do contágio.Há também uma ampla variação nas receitas para o crescimento. Alguns defendem mais abertura e menos intervenção. Outros pedem políticas industriais mais ambiciosas. Confira algumas dessas propostas abaixo:Jim O'Neill - Economista da Goldman Sachs, criador do termo Bric
É importante entender que a taxa de crescimento anual do Brasil é bastante volátil. Na década em que a média de crescimento chegou perto dos 4% houve 3 anos em que a expansão do PIB ficou abaixo dos 2%.O Brasil desacelerou por dois motivos em 2011 e 2012. Primeiro, a redução do crescimento da China e dos preços de algumas commodities. Segundo, a sobrevalorização do real, que complicou o desafio do Brasil para ganhar competitividade. Mas no último trimestre, não fosse por uma estranha queda no setor financeiro, o crescimento anualizado seria de 4%, então acho que será mais forte a partir de agora.Para assegurar um crescimento igual ou maior que 4%, o Brasil precisa de melhores condições financeiras (evitando uma nova valorização do real) e reformas focadas no lado da oferta. A macroeconômia tem ido na direção certa, mas é preciso mais reformas microeconômicas.Michael Reid - Editor para América Latina da The Economist
É verdade que o ambiente externo tem sido um desafio. Mas com que países o Brasil quer se comparar? Com a Europa? Basta olhar para a América Latina e o Bric para ver que o desempenho recente do Brasil é pobre.Alguns motores do crescimento de 2004-10 enfraqueceram. As commodities já não estão subindo e os consumidores precisam pagar suas dívidas. O Brasil se trancafiou em um bloco comercial protecionista e de baixo crescimento - o Mercosul, e fez pouco para abrir novos mercados. Mas o que mais decepciona é a queda dos investimentos. O setor público não tem melhorado a execução de projetos e investidores privados parecem estar preocupados com o risco de mudanças regulatórias ou de políticas.Outros países latino-americanos acabaram com uma burocracia estúpida que dificultava a vida das empresas. Por que o Brasil não faz o mesmo? Como a presidência já reconheceu, mobilizar investidores privados em projetos de infraestrutura é crucial. Mas o governo precisa ser mais consistente ao atrair investidores, oferecendo a eles uma taxa de retorno razoável.Simplificar a estrutura tributária brasileira e reformar leis trabalhistas leva tempo, mas o governo poderia anunciar planos claros para lidar com essas questões.Marcos Troyjo - Diretor do BRICLab da Universidade de Columbia
Há exagero na avaliação do peso dos fatores externos sobre o desaquecimento brasileiro. O Brasil é uma economia relativamente fechada. As exportações representam 10% do PIB e o peso da China é de 2%. Por isso, o efeito direto do desaquecimento chinês é mais limitado do que muitos acreditam, embora haja também o efeito indireto, relacionado a uma mudança de expectativas.Houve no Brasil um problema de oferta. O País cresceu recentemente com um modelo focado nos altos índices de consumo e gastos do governo. Isso gera crescimento de curto prazo, mas não desenvolvimento. Para crescer mais de 4%, o Brasil precisa investir 23% do PIB no mínimo.A queda dos juros foi bem-vinda, mas ainda é preciso fazer reformas estruturais: reduzir a burocracia para a abertura de negócios e os gargalos de infraestrutura; investir mais em inovação e formação de mão de obra.Antonio Prado - Secretário-executivo adjunto da Cepal
Houve uma queda muito importante do nível de atividade da indústria - em parte por causa da sobrevalorização do real, que barateou as importações e desestimuliou a produção local. Isso levou a uma inconsistência entre a política industrial e política macroeconômica.Por isso, mudança na taxa de câmbio e de juros era necessária, mas deve demorar para mostrar resultados. Empresas que já tinham contratos de compras de insumos e dívida em dólar devem ser prejudicadas no curto prazo com a desvalorização, mas no médio e longo prazo o Brasil ganha competitividade.O País já está fazendo um esforço grande para levar adiante mudanças estruturais e deve continuar nesse caminho. . Medidas como o controle de fluxos especulativos financeiros também são importantes.Pablo Fajnzylber - Principal economista do Banco Mundial para o Brasil
Após crescer zero em 2009, o Brasil implementou um política fiscal e monetária anticíclica que lhe permitiu crescer 7,5% em 2010. Mas pressões inflacionárias levaram a um aperto da política monetária até agosto de 2011, quando incertezas globais motivaram um novo ciclo de estímulo.O impacto desse afrouxamento precisa de tempo para se materializar. A parcela das rendas familiares comprometida com dívidas está alta. O investimento continua baixo refletindo uma incerteza sobre o cenário global e doméstico. Além disso, muitas indústrias sofrem com custos elevados de mão de obra.No longo prazo, é preciso elevar o PIB potencial do País. A produtividade e o nível de investimento precisam subir. O setor público deve concentrar investimento em atividades que aumentam a produtividade do setor privado, como educação e infraestrutura, continuando a fazer parcerias com o setor privado em áreas em que o último tem vantagens comparativa como transportes.Edward C. Prescott - Prêmio Nobel de Economia
O sistema político deve estar bloqueando mudanças e tomando medidas para manter o status quo. É preciso fazer mudanças para progredir, mas ao que parece a nova presidente não é tão habilidosa como Luiz Inácio Lula da Silva, que foi capaz de manter o apoio dos brasileiros permitindo uma mudança.O Brasil precisa criar um ambiente em que grupos de brasileiros talentosos possam se juntar e levar adiante iniciativas empreendedoras. Mais competição entre os Estados e mais abertura para o resto do mundo poderia ajudar nesse processo.Luiz Carlos Bresser-Pereira - Ex-ministro da Fazenda
A economia brasileira está crescendo menos que o esperado principalmente devido à grande apreciação cambial que ainda subsiste. Os anos 2000, como os anos 90, foram marcados pela tendência à sobrevalorização crônica e cíclica da taxa de câmbio. O dólar caiu de R$ 3,95 em 2003 para R$ 1,65 em 2010.Com isso, as indústrias deixaram de exportar. Elas sobreviveram graças à política distributiva do governo, que aumentou o mercado interno e explica as taxas de crescimento do segundo mandato de Lula. Mas com o tempo, seu mercado foi capturado por manufaturados estrangeiros.O essencial agora é continuar a depreciar o real até que ele chegue ao nível de "equilíbrio industrial", de R$ 2,70 por dólar, que torna competitivas as empresas brasileiras de manufaturados. Para exportadores das commodities, que originam a "doença holandesa" (sobrevalorização da moeda de países com recursos naturais abundantes), R$ 2,00 por dólar está bom.

economia.terra

China inaugura a maior linha ferroviária de alta velocidade do mundo


 
8 horas para chegar de Pequim a Cantão, em vez das 22 que costumava levar a ligação ferroviária entre a capital chinesa e a cidade a 150 km de Macau.
A China bate mais um recorde com a construção e inauguração, esta quarta-feira, da maior linha ferroviária de alta velocidade do mundo. São 2298 km, muitos deles percorridos a velocidades superiores a 300 km/h.
Os bilhetes custam cerca de 200 euros.
Apesar da ligação aérea ser mais rápida, uma cliente do serviço prefere o comboio de alta velocidade porque é mais fácil chegar “do centro de Pequim à estação, utilizando o metro para o efeito”, em vez de uma deslocação até ao aeroporto onde ainda há que contar com o tempo que demora o check-in.
O ambicioso projeto que liga o norte ao sul da China em alta velocidade não esteve livre de polémica. No verão passado, 40 pessoas morreram num acidente com um comboio rápido e todo o processo tem sido ensombrado por acusações de corrupção.
O plano de modernização e expansão da rede ferroviária chinesa deve estar completo em 2015, ano em que o país deverá ter cerca de 16 mil quilómetros de linhas férreas. 
pt.euronews

Presidente da CBF recebe pensão vitalícia do governo, diz jornal


Presidente da CBF recebe pensão vitalícia do governo, diz jornal

 Cerca de 266 ex-deputados  ou dependentes recebem pensão vitalícia da assembleia legislativa que variam de R$ 7.515 a R$ 18.725 pagos pelo governo do Estado de São Paulo, informou o jornal O Estado de S.Paulo nesta quarta-feira.


Dentre os beneficiários estão dois ex-ministros, um ex-governador, um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), uma viúva de governador, a madrasta de um senador e até o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O Estado gasta cerca de R$ 33 milhões anuais com as pensões.


Segundo o jornal, a pensão vitalícia foi insituída em 1976 e encerrada em 1991, mas aqueles que contribuíram com ela têm os direitos preservados. Dentre os beneficiários ilustres estão o presidente da CBF, José Maria Marin, pois já foi deputado estadual em duas ocasiões; a madrasta do senador Aloysio Nunes (PSDB), que herdou o valor do pai do senador e o ex-governador Alberto Goldman (PSDB). 
pbagora

Calor do verão já passa de 40º na Paraíba Termômetros já medem 38oC com sensação térmica de 2 graus a mais em cidades do Agreste e Sertã



Internet
Imagem ilustrativa
Mal o verão começou, mas os paraibanos do Agreste e Sertão já estão enfrentando sensações térmicas que passam dos 40ºC. A previsão de hoje, para pelo menos 12 cidades, é que os termômetros cheguem a 38ºC. Só em Patos, essa marca já foi alcançada anteontem, quando se registrou 38,3ºC. A umidade relativa do ar também está em baixa, em virtude da não formação de nuvens, já que o início do período chuvoso do semiárido é apenas em janeiro. Ainda em dezembro, porém, podem ocorrer chuvas no extremo oeste do Estado, embora as chances sejam mínimas. No Litoral, a situação é mais amena: máxima de 31ºC, com 63% de umidade, na Capital.
De acordo com o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Eládio Barros, as sensações térmicas devem continuar severas daqui para frente. “Em qualquer local que tenha a influência de asfalto, edifícios e automóveis, vai sim ter aquela temperatura real que chega a mais de 40º C”, observou. Ele explica que, na região de Patos, mesmo na primavera, foram registrados três dias com temperaturas acima dos 38º C. “No dia 16 de novembro, deu 38,5º C, no dia 22 deu 38,7º C e, no dia 24, 38º C”, relatou. De lá para cá, tem ficado na casa dos 37º C. “A mesma coisa nos municípios que ficam num raio de 150 a 200 km”, completou.
Enquanto não chegam as chuvas, previstas para janeiro e fevereiro, principalmente, a umidade relativa do ar ficará em baixa. São Bento, no alto Sertão, deve apresentar, além de temperatura de 38º C, 35% de umidade, assim como São Bento e São José do Brejo do Cruz. Em Patos, embora a estimativa seja de 35º C, a umidade é ainda menor, de 34%. No Cariri, Monteiro tem temperatura de 38º C, mas umidade de 41º C. O Litoral é onde são registradas as temperaturas mais amenas, em comparação com o resto do Estado. Elas variam entre 25ºC e 31º C. A umidade fica em 63% na Capital, assim como em Baía da Traição (66%), Pitimbu (68%) e Caaporã (62%). 

portalcorreio.uol