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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Grupo Caoa inaugura fábrica em São Paulo e muda discurso sobre montadora na PB Empreendimento, que foi dado como certo pelo empresário Carlos Alberto Oliveira, agora é tratado como 'intenção' e e apenas um 'projetro em estudo'



Divulgação
Fábrica da Hynduai
 A Hyundai vai inaugurar na próxima sexta-feira (09) mais uma fábrica no Brasil. A nova planta industrial instalada no estado de São Paulo terá capacidade anual de produção para 100 mil veículos. A montadora produzirá veículos bicombustíveis compactos da marca.  
O grupo Caoa (importador exclusivo da marca Hyundai no Brasil desde 1999) mudou o discurso em relação à Paraíba. De projeto definido e investimento certo para a construção da primeira montadora de veículos no Estado, o grupo do empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade fala agora apenas em “intenção” e “estudo”. Quem informou foi a assessoria do próprio grupo, alegando que não existe nenhum projeto sobre expansão do grupo. 
Atualmente a Hyundai possui possuiu uma fábrica localizada na cidade de Anápolis (GO) mantida em parceria com o grupo brasileiro CAOA. Nesta planta industrial, é produzido o minicaminhão HR e a partir do ano que vem, também fabricará a versão nacional do SUV Tucson. 

O local escolhido para instalação da nova fábrica foi a na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo. O jornal Maeil Business publicou uma reportagem onde complementa esta unidade inaugurada é destinada a produção de veículos bicombustíveis compactos. Além de modelos da Hyundai, também poderão ser fabricados carros da sua subsidiária Kia Motors.

Os modelos produzidos não foram confirmados, mas o recente lançamento i20 pode ser um dos eleitos. O hatch médio i30, que começará a ser vendido no Brasil ainda este ano, também poderá fazer parte desta lista caso tenha uma boa receptividade no mercado.

O empresário paraibano Carlos Alberto de Oliveira Andrade, fundador do grupo Caoa, parece já prever o fim da parceria com a Hyundai. A montadora coreana investiu sozinha na fábrica de Piracicaba.

Para preparar o terreno e garantir que não haverá um divórcio abrupto, a exemplo de outros rumorosos casos no setor, a Caoa praticamente dobrou o número de concessionárias com a bandeira Hyundai em 2011 e, segundo o mercado pode pleitear importação de novas marcas.

Depois de 14 anos trazendo veículos da Hyundai com exclusividade para Brasil, o Grupo Caoa pode não debutar na parceria com a montadora. Fontes do mercado dizem que o contrato das empresas deve se encerrar no fim de 2013 e que mesmo com a opção de prorrogação, a coreana deve seguir o caminho sozinha.

Segundo a assessoria de imprensa da Caoa,o que  “existe é  a intenção de ter uma unidade no Nordeste e que a Paraíba tem uma atenção especial neste sentido, mas que, por enquanto, são apenas estudos”.  Um discurso bem diferente do presidente do grupo que, em entrevista exclusiva ao programa Correio Debate, da 98FM, assegurou que o Estado ganharia sua primeira montadora de veículos, que geraria 20 mil empregos diretos.

A afirmação do empresário Carlos Alberto de Oliveira, no dia 5 de junho passado, empolgou a classe política. Em cadeia de rádio para todo o Estado, ele chegou a afirmar, ao vivo, direto de Paris (França), que o empreendimento tinha potencial de gerar mais de 80 mil empregos com a instalação de fábricas satélites, responsáveis pelo fornecimento de peças e suprimentos para a Hyundai.

Carlos Alberto falou durante aproximadamente 20 minutos, por telefone, e neste período deu explicações sobre os investimentos previstos para concretização do projeto – algo em torno dos U$ 600 milhões. Chegou a contar como foram as primeiras negociações e boa parte do processo que chamou de “concretização da escolha da Paraíba para sediar o novo empreendimento” de seu grupo.

Incentivos

Depois do anúncio feito por meio do programa de rádio, o governador Ricardo Coutinho não recebeu mais nenhum contato da empresa. Ele disse que o Governo está pronto para oferecer as condições e incentivos necessários para atrair os investimentos que o Estado precisa. “Não estamos parados, estamos buscando novos investimentos e apresentando a Paraíba como uma opção para os grandes grupos”, informou Ricardo.

Para ele, a Hyundai receberá incentivos e totais condições do Estado para a instalação de uma unidade produtora. “O investimento é privado. Cabe ao Estado assegurar totais condições para que esse investimento se instale aqui. Mas ao Governo só cabe esperar a decisão do empresário”, afirmou.

No último dia 20 deste mês, o Diário Oficial trouxe a publicação de uma série de resoluções que concedem benefícios fiscais para 10 empresas, através do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Industrial da Paraíba (Fain), executado pela Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep).

As empresas beneficiadas pelo pacote de incentivos vão investir mais de R$ 570 milhões, com perspectiva de gerar diretamente 562 novos empregos em seis cidades diferentes. As atividades dessas empresas são diversificadas, indo desde fabricação de cimento, artigos de higiene pessoal, vidro e beneficiamento de minerais não metálicos.

As empresas terão outros benefícios específicos também quando as fábricas estiverem em operação. As cidades contempladas com os empreendimentos são Conde, Campina Grande, Caaporã, Bayeux, João Pessoa e Pedra Lavrada. “Estamos trabalhando para atrair novos investidores, como também, apoiar os que já estão com suas unidades implantadas no Estado”, justificou o governador.

Paralelamente à concessão de benefícios fiscais, o Governo do Estado também está investindo em obras estruturantes, que também são levadas em consideração quando da análise da Paraíba por parte dos investidores.

Histórico

O empresário Carlos Alberto Oliveira argumentou que a negociação entre o grupo e o Estado teve início ainda em 2008, quando o então governador Cássio Cunha Lima o procurou para tratar sobre o assunto. “O governador Cássio me procurou e tivemos uma reunião com o presidente Lula e ali começou a germinar o processo”, disse o empresário, acrescentando que escolheu a Paraíba por ser sua terra natal.

Carlos Alberto informou que em 2010, assim que tomou posse, o governador Ricardo Coutinho lhe fez uma visita em sua casa para dar sequência à negociação. “Ele apresentou todas as possibilidades e incentivos que necessários para irmos para a Paraíba. Cássio iniciou e Ricardo deu continuidade”, acrescentou.

No dia anterior à sua participação no programa de rádio, 4 de julho, Carlos Alberto ligou para Cássio Cunha Lima e Ricardo Coutinho anunciando a implantação da montadora na Paraíba. “Isso me deixa contente: depois de levar vários projetos para o Brasil, levar um projeto nacional para minha terra natal, principalmente pela carência que o Estado tem de investimentos”, disse.

O governador Ricardo Coutinho também entrou no ar no mesmo programa e se mostrou muito satisfeito com o anúncio. “A Paraíba quer dialogar com seus filhos ilustres. Eu dizia hoje que mais do que nunca nossa condição é de abrir os braços para que a Paraíba pudesse receber um investimento tão importante”, declarou.

Ainda no ar, Ricardo Coutinho se mostrou apressado em consolidar o anúncio feito pelo empresário e disse que estava à disposição para receber nos próximos 45 dias (prazo terminado em 20 de julho) os executivos do Grupo Caoa para tratar de questões mais diretas, como localização e escoamento da produção.

Repercussão

No dia 6 de junho, a Agência Brasil divulgou matéria sobre a escolha da Paraíba para sediar a nova montadora e, assim, o assunto foi parar nos principais veículos do país.

Paraibano de Campina Grande, Carlos Alberto teria dito que tinha muita vontade de se instalar em seu estado natal, mas que por enquanto eram apenas estudos.

O site especializado Automotive Business também  publicou uma longa matéria explicando questões legais que impediriam esse empreendimento em curto prazo e explicou que o tal anúncio teria sido motivado por um erro num texto publicitário. A princípio, um comercial de TV circulava na Paraíba anunciando a segunda fábrica do grupo no país. Segundo o site, a empresa teria afirmado que houve engano no texto e que a intenção do vídeo era divulgar o aumento nos investimentos da Caoa na Paraíba, com abertura de novas lojas.

O grupo é o maior revendedor Ford do país e importadora da marca Subaru desde de 1998, além de deter contrato de exclusividade da marca Hyundai no Brasil.

Disputa pela sede

Logo após o anúncio da Paraíba como sede de um empreendimento de U$ 600 milhões e capaz de gerar, de uma tacada só, 20 mil empregos, a classe política do Estado começou a apresentar suas cidades-sedes como candidatas.

A disputa ganhou a rodas de conversas, os veículos de comunicação e até mesmo as tribunas das câmaras municipais e Assembleia Legislativa, com discursos inflamados. Nesse contexto, a cidade portuária de Cabedelo despontou como uma das favoritas por motivos óbvios: proximidade com o porto, o que baratearia os custos com transporte, tornando a fábrica mais competitiva. 
portal correio

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mexicanos posam nus durante festival do Dia dos Mortos Cerca de 150 pessoas ficaram sem roupa para as lentes de artista. Elas foram cobertas com lençóis transparentes em Guanajuato.


Dezenas de voluntários mexicanos posaram sem roupa para o artista Spencer Tunick durante o Festival dos Esqueletos, em comemoração ao Dia dos Mortos, neste domingo (4). Cerca de 150 pessoas participaram da foto. Cobertas com lençóis brancos transparentes, elas posaram no início do dia no estado de Guanajuato.
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Dezenas de voluntários mexicanos posaram sem roupa para o artista Spencer Tunick durante o Festival dos Esqueletos, em comemoração ao Dia dos Mortos, neste domingo (4). Cerca de 150 pessoas participaram da foto. (Foto: Reuters)Dezenas de voluntários mexicanos posaram sem roupa para o artista Spencer Tunick durante o Festival dos Esqueletos, em comemoração ao Dia dos Mortos, neste domingo (4). Cerca de 150 pessoas participaram da foto. (Foto: Reuters)
Os voluntários foram cobertos com lençóis brancos transparentes. A instalação, chamada de “Espíritos”, foi realizada no estado mexicano de Guanajuato (Foto: Reuters)Os voluntários foram cobertos com lençóis brancos transparentes. A instalação, chamada de “Espíritos”, foi realizada no estado mexicano de Guanajuato (Foto: Reuters) 
globo.com

Mitt Romney se apresenta como um CEO para a Casa Branca Reportagem de VEJA mostra que, executivo de sucesso e membro de uma religião vista como exótica nos EUA, republicano ameaça a reeleição de Obama com a promessa de pôr ordem na economia


O ANTI-OBAMA - Romney faz campanha no estado de Ohio, que pode ser decisivo em novembro: quanto menos governo, melhor
O ANTI-OBAMA - Romney faz campanha no estado de Ohio, que pode ser decisivo em novembro: quanto menos governo, melhor (Brian Snyder/Reuters)
Willard Mitt Romney, o candidato republicano à Casa Branca, nasceu em Detroit, em 1947. Foi batizado em homenagem a um amigo da família, J. Willard Marriott, que depois se tornaria conhecido pela rede de hotéis que criou. Marriott, tal como os Romney, era mórmon, seguidor da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. “Mitt” era o apelido de Milton Romney, primo do seu pai, George, e quarterback do time de futebol americano Chicago Bears. George era presidente de uma empresa de automóveis na cidade e tentou a candidatura à Presidência pelo Partido Republicano em 1968. Ele aconselhou o filho a só se aventurar na política depois de ser bem-sucedido no mundo dos negócios. Mitt Romney seguiu a recomendação. Foi um consultor de destaque no Boston Consulting Group. Depois, foi o CEO de uma firma de capital de risco, a Bain Capital, que rendeu milhões em dividendos aos seus investidores. Só então se candidatou ao Senado (foi derrotado) e ao governo de Massachusetts (foi eleito), o estado menos conservador dos Estados Unidos. Essa trajetória cuidadosamente planejada será posta à prova em 6 de novembro. A menos de duas semanas do pleito presidencial, Romney aparece à frente de Barack Obama, que tenta a reeleição, em metade das pesquisas de intenção de voto, mas ainda perde na contagem do colégio eleitoral, cujos delegados são definidos em cada estado pela votação popular. São eles que efetivamente elegem o presidente.
Muitos eleitores apostam que a experiência de Romney e sua capacidade de analisar montanhas de dados para tomar decisões acertadas possam servir para tirar os Estados Unidos do marasmo econômico. O desemprego, o déficit nas contas governamentais, a queda no padrão de consumo e outros problemas econômicos são considerados essenciais para a escolha do candidato por 72% dos eleitores. Obama assumiu o poder em 2009, quando a crise financeira ainda estava fresca. Seus pacotes de estímulo podem ter evitado o pior, mas não tiraram o país da crise. Em contraste com o discurso democrata que defende a intervenção do estado na economia, Romney encarna a essência do Partido Republicano, para o qual governo demais atrapalha. Ele fala em reduzir impostos e cortar gastos desnecessários. Também promete cancelar a reforma do sistema de saúde feita por Obama, que universaliza o atendimento e obriga todos a pagar por um plano médico. Esse corte traria uma economia de 95 bilhões de dólares por ano. A saúde, segundo Romney, deveria ser incumbência dos estados.
Brian Blanco/Reuters & AKG/LatinStock
A POLIGAMIA É PASSADO - Ann, a (única) mulher de Mitt Romney, com dois de seus netos em um ônibus de campanha na Flórida, na semana passada. Ao lado, uma ilustração retrata o assassinato de Joseph Smith, o fundador da Igreja Mórmon, em meio à campanha à Presidência, em 1844
A POLIGAMIA É PASSADO - Ann, a (única) mulher de Mitt Romney, com dois de seus netos em um ônibus de campanha na Flórida, na semana passada. Ao lado, uma ilustração retrata o assassinato de Joseph Smith, o fundador da Igreja Mórmon, em meio à campanha à Presidência, em 1844
Formado em direito e em administração pela Universidade Harvard, cursos que ele frequentou simultaneamente, Romney trabalhou em duas empresas de consultoria antes de fundar e presidir a Bain Capital, uma companhia que coloca dinheiro em empresas pré-falimentares para fazê-las dar lucro novamente e vendê-las por um preço superior. A Bain Capital pôs 5 milhões de dólares na Accuride, vendida pela fábrica de pneus Firestone. Dezoito meses depois, suas cotas na empresa valiam 121 milhões de dólares. Eleito governador de Massachusetts em 2002, ele montou um gabinete técnico, que incluía secretários democratas. Todos eram submetidos a reuniões intermináveis para discutir em detalhes as políticas para sanar as contas públicas. Romney era criativo nos cortes de gastos, mas falhou em costurar acordos no Legislativo para aprovar muitas de suas propostas.
Os estrategistas republicanos se esforçam para realçar sua imagem como homem de negócios com um plano infalível para o país, mas deixam temas mais pessoais do candidato, como sua religião, à margem. Romney só fala de sua fé quando perguntado, uma postura que ele já havia adotado nos tempos de faculdade. A maioria dos americanos sabe pouco sobre os mórmons, mas imagina que sejam defensores da poligamia e tem lá suas dúvidas sobre se podem mesmo ser considerados cristãos. O preconceito já foi maior. Em 1885, um bisavô de Romney, Miles Park, chegou a fugir dos Estados Unidos para o México, com as suas três mulheres, para escapar da perseguição religiosa. A Igreja Mórmon abandonou a poligamia em 1890. Como Romney evita o assunto, não se sabe qual influência sua fé tem em suas posições políticas. “Romney certamente não tentaria proibir o álcool ou o aborto, vetados entre os mórmons, mas em outros temas morais suas opiniões são menos conhecidas”, diz o cientista político americano Sandy Maisel. A ambição política não é estranha à história da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O primeiro mórmon candidato a presidente dos Estados Unidos foi ninguém menos que Joseph Smith, o fundador da religião, assassinado em plena campanha, em 1844. Um dos seus braços direitos era Miles Archibald Romney. No dia 6, os americanos vão decidir se confiam o comando do país ao seu trineto Mitt, o Romney CEO. 
veja.abril

Médicos usam luz de celular para atender pacientes no Rio



m problema de abastecimento de energia elétrica fez com que os médicos do Hospital do Fundão, no Rio de Janeiro, utilizassem luz dos telefones celulares para atender pacientes nesta segunda-feira. A Light, concessionária que distribui energia na cidade, informou que houve defeito em um equipamento da rede que abastece a zona norte e que o reparo foi concluído. A falta de energia nos bairros atingidos durou cerca de uma hora.
Os terminais 1 e 2 do aeroporto do Galeão, na Ilha do Governador, zona norte, ficaram sem luz por quase 20 minutos na manhã de hoje. A falta de energia começou por volta de 8h e atingiu os painéis, o sistema de som, os elevadores e as lojas, que fecharam as portas, mas, segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), as operações de pousos e decolagens não foram afetadas.
O corte no fornecimento de energia atingiu também a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que fica na Ilha do Fundão. Trechos da Ilha do Governador e dos bairros de Ramos e Olaria foram afetados, incluindo os sinais de trânsito.
noticias.terra

Globo quer R$ 143 milhões em patrocínios para BBB 13


Globo quer R$ 143 milhões em patrocínios para BBB 13

Segundo a coluna Outro Canal, do jornal Folha de S.Paulo, a TV Globo busca R$ 143 milhões em patrocínios para BBB 13, que tem estreia prevista para o dia 8 de janeiro.


Serão seis cotas de patrocínio nacional, a R$ 23,9 milhões. Cada uma das cotas dá direito a 281 inserções da marca na programação da TV Globo.  


TERRA/ pb agora

Cajazeiras lança edital para concurso; Prefeitura oferece 904 vagas e salários chegam a R$ 2,3 mil O concurso será realizado com o apoio do Ministério Público, após a assinatura de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com a prefeitura


Imagem Ilustrativa
Começam hoje as inscrições para o concurso público em Cajazeiras. Os candidatos têm até o próximo dia 16 para concluírem o processo para participarem da seleção. A prefeitura oferece 908 vagas, que contemplam os níveis fundamental, médio e superior e os salários variam entre R$ 622 e R$ 2,3 mil. As provas serão aplicadas no dia 9 de dezembro.

O concurso será realizado com o apoio do Ministério Público, após a assinatura de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com a prefeitura. A Fundação Vale do Piauí (FUNVAPI), será a empresa responsável pela realização do certame. 
portal correio

domingo, 4 de novembro de 2012

Banho inesquecível para o menino:

menino feliz atras bunda gostosa ducha praia
nozes na frita

Morre a cantora Carmélia Alves, um dos grandes nomes da Era do Rádio Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/morre-cantora-carmelia-alves-um-dos-grandes-nomes-da-era-do-radio-6629254#ixzz2BGEUjw00 © 1996 - 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.





 Apelidada de Rainha do Baião por Luiz Gonzaga, Carmélia viveu o auge de sua carreira entre as décadas de 1940 e 1970.
Carmélia Alves e Luiz Gonzaga cantam no projeto 'Seis e meia" no Teatro João Caetano Foto: Paulo Moreira / Arquivo/Agência O Globo
Carmélia Alves e Luiz Gonzaga cantam no projeto 'Seis e meia" no Teatro João CaetanoPAULO MOREIRA / ARQUIVO/AGÊNCIA O GLOBO
RIO - Um dos grandes nomes da Era do Rádio, a cantora Carmélia Alves morreu na noite deste sábado aos 89 anos, vítima de complicações cardíacas, no Hospital das Clínicas de Jacarepaguá, onde estava internada há 20 dias. Apelidada de Rainha do Baião por Luiz Gonzaga, Carmélia viveu o auge da carreira entre as décadas de 1940 e 1970. Logo no início da carreira substituiu Carmem Miranda - que tinha se mudado para os Estados Unidos - na Rádio Mayrink Veiga.
Desde 2010, vivia no Retiro dos Artistas e sofria de Alzheimer. A administradora da Casa dos Artistas, Maria Aparecida Cabral, ainda não sabe onde e quando Carmélia será enterrada porque tenta localizar uma sobrinha da cantora.
Segundo o dicionário Ricardo Cravo Albin da Música Popular Brasileira, Carmélia Alves começou sua carreira artística nos anos 1940, quando foi contratada por Barbosa Júnior para apresentar-se com cachê fixo no programa "Picolino", cantando músicas do repertório de Carmen Miranda. Em meados dos anos 1940, ganhou uma chance no conhecido programa "Casé", substituindo uma cantora que havia faltado. Cantou músicas de Carmem Miranda, que acabara de deixar o Brasil.
A apresentação foi ouvida por César Ladeira, diretor da Rádio Mayrink Veiga. Contratada pela rádio, que buscava uma substituta para a estrela que deixara o país, ganhou um programa semanal, recebendo 800 mil réis por mês, uma verdadeira fortuna para a época. Em 1941, foi contratada como crooner pelo Copacabana Palace, com salário de 100 mil réis por dia, no programa "Ritmos da Panair".

Suas últimas apresentações em público foram em 2004, no Teatro Ipanema e no Teatro João Caetano,com o espetáculo "Tra-lá-lá- Lalá é cem". O show tinha direção, roteiro e apresentação de Ricardo Cravo Albin. O espetáculo fez parte das comemorações do centenário do nascimento do compositor Lamartine Babo. Neste show, Carmélia dividiu o palco com Ellen de Lima e Carminha.
Abaixo a discografia de Carmélia Alves segundo o dicionário de Ricardo Cravo Albin:

(2001) Estão voltando as flores • Som Livre • CD
(2000) Carmélia Alves • CPC-Umes • CD
(1999) Carmélia Alves abraça Jackson do Pandeiro e Gordurinha • CPC-UMES • CD
(1995) As eternas cantoras do Rádio • CID • CD
(1993) Luiz Gonzaga e Carmélia Alves ao vivo no Teatro João Caetano • BMG • CD
(1976) Carmélia Alves • Continental • LP
(1974) Ritmos do Brasil com Carmélia Alves • RGE • LP
(1963) É de Maroca/O malhador • Mocambo • 78
(1963) Kanimambo/Deixa falar • Prestige • 78
(1962) Tem que ter/Chiclete com banana • Mocambo • 78
(1962) Tá bom demais/Frevo no futucado • Mocambo • 78
(1962) Jardineiro de ilusões/Obrigado, Rio • Mocambo • 78
(1959) Maldade/Recado • Polydor • 78
(1959) Serenata dos gatos/Carreteiro • Polydor • 78
(1959) Gente da noite/Forró do Tio Augusto • Polydor • 78
(1957) É de fazer chorar/Nem que chova canivete • Copacabana • 78
(1957) Você e mais ninguém/Não falei mal • Copacabana • 78
(1956) Zé Boa-conversa/Não perdoarei • Copacabana • 78
(1956) Cevando o amor/Mal de amor • Copacabana • 78
(1956) Baião de Santa Luzia/Vapô de Carangola • Copacabana • 78
(1956) Nego difícil/Nego Tabuleta • Copacabana • 78
(1955) Falando de amor/Disco voador • Continental • 78
(1955) Voando prá Paris/Pau-de-arara • Copacabana • 78
(1955) Sorte de Maria/Três de abril • Copacabana • 78
(1954) Camisa velha/Vamos prá casa de Noca? • Continental • 78
(1954) Carnaval em Caxias/Marcha dos barbadinhos • Continental • 78
(1954) Floresta de chaminés/Migué é o maior • Continental • 78
(1954) No mundo baião III (pot-pourri)/No mundo do baião IV
(pot-pourri) • Continental • 78
(1954) Esquinado/Cafundó • Continental • 78
(1954) Carmélia Alves • Telefunken • LP
(1953) Um verdadeiro amor/Que bela rosa • Continental • 78
(1953) A viola do Zé/Baião da Ximbica • Continental • 78
(1953) Carreteiro/Sétimo céu • Continental • 78
(1953) Pau-de-arara/Tristezas do Jeca • Continental • 78
(1953) Deixa a saudade bater/Moamba • Todamérica • 78
(1952) Dança da mulesta/Adeus orgia • Continental • 78
(1952) Eu sonhei/Tá bom, tá • Continental • 78
(1952) Eu sou o baião/Não e não • Continental • 78
(1952) Ritmos de boate (pot-pourri)/Ritmos de boate (pot-pourri) •
Continental • 78
(1952) São João, meu São João/Baião vai, baião vem • Continental • 78
(1952) O balanceio tem açúcar/Lili fugiu de Chunking • Continental • 78
(1952) Maria Joana/O vôo do mangangá • Continental • 78
(1952) A pisada é essa/A "poeira" no frevo • Todamérica • 78
(1951) É frevo meu bem/Frevo na chuva • Continental • 78
(1951) Por onde andará/Maria pouca roupa • Continental • 78
(1951) Se você não me levar/Samba de emergência • Continental • 78
(1951) O baião em Paris/Adeus, morena, adeus • Continental • 78
(1951) Esta noite serenô/Sei lá .. • Continental • 78
(1951) Adeus Maria Fulô/A saudade é de matar • Continental • 78
(1951) No mundo do baião I (pot-pourri)/No mundo do baião II
(pot-pourri) • Continental • 78
(1950) Mimoso jacaré/Coração magoado • Continental • 78
(1950) Trem o lá lá/Trepa no coqueiro • Continental • 78
(1950) Sabiá na gaiola/Dança do pinote • Continental • 78
(1950) Volta/Salve a orquestra • Continental • 78
(1949) Me leva/Gauchita • Continental • 78
(1949) Diga que sim/Tic-tac do meu relógio • Continental • 78
(1943) Quem dorme no ponto é chofer/Deixei de sofrer • Victor • 78
( S/D) Baião com Carmélia Alves • Continental • LP
( S/D) Hervé Cordovil interpretado por Carmélia Alves • Copacabana • LP
( S/D) Carmélia Alves • Copacabana • LP


globo.com

Governo vai pagar R$ 20 bilhões para renovar concessões do setor elétrico Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/1,65140,Governo%20vai%20pagar%20R$%2020%20bilhoes%20para%20%20renovar%20concessoes%20do%20setor%20eletrico.html#ixzz2BGDAPUtg

Governo vai agastar até R$ 20 bilhões para indenizar empresas do setor de energia

Despesa: Governo vai agastar até R$ 20 bilhões para indenizar empresas do setor de energia

Brasília
O governo federal terá que pagar R$ 20 bilhões em indenizações para as empresas de geração e transmissão de energia que terão as concessões renovadas no ano que vem. Desse total, R$ 12,96 bilhões são para nove que exploram os serviços de transmissão e R$ 7,05 bilhões para 15 companhias geradoras de energia. Os valores foram publicados ontem à noite em edição extra do Diário Oficial da União.
A maior indenização será paga para a Usina Hidrelétrica Xingó, da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), que receberá R$ 2,92 bilhões. As empresas do sistema Eletrobras serão indenizadas com R$ 14 bilhões - R$ 8,13 bilhões na área de transmissão e R$ 5,89 bilhões na de geração. No dia (31), o presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, disse que a empresa esperava receber cerca de R$ 30 bilhões em indenizações.
As indenizações correspondem aos investimentos que já foram feitos pelas empresas, vinculados a bens reversíveis ainda não amortizados ou não depreciados. Elas estão previstas na Medida Provisória (MP) 579, que estabeleceu as regras para a renovação das concessões que vencem entre 2015 e 2017, com previsão de redução das tarifas para os consumidores.
Os valores foram obtidos com base em os estudos feitos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As indenizações são referentes a preços de junho de 2012 e serão atualizadas até a data de seu efetivo pagamento, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
A concessionária poderá escolher se quer receber a indenização: à vista, em até 45 dias da data de assinatura do termo aditivo ao contrato de concessão, ou em parcelas mensais a serem pagas até o vencimento do contrato de concessão.
O governo divulgou também as tarifas iniciais que as empresas receberão por kilowatt-hora ao ano e o valor da receita anual permitida (RAP), que é a remuneração que as transmissoras recebem para prestar o serviço.
Os recursos para pagamento das indenizações deverão vir da Reserva-Geral de Reversão (RGR), um encargo criado para indenizar os investidores por reversões de concessão do serviço de energia elétrica. Atualmente, o fundo conta com cerca de R$ 21 bilhões.

diariodovale

Romney e Obama à conquista dos “swing states”


Mitt Romney; Barack Obama. Dois corredores de fundo na mesma maratona, à conquista dos indecisos.
“Temos que mudar de rumo, porque se não o fizermos, vamos cair noutra recessão: A questão desta eleição resume-se a isto: “Querem mais do mesmo ou querem uma verdadeira mudança?”, perguntava Romney.
“Eu sei o que é a mudança porque lutei por ela e tenho como prová-lo e vocês estiveram comigo, passámos por ela todos juntos e não podemos desistir agora”, afirmava Obama.
Não só não podem desistir como aceleram o ritmo. No mesmo dia Mitt Romney esteve no New Hampshire, Iowa e Colorado; Obama passou pelo Ohio, Wisconsin, Iowa e Virgínia.
E, até terça-feira, os caminhos de ambos passam obrigatoriamente pelos Estados que decidem quem vai ocupar a Casa Branca.

Prestes a completar 150 jogos, Fred quer se aposentar no Flu


Prestes a completar 150 jogos, Fred quer se aposentar no Flu

 No Fluminense desde 2009, o atacante Fred é, sem dúvida, um ídolo da torcida tricolor. Prestes a completar 150 jogos pela equipe carioca, o jogador recebeu, neste sábado, um presente do diretor Rodrigo Caetano: uma camisa com o número da marca realizada.

Em entrevista coletiva concedida no CT do Audax após o treinamentodesta manhã, Fred se mostou feliz com o feito e revelou que pretende se aposentar no Fluminense.


“Quero permanecer aqui no Fluminense até o fim e tomara que a estrada seja longa e recheada de boas vitórias. Sei que nestes 150 jogos eu já comecei a encaminhar uma grande história pelo Fluminense”, afirmou.

O centroavante também comentou que deseja muito a conquista da artilharia e do título do Campeonato Brasileiro. “Já tive muitos bons momentos aqui dentro, mas falta alguma coisa e todos sabem que é este título. Vou busca-lo até o fim. Durmo e acordo pensando nessa conquista e também na artilharia”, finalizou.

O time carioca é o atual líder do Campeonato Brasileiro com 72 pontos ganhos em 33 jogos. A próxima partida ocorre neste domingo, às 17 horas, contra o São Paulo, no Morumbi.



*IG Com Gazeta/pb agora

Câncer: veneno de cobra aumenta expectativa de vida Além de aumentar a sobrevida, a toxina também retardou ou, em alguns casos, inibiu o desenvolvimento do tumor



Internet
Imagem ilustrativa
Um estudo inédito do Instituto Butantan, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, revelou que uma toxina do veneno da cascavel pode aumentar em 70% a expectativa de vida após o tratamento em casos de câncer de pele. 

A pesquisa isolou a crotamina do restante do veneno e utilizou a substância em camundongos com melanoma. Além de aumentar a sobrevida, a toxina também retardou ou, em alguns casos, inibiu o desenvolvimento do tumor. 

O estudo ainda demonstrou que a crotamina tem a mesma eficiência que outras drogas anticancerígenas, mas agride menos o sistema imunológico do paciente. 

A toxina tem menor chance de induzir uma reação alérgica -que causa choque anafilático- e tem ação seletiva, atingindo somente as células do câncer de pele, permanecendo nelas por aproximadamente 24 horas, fato que poderá permitir uma única dose diária caso a droga seja utilizada no futuro. 

Por causa de sua capacidade de diferenciar as células normais das cancerígenas, a substância extraída do veneno é usada em outras pesquisas como ferramenta biotecnológica para desvendar diferenças entre células, podendo ajudar na criação de novos medicamentos. 

Antes de ser testada em seres humanos, os pesquisadores estão trabalhando para obter a crotamina na forma sintética. “A partir dai, podemos começar os testes clínicos e se todos os resultados forem positivos. Podemos ter medicamento para melanoma ou outros tipos de câncer em até cinco anos”, destaca Irina Kerkis, geneticista do Butantan e coordenadora do projeto. 
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